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Lucia Bessa, Presidente do CD-Taguatinga: Mais uma vez, o Estado falha e uma de nós paga com a própria vida

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MAIS UMA VEZ, O ESTADO FALHA E UMA DE NÓS PAGA COM A PRÓPRIA VIDA !
PERDEMOS MAIS UMA!
DUAS DE NÓS EM APENAS 12 DIAS DO ANO!
TRISTEZA, INDIGNAÇÃO E REVOLTA!

MARLEY DE BARCELOS DIAS, uma de nós, de 54 anos foi morta a tiros pelo ex-companheiro, Geovane Geraldo Mendes da Cunha, de 44 anos , em Sobradinho, no Distrito Federal, na madrugada desta terça feira, dia 12/01/21.
O feminicida invadiu a casa da vítima pulando o muro. Depois de entrar, disparou três vezes contra Marley, na frente de um dos dois filhos, agora órfãos!
Marley, estava sob medida protetiva de urgência, que são providências garantidas por lei, às vitimas de violência doméstica, que tem a finalidade de garantir a sua proteção e de sua família.
Mesmo assim, as medidas não foram eficazes para garantir a sua vida. A professora tinha registrado duas ocorrências contra o feminicida, por perturbação e ameaça, ambas no âmbito da Lei Maria da Penha.
Mais um feminicídio que poderia ter sido evitado. Mais uma vida que poderia ter sido poupada, se o Estado não tivesse falhado e cumprido o seu papel.
Mais uma vitima do machismo e da misoginia. E o poder publico assiste, inerte, essas cenas dantescas e de horror!
Isso tem que parar!
Não aguentamos mais tanto ódio, tanta violência!
Pugnamos e exigimos políticas públicas que assistam, acolham e priorizem nossas vidas.
O que nós queremos : VIVER
O que nós exigimos: VIVER LIVRES DE TODA VIOLÊNCIA E OPRESSÃO
#SegurançaGeraEsperança
#luciabessa
#livresdetodaviolênciaeopressão
#papoabessa
#vidasnegrasimportam
#forçaabessa
#bastadeviolenciacontramulheres
#paremdenosmatar

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Fonte: Ascom CD-Taguatinga

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GDF busca consenso para ocupar o Centro Administrativo de Taguatinga

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Executivo pede ao TCDF audiência de conciliação para que os órgãos do governo possam serem transferidos para o Centro Administrativo, em Taguatinga

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Economia, solicitou ao Tribunal de Contas do DF (TCDF) uma audiência de conciliação para tratar da ocupação do Centro Administrativo (Centrad), em Taguatinga. Um requerimento assinado pelo secretário de Economia André Clemente foi encaminhado ao relator do processo, conselheiro Inácio Magalhães, no início de dezembro, sinalizando o interesse do Executivo em dar fim ao imbróglio, que já se arrasta há seis anos.

Desde a transição da gestão anterior para a atual, no final de 2018, diversas reuniões foram feitas entre representantes do Executivo e a empresa concessionária do Centro Administrativo na tentativa de construir uma solução consensual do contrato. Em virtude da complexidade do tema, porém, um desfecho para o caso que atenda o interesse público ainda não foi encontrado.

Para o secretário André Clemente, a complexidade jurídica e negocial do processo exige canais alternativos para a construção de uma solução que atenda o interesse público e encontre um ponto de equilíbrio entre os envolvidos no processo. “Dessa forma, entende-se necessário verificar a possibilidade de ampla discussão da questão, em um ambiente de mediação e conciliação, entre GDF, as construtoras e os bancos credores para que uma solução jurídica e econômica sustentável seja encontrada”, afirma.

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Custo e aluguel

Inicialmente, o GDF não pagaria pelo uso do imóvel, construído por meio de parceria público-privada (PPP). Isso porque foi firmado um acordo entre o governo e o consórcio responsável pelo complexo – composto pelas construtoras Odebrecht e Via Engenharia, além dos bancos financiadores Caixa Econômica e Santander – para firmar a mudança.

O acordo prevê que o aluguel do espaço não seja cobrado do Governo do Distrito Federal até que as negociações para a compra efetiva do prédio sejam finalizadas. Haverá ainda um prazo de carência após a aquisição. Foram investidos, de acordo com a concessionária responsável pela obra, R$ 1,5 bilhão na construção do Centrad.

O TCDF pede ao Executivo um plano de ocupação do Centro Administrativo. Entre as medidas estão a apresentação de um projeto sobre o impacto no trânsito e os valores de contratos com prestadoras de serviço de limpeza e de vigilância do complexo.

O conselheiro Inácio Magalhães rejeitou o pedido do Ministério Público de Contas de vetar a mudança. Na época, porém, cobrou explicações à Secretaria de Economia do DF antes de dar um parecer final sobre a ocupação. O conselheiro recomendou que o GDF, antes de se mudar para o Centrad, elabore um plano de investimentos e de ocupação detalhado, contemplando o impacto da mudança no trânsito da região, o custo-benefício da transferência e os valores de contratos com prestadoras de serviço de limpeza, vigilância e conservação.

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Fonte: Agência Brasilia

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