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Diretoria do Iges ouve demandas da UPA de Sobradinho

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Encontro faz parte de projeto que percorrerá todas as unidades do instituto para reunir sugestões de melhorias
O primeiro encontro do ano do Em Pauta, projeto que promove o diálogo da Vice-Presidência do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF) com seus colaboradores, foi realizado nesta terça-feira (12) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho. A iniciativa visa aprimorar o atendimento oferecido nas unidades do instituto a partir da conversa direta com os trabalhadores.
A atividade em Sobradinho foi conduzida pela vice-presidente do Iges, Mariela Souza de Jesus, em parceria com o Núcleo de Treinamento (Nutre). Representantes de diferentes setores da UPA puderam apresentar dificuldades enfrentadas no dia a dia e sugestões de melhorias. As demandas foram apontadas por eles previamente ao encontro e detalhadas durante a edição.
“O Em Pauta é uma ação necessária, que tem como objetivo melhorar nossos serviços a partir dessa comunicação direta com os colaboradores. É importante, cada vez mais, estar próximo das nossas unidades para dar o suporte necessário, conhecendo a realidade e contribuindo com o que for preciso”, destacou Mariela.
Temas do Em Pauta na UPA de Sobradinho
Entre os temas abordados estiveram infraestrutura e manutenção da UPA; políticas de gestão e dimensionamento da equipe; tratamento humanizado; e integração dos profissionais. Em média, 15 minutos foram destinados para cada tema.
Para a analista de gestão de pessoas Yone Sousa, 37 anos, uma das maneiras de solucionar as dificuldades seria alinhar mais os fluxos de trabalho nas unidades do Iges. “Acredito que todos os locais deveriam obedecer aos mesmos protocolos e seguir padrões para um trabalho mais uniforme e harmonizado.”
O momento permitiu à colaboradora conhecer melhor a diretoria do Iges. “Foi muito positivo saber que há uma Vice-Presidência disposta a conversar”, completou.
A proposta também foi aprovada pela colega de profissão Helen Martins, 43 anos, coordenadora administrativa. “Isso é tão importante e produtivo porque, para conhecer nossa realidade, é necessário saber realmente do que a gente precisa. Me senti valorizada”, agradeceu.
A partir das demandas, a vice-presidente, com os setores competentes, vai apresentar propostas e dar respostas aos participantes. “A conversa com os colaboradores da UPA de Sobradinho possibilitou conhecer mais de perto a realidade vivenciada por eles e compreender as necessidades para melhor funcionamento da unidade. Discutiremos, com os demais setores, as sugestões apontadas para solucionarmos as questões colocadas por eles”, destacou Mariela.
Em Pauta passará por todas as unidades
A roda de conversa faz parte do programa Reconhecer, que promove ações com foco na valorização dos colaboradores do Iges. “O projeto Em Pauta estimula os participantes para, além de falarem sobre suas necessidades, sugerirem soluções que reforcem os valores da instituição”, explicou Tatiane Pereira, analista de Treinamento do Instituto.
A previsão é que todas as unidades do Iges — Hospital de Base, Hospital Regional de Santa Maria e as demais UPAs, com exceção da de Ceilândia, que recebeu o evento em novembro passado — sejam visitadas até 11 de fevereiro. “Ao fim do ciclo, enviaremos as devolutivas aos participantes, com respostas aos temas discutidos”, acrescentou Tatiane.

O encontro também ajuda a aproximar a gestão da UPA de seus colaboradores. “A gente estimula o máximo de participações. Ouvir os colaboradores e a visão de cada um traz mais pluralidade e melhorias ao nosso atendimento”, apontou Janaína Almeida, gerente da UPA de Sobradinho.

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Texto: Thais Umbelino
Fotos: Davidyson Damasceno/Ascom Iges-DF
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GDF busca consenso para ocupar o Centro Administrativo de Taguatinga

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Executivo pede ao TCDF audiência de conciliação para que os órgãos do governo possam serem transferidos para o Centro Administrativo, em Taguatinga

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Economia, solicitou ao Tribunal de Contas do DF (TCDF) uma audiência de conciliação para tratar da ocupação do Centro Administrativo (Centrad), em Taguatinga. Um requerimento assinado pelo secretário de Economia André Clemente foi encaminhado ao relator do processo, conselheiro Inácio Magalhães, no início de dezembro, sinalizando o interesse do Executivo em dar fim ao imbróglio, que já se arrasta há seis anos.

Desde a transição da gestão anterior para a atual, no final de 2018, diversas reuniões foram feitas entre representantes do Executivo e a empresa concessionária do Centro Administrativo na tentativa de construir uma solução consensual do contrato. Em virtude da complexidade do tema, porém, um desfecho para o caso que atenda o interesse público ainda não foi encontrado.

Para o secretário André Clemente, a complexidade jurídica e negocial do processo exige canais alternativos para a construção de uma solução que atenda o interesse público e encontre um ponto de equilíbrio entre os envolvidos no processo. “Dessa forma, entende-se necessário verificar a possibilidade de ampla discussão da questão, em um ambiente de mediação e conciliação, entre GDF, as construtoras e os bancos credores para que uma solução jurídica e econômica sustentável seja encontrada”, afirma.

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Custo e aluguel

Inicialmente, o GDF não pagaria pelo uso do imóvel, construído por meio de parceria público-privada (PPP). Isso porque foi firmado um acordo entre o governo e o consórcio responsável pelo complexo – composto pelas construtoras Odebrecht e Via Engenharia, além dos bancos financiadores Caixa Econômica e Santander – para firmar a mudança.

O acordo prevê que o aluguel do espaço não seja cobrado do Governo do Distrito Federal até que as negociações para a compra efetiva do prédio sejam finalizadas. Haverá ainda um prazo de carência após a aquisição. Foram investidos, de acordo com a concessionária responsável pela obra, R$ 1,5 bilhão na construção do Centrad.

O TCDF pede ao Executivo um plano de ocupação do Centro Administrativo. Entre as medidas estão a apresentação de um projeto sobre o impacto no trânsito e os valores de contratos com prestadoras de serviço de limpeza e de vigilância do complexo.

O conselheiro Inácio Magalhães rejeitou o pedido do Ministério Público de Contas de vetar a mudança. Na época, porém, cobrou explicações à Secretaria de Economia do DF antes de dar um parecer final sobre a ocupação. O conselheiro recomendou que o GDF, antes de se mudar para o Centrad, elabore um plano de investimentos e de ocupação detalhado, contemplando o impacto da mudança no trânsito da região, o custo-benefício da transferência e os valores de contratos com prestadoras de serviço de limpeza, vigilância e conservação.

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Fonte: Agência Brasilia

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