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Idosa com Alzheimer ganha boneca de aniversário e se emociona. Assista!

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Maria Nazaré e a boneca - Fotos: Instagram/Thiago Yuri

Maria Nazaré e a boneca – Fotos: Instagram/Thiago Yuri

Um vídeo daqueles que emocionam a gente. Uma idosa com Alzheimer sonhava em ter uma boneca e ganhou o brinquedo de presente dos netos no dia do aniversário de 86 anos.

A reação de dona Maria Nazaré Souza Castelo ao ver a boneca é impagável. “Ai meu Deus! Olha isso! O coisa linda, meu amor!, diz a vovó no vídeo postado pelo neto, Thiago Yuri, no Instagram.

Em seguida, enquanto a família canta parabéns, ela segura a boneca no peito, como se fosse uma filha e se emociona novamente ao apagar as velinhas. (vídeo abaixo)

Dona Maria Nazaré é de Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará.

Em entrevista ao SóNotíciaBoa, o neto Thiago Yuri – servidor público de 32 anos  – contou que a vovó sempre amou bonecas porque quando criança só tinha boneca de pano, que ela mesma fazia.

“Ela começou a costurar aos 12 anos de idade e fazia as bonecas de pano costurando na mão, até que ganhou uma máquina de costura. Mas antes de costurar, as bonecas eram feitas de sabugo de milho. Ela me contou que comia a melancia e das cascas [também] fazia bonecas e ficava brincando”, disse Thiago.

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A ideia de dar a boneca para dona Maria Nazaré, no aniversário dela, em janeiro, foi de uma das netas, Mariana, de 30 anos, irmã de Thiago.

“A ideia foi da minha irmã. Ela [vovó] sempre pedia uma boneca de presente”, lembra o neto.

Alzheimer

Dona Maria Nazaré nasceu em Pacoti, no Ceará.

Ficou viúva há duas décadas. Hoje ela tem 21 netos e 18 bisnetos.

Ela foi diagnosticada com Alzheimer há dois anos e quem cuida dela hoje são duas filhas, uma delas é a mãe de Thiago.

A boneca

Hoje, Thiago conta que dona Maria Nazaré trata a boneca como uma filha.

“Dorme com ela e cuida como se fosse um bebê, troca a roupa…”, diz.

Mas ela tem uma reclamação!

“Um coisa engraçada que ela reclamou, foi que a boneca não fecha os olhos pra dormir. Não sabíamos que existia uma daquele modelo que fecha os olhos”, concluiu o neto, cheio de carinho pela avó.

Assista ao Vídeo:

Terapia com bonecas

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Pode parecer um simples presente, mas dar bonecas para pessoas com Alzheimer funciona como terapia.

Nos EUA cresce o número de casas de repouso que usam essa técnica simples para estimular os pacientes, como já mostramos aqui no SóNotíciaBoa.

A “Terapia de Abraços” dá bonecas para os vovôs cuidarem e isso ajuda a devolver a alegria, aliviar o estresse, reduzir a depressão, a agitação, a ansiedade e a estimular emoções positivas, como lembranças sobre a paternidade/maternidade.

Ela está sendo utilizada atualmente nas Comunidades de Tratamento do Poet’s Walk Memory Care Communities das cidades de Leesburg, Fredericksburg e Warrenton, na Virgínia; nas instalações do Texas em Cedar Park, Round Rock e San Antonio; em Henderson, Nevada; e Sarasota, Flórida.

Fonte: Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa

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Para justificar dificuldade de vacinação, subsecretário de Saúde do DF superestima população de idosos

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O subsecretário de Vigilância à Saúde informou quase o dobro da quantidade de pessoas com 60 a 65 anos que vivem no DF

Divino ValeroReprodução/YouTube

Ao tentar explicar a dificuldade na vacinação contra a Covid-19 no DF – que saltou de primeira unidade da Federação para 15ª no índice de eficiência de imunização –, o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero Martins, superestimou grosseiramente a quantidade de pessoas das faixas etárias de 60 a 65 anos.

O subsecretário calculou o prazo de um mês e meio para o início da vacinação de indivíduos a partir de 60 anos, com base em um número que é quase o dobro da realidade. Em um primeiro momento da reunião, Divino Valero disse que há 400 mil pessoas com 60 a 65 anos no DF. Porém, esses dados são gritantemente diferentes dos que foram levantados pelo próprio Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). De acordo com a empresa pública, há 136.042 pessoas dessas faixas etárias na capital do país. Ou seja, para contemplar esse público com as duas etapas de imunização, seriam necessárias 272.084 doses de vacina.

