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Jovem fica com lábio gigante após ser picada por lacraia

Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com a estudante, a dor foi ficando mais forte e ela começou a sentir falta de ar. Seus pais a levaram para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA)

No sábado (11), uma estudante de 21 anos foi picada por uma lacraia enquanto dormia e a boca dela ficou super inchada. O caso ocorreu em São Vicente, no litoral de São Paulo.

Nataly Galdino precisou procurar atendimento médico. “Eu estava dormindo e, no meio da madrugada, senti algo picar meu lábio superior e vi que estava grudada no meu cobertor e a garra na minha boca, mas como estava tudo escuro o que fiz foi puxar”, disse a estudante ao G1.

“Eu puxei e não queria soltar, fiquei cinco segundos tentando, com uma dor insuportável e não desgrudava. Eu levantei da cama, liguei a luz, vi minha boca cortada e a lacraia, gigante, na coberta”, explicou Nataly.

De acordo com a estudante, a dor foi ficando mais forte e ela começou a sentir falta de ar. Seus pais a levaram para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Na unidade de saúde, Nataly tomou antialérgicos e remédios para dor. Ela ficou em observação por duas horas. “Minha boca está bem menos inchada, mas ainda está com a ferida onde ele picou”, contou.

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O Ministério da Saúde informou que as lacraias injetam um veneno presente em glândulas do tronco. O veneno delas é pouco tóxico para o ser humano.

Fonte: Jornal de Brasilia

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DF tem a menor mortalidade infantil do Brasil

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Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Novas unidades de saúde e estratégias de saúde da família ampliam a assistência, mas os pais ou responsáveis precisam levar as crianças para a campanha de vacinação

HUMBERTO LEITE, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF | EDIÇÃO: JOHNNY BRAGA

O Distrito Federal tem o menor índice de mortalidade infantil no Brasil. É o que indica o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Enquanto a média de todas as unidades da federação é de 13,3 mortes por cada mil crianças nascidas com vida, o DF registrou 8,5. Os dados são de 2019 e, pela primeira vez, o índice ficou abaixo de 10, seguindo uma trajetória de queda desde 1990, quando foram 28,9 mortes para cada mil crianças nascidas vivas naquele ano.

“A mortalidade infantil não é uma ação só da Secretaria de Saúde. Envolve também saneamento básico, água encanada, transporte, asfalto…”, explica a médica Miriam Santos, presidente do comitê central de prevenção e controle dos óbitos materno fetal e infantil do DF. Ela ressalta a importância de iniciativas como os bancos de leite, e principalmente, a cobertura na rede pública e privada.

É o caso da inauguração das novas Unidades Básicas de Saúde: já foram sete na gestão do governador Ibaneis Rocha e outras três estão previstas para serem entregues neste ano. “Tudo isso vai favorecer a redução da mortalidade infantil”, opina a médica, que ressalta a importância de ações que vão desde o planejamento familiar até o tratamento de doenças infantis.

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Em nível especializado, na semana passada o Hospital da Criança de Brasília José Alencar inaugurou uma nova ala de Terapia Renal Substitutiva, que já está funcionando e beneficia diversas crianças as quais precisam fazer diálise. O DF também se destaca por ter um protocolo especial para uso do medicamento Palivizumabe para recém-nascidos de até 31 semanas e 6 dias para combater doenças respiratórias. No restante do Brasil o uso só vai até às 28 semanas.

O DF também é a única unidade da federação que, desde 2011, possui o Teste do Pezinho ampliado, que detecta 40 doenças. O número será ampliado para 53. Só em 2020 foram realizados 39.500 exames de primeira amostra, com um total de nascidos vivos na rede pública de 37.918 crianças. No total, já foram feitos mais de meio milhão de testes no DF.

Miriam Santos também ressalta a implantação da estratégia de saúde de família, que facilita o acesso ao atendimento, especialmente nas regiões mais vulneráveis do DF. “Nós temos diferenças entre as nossas regiões de saúde. E isso faz com que desejemos batalhar mais para que a gente melhore a qualidade de saúde, da educação, das políticas públicas”, afirma a médica.

Atualmente, os servidores da área também têm passado por treinamentos específicos da chamada Estratégia AIDPI, de atenção integral à doenças prevalentes na infância. A expectativa é a de que, mesmo com a pandemia de covid-19, o DF continue com índices de mortalidade infantil abaixo da média nacional. “E não basta apenas fazer as nossas crianças sobreviverem, a gente quer também que elas tenham qualidade de vida”, finaliza Mirian Santos.

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Campanha de multivacinação

Hoje, o maior desafio para manter o índice de mortalidade infantil em baixa no DF é a vacinação. Há alguns anos o Distrito Federal e outros estados têm registrado queda nas coberturas vacinais. Entre os principais fatores estão as restrições da pandemia, a circulação de fake news e a ideia de que não existe mais o risco de contaminação por doenças como o sarampo, que voltou a ter casos registrados no Brasil.

A cobertura vacinal no DF contra várias doenças estão abaixo do preconizado pelo Ministério da Saúde. No caso da pólio, penta, rotavírus e tríplice, mais de 20% da população brasiliense não está imunizada.

Por isso, até o próximo dia 29 acontece a campanha de multivacinação para crianças de zero a 14 anos e 11 meses. São 111 postos abertos de segunda a sexta-feira para realizar a atualização dos cartões de vacina.

Confira os locais de vacinação aqui.

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