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Você pode trair alguém que você ama?

Leia  esse artigo e aprenda a ver o que fazer nessa situação

Aqueles que cometem infidelidade não apenas correm o risco de ferir a pessoa com quem estão em um relacionamento, mas também colocam em risco todo o futuro.

Embora todos concordem que é uma atitude estúpida, o júri ainda está em dúvida se você pode trair alguém que ama.

Há inclusive, casos de mulheres que, após sair de um relacionamento desgastante com traição, desistem de ficar nessa posição e vão atrás de um sugar daddy.

Neste artigo, estamos tentando descobrir se você pode ter um caso, mesmo que ainda ame seu parceiro.

Por que você enganaria a pessoa que ama?

Vamos supor que todos entremos em um relacionamento porque queremos estar com essa pessoa em particular. Além disso, optamos por manter um relacionamento não porque alguém nos faz, mas de bom grado.

Se alguém lhe perguntar se você ama seu parceiro, você responderia positivamente? Se sua resposta for “sim”, por que você consideraria trair?

A infidelidade é uma das coisas mais devastadoras que podem acontecer em um relacionamento. Quando um parceiro trai o outro, deixa cicatrizes ao longo da vida. Às vezes, essas cicatrizes podem não ser evidentes até mais tarde na vida, mas ninguém escapa ileso da infidelidade. Por isso, talvez o universo sugar seja a melhor alternativa pra você.

Geralmente assumimos que os casos acontecem apenas quando há problemas em um relacionamento ou quando uma pessoa tem falhas de personalidade ou de caráter.

Embora isso possa ser verdade em alguns casos, os especialistas indicam que mesmo pessoas emocionalmente estáveis em um relacionamento saudável podem trair.

Segundo os profissionais, mesmo as pessoas em um casamento feliz podem arriscar tudo para cometer infidelidade. A autora do livro The State of Affairs, Esther Perel, sugere que eles possam trair por um dos seguintes motivos:

Auto-exploração. Você pode ter um motivo para não estar satisfeito com sua vida ou com quem você é no momento. Pode não ter nada a ver com seu parceiro, mas apenas com você. No entanto, você está procurando uma experiência que o ajude a encontrar sua identidade novamente. Os especialistas consideram que isso é uma fuga das restrições da vida cotidiana que procuram satisfazer uma parte da personalidade que você perdeu ou ignorou por um longo tempo.

  • Excitação. Quando você é adulto, precisa agir com responsabilidade. Enquanto estiver tudo bem, também é importante ter momentos em que você possa relaxar e fazer algo divertido e emocionante. Se você acha que não se diverte o suficiente em sua vida, trair pode ser uma maneira de adicionar alguma emoção. É esse desejo que todos nós às vezes temos que fazer algo que nos é pedido para não fazer – é o fato de que você não deve trair que o faz trair ainda mais.

  • Curiosidade – você pode pensar que levou uma vida pacífica e acabou casado sem experimentar tudo o que a vida oferece. O motivo da traição pode ser a curiosidade de ver o que poderia acontecer se você seguisse um caminho diferente.

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Sentindo o que você nunca sentiu antes – todos os quatro motivos mencionados se resumem à auto exploração. O último da lista é o desejo de experimentar emoções que você não teve a oportunidade de sentir antes, porque teve que encontrar a coragem e calar a boca sobre tudo o que a incomoda e as coisas que sente ou gostaria de sentir.

Por que você nunca deve trair se você ama seu parceiro

Os profissionais deram o seu melhor para analisar as razões pelas quais as pessoas em relacionamentos felizes recorrem à traição. Alguns podem pensar que essas razões são válidas, mas outros acreditam que é impossível amar uma pessoa e traí-la ao mesmo tempo.

Você perderá sua confiança

A maioria concorda que o essencial em qualquer relacionamento é a confiança. Você pode resolver qualquer problema que aparecer no caminho, se confiar um no outro, e sabe que trabalhará em conjunto contra qualquer problema.

Se você cometer um caso, seu parceiro perderá a confiança que tinha em você. Mesmo se você fosse a pessoa mais confiável do mundo, seria como se você apagasse tudo isso.

Demora muito tempo e esforço para recuperar a confiança e reparar o relacionamento, o que significa que você deve estar ciente de que está arriscando muito.

Você perderá o respeito deles

Outra coisa que você perderá é o respeito do seu parceiro. Somos todas pessoas, e é normal que você ande pela rua e pense “uau, ele / ela é linda”, sobre outra pessoa.

No entanto, está muito longe de pensar em algo e realmente fazê-lo.

Se você seguir seus pensamentos infiéis e tiver um caso, mostra que não merece nenhum respeito.

Você pode até ter mostrado que nem se importa com essa pessoa o suficiente. Você pensou que estava apaixonado, e as chances são de que você se preocupa com eles, mas o fato de ter trapaceado pode provar que você não se importa tanto quanto pensa.

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Existe uma diferença em enganar por luxúria e por amor?

Qualquer pessoa que você pedir dará uma razão diferente para trair. No entanto, quando se trata de tipos de casos, eles se resumem a duas categorias:

  • Físico – frequentemente chamado de traição devido à luxúria

  • Emocional – um caso cometido devido ao amor, ou falta dele

Vamos dar uma olhada nas diferenças entre esses dois tipos de casos.

Você não planeja enganar por luxúria

Um caso físico geralmente acontece não planejado. Você pode sair com alguns amigos em um bar e beber demais. Depois das 2 da manhã, você está bêbado o suficiente para começar a conversar com aquele garoto ou garota fofo.

Uma coisa levou a outra, e você se encontra no quarto deles. Na maioria dos casos, esses casos são únicos e permanecem puramente físicos.