“É simples: estamos recebendo uma média de 60 mil doses por semana. É só multiplicar por uma população, de 65 a 60 anos, em torno de 400 mil habitantes, a gente já consegue fazer uma projeção de um mês e meio, no mínimo, para que nós consigamos chegar aos 60 anos. Isso é o meu cálculo racional”, afirmou Divino Valero.

O cálculo racional do subsecretário está equivocado. Vinte e oito minutos depois de ter citado 400 mil habitantes, sem fazer nenhuma menção a sua primeira fala superestimada, ele informa os dados da Codeplan, segundo os quais existem 136 mil pessoas nessas faixas etárias.
Ritmo da imunização

A vacinação no DF começou num ritmo que posicionou a capital entre as primeiras unidades da Federação com o melhor desempenho na imunização. Em fevereiro, o DF chegou a ocupar o primeiro lugar no ranking em distribuição de vacina, mas, dois meses depois, caiu para a 15ª posição, conforme os dados do Portal Covid-19 no Brasil, atualizados com informações de órgãos oficiais.

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O Distrito Federal vacinou, até terça-feira, 329.639 pessoas com a primeira dose, quantidade que representa 10,79% dos moradores. O Rio Grande do Sul é a unidade da Federação que mais imunizou seus cidadãos, até o momento: 15,47%.

Veja o ranking das UFs:

O outro lado

Questionada pela coluna Grande Angular sobre a expressiva queda no ranking de vacinação, a Secretaria de Saúde informou que guarda 163 mil doses para usá-las como segunda aplicação, no caso de quem já passou pela primeira etapa.

Segundo a pasta, a reserva dos imunizantes para a segunda dose é orientada por meio de Informes Técnicos do Ministério da Saúde, expedidos quando novas remessas de vacina são enviadas para os estados.

Em nota, a Secretaria de Saúde do DF pontuou que o subsecretário Divino Valero “se equivocou neste momento da reunião ao falar ‘400 mil habitantes’, uma vez que, ao longo do próprio debate com os deputados, ele já havia falado o número de 136 mil pessoas de 60 a 65 anos”.

“Portanto, considerando este público a ser vacinado e o quantitativo de doses que o Ministério tem encaminhado para ser usado como D1 [primeira dose], a expectativa é que leve cerca de um mês e meio para vacinar todo o grupo de 60 a 65 anos com D1. O subsecretário destacou ainda que, caso haja o envio de um quantitativo maior de doses, o Distrito Federal tem capacidade plena para realizar a vacinação de forma célere”, pontuou.

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Sobre a queda no ranking das UFs que mais vacinam, a pasta respondeu que o DF “segue à risca as determinações do Ministério da Saúde quanto ao uso das vacinas em primeira e em segunda dose”. “Até o momento, não houve qualquer documento do órgão federal que libere o uso da D2 [segunda dose] como D1”, afirmou.

“Em segundo lugar, o Distrito Federal está vacinando um quantitativo alto de pessoas do Entorno e de outros estados. Só em primeira dose, já foram vacinadas mais de 38.318 pessoas de fora. Em terceiro lugar, a Secretaria de Saúde considera que estão subestimados alguns públicos-alvo usados pelo Ministério da Saúde para cálculo de percentual de vacinas. Entre eles, os de profissionais de saúde”, frisou.

De acordo com a Secretaria de Saúde, há em estoque, atualmente, 123 mil doses para segunda aplicação, na Rede de Frio Central, e outras 40 mil doses D2 já estão distribuídas nas Regiões de Saúde.

“O Ministério da Saúde, até o momento, não encaminhou qualquer documento que libere o uso de D2 como D1. Os informes que são enviados pelo órgão federal junto às remessas de vacinas continuam com as informações da guarda de doses para uso de D2”, pontuou a pasta, que enviou um documento do Ministério da Saúde orientando a aplicação de segunda dose. Veja a nota técnica:

Informe técnico do Ministério da SaúdeInforme técnico do Ministério da Saúde
Informe técnico do Ministério da Saúde sobre armazenamento de doses de vacinas contra a Covid-19

O Ministério da Saúde disse à coluna que a estratégia de vacinação é definida a cada nova pauta de distribuição, semanalmente, entre governo federal, estados e municípios. Estados e municípios têm autonomia para seguir com a campanha local, de acordo com as demandas regionais.

Fonte: Metropoles
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