No entanto, se você conheceu outra pessoa e começou a digitar e chamá-la regularmente, esse pode ser o caminho para um caso emocional.

Você provavelmente marcará reuniões com antecedência e irá conscientemente visitá-las.

Os assuntos emocionais duram mais e não envolvem apenas sexo

Sim, os assuntos físicos são curtos e geralmente duram até você tirá-lo do seu sistema. Acredite ou não, essas infidelidades são mais fáceis de controlar ou terminar.

Se você tem disciplina suficiente, não deve ser um problema se controlar.

Por outro lado, os assuntos emocionais envolvem muito mais do que dormir com essa outra pessoa.

As chances são de você falar por telefone diariamente, além de compartilhar novos eventos em suas vidas. Você pode até chegar a um ponto em que está em um relacionamento paralelo.

É algo que você deve tomar cuidado e que pode ter consequências perigosas para todos os envolvidos.

Se você trai, prejudica seu parceiro. Por fim, se você tiver um caso, sem dúvida, machucará seu parceiro. Você pode ocultar a infidelidade, mas isso provavelmente não vai durar para sempre. Quando descobrirem, provavelmente serão esmagados.

Isso levanta a questão de saber se você realmente se importa com essa pessoa. Se você pode trair alguém que ama, isso significa que você está pronto para machucar essa pessoa e esse amor é então?

Se o adultério acontecer, é hora de analisar sua vida no momento.

Você provavelmente deve ter uma discussão aberta com seu parceiro para descobrir qual deve ser o seu próximo passo e se permanecer no relacionamento é a escolha certa.

Fonte: Bruna NR

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DF tem a menor mortalidade infantil do Brasil

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Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Novas unidades de saúde e estratégias de saúde da família ampliam a assistência, mas os pais ou responsáveis precisam levar as crianças para a campanha de vacinação

HUMBERTO LEITE, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF | EDIÇÃO: JOHNNY BRAGA

O Distrito Federal tem o menor índice de mortalidade infantil no Brasil. É o que indica o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Enquanto a média de todas as unidades da federação é de 13,3 mortes por cada mil crianças nascidas com vida, o DF registrou 8,5. Os dados são de 2019 e, pela primeira vez, o índice ficou abaixo de 10, seguindo uma trajetória de queda desde 1990, quando foram 28,9 mortes para cada mil crianças nascidas vivas naquele ano.

“A mortalidade infantil não é uma ação só da Secretaria de Saúde. Envolve também saneamento básico, água encanada, transporte, asfalto…”, explica a médica Miriam Santos, presidente do comitê central de prevenção e controle dos óbitos materno fetal e infantil do DF. Ela ressalta a importância de iniciativas como os bancos de leite, e principalmente, a cobertura na rede pública e privada.

É o caso da inauguração das novas Unidades Básicas de Saúde: já foram sete na gestão do governador Ibaneis Rocha e outras três estão previstas para serem entregues neste ano. “Tudo isso vai favorecer a redução da mortalidade infantil”, opina a médica, que ressalta a importância de ações que vão desde o planejamento familiar até o tratamento de doenças infantis.

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Em nível especializado, na semana passada o Hospital da Criança de Brasília José Alencar inaugurou uma nova ala de Terapia Renal Substitutiva, que já está funcionando e beneficia diversas crianças as quais precisam fazer diálise. O DF também se destaca por ter um protocolo especial para uso do medicamento Palivizumabe para recém-nascidos de até 31 semanas e 6 dias para combater doenças respiratórias. No restante do Brasil o uso só vai até às 28 semanas.

O DF também é a única unidade da federação que, desde 2011, possui o Teste do Pezinho ampliado, que detecta 40 doenças. O número será ampliado para 53. Só em 2020 foram realizados 39.500 exames de primeira amostra, com um total de nascidos vivos na rede pública de 37.918 crianças. No total, já foram feitos mais de meio milhão de testes no DF.

Miriam Santos também ressalta a implantação da estratégia de saúde de família, que facilita o acesso ao atendimento, especialmente nas regiões mais vulneráveis do DF. “Nós temos diferenças entre as nossas regiões de saúde. E isso faz com que desejemos batalhar mais para que a gente melhore a qualidade de saúde, da educação, das políticas públicas”, afirma a médica.

Atualmente, os servidores da área também têm passado por treinamentos específicos da chamada Estratégia AIDPI, de atenção integral à doenças prevalentes na infância. A expectativa é a de que, mesmo com a pandemia de covid-19, o DF continue com índices de mortalidade infantil abaixo da média nacional. “E não basta apenas fazer as nossas crianças sobreviverem, a gente quer também que elas tenham qualidade de vida”, finaliza Mirian Santos.

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Campanha de multivacinação

Hoje, o maior desafio para manter o índice de mortalidade infantil em baixa no DF é a vacinação. Há alguns anos o Distrito Federal e outros estados têm registrado queda nas coberturas vacinais. Entre os principais fatores estão as restrições da pandemia, a circulação de fake news e a ideia de que não existe mais o risco de contaminação por doenças como o sarampo, que voltou a ter casos registrados no Brasil.

A cobertura vacinal no DF contra várias doenças estão abaixo do preconizado pelo Ministério da Saúde. No caso da pólio, penta, rotavírus e tríplice, mais de 20% da população brasiliense não está imunizada.

Por isso, até o próximo dia 29 acontece a campanha de multivacinação para crianças de zero a 14 anos e 11 meses. São 111 postos abertos de segunda a sexta-feira para realizar a atualização dos cartões de vacina.

Confira os locais de vacinação aqui.

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