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BC do Chile tem maior aumento de juros em 20 anos por pressões inflacionárias

Presidente do Chile, Sebastián Piñera, coloca máscara após anunciar estado de emergência no sul do país nesta terça (12) — Foto: Esteban Felix/AP Photo

O Banco Central do Chile anunciou nesta quarta-feira (13) um aumento de sua taxa de juros de referência para 2,75% ao ano a partir de 1,50%, o maior aumento em 20 anos, em um contexto de pressões inflacionárias.

Em meio a uma deterioração “marcada e sistemática” dos mercados financeiros, a autoridade monetária elevou em 125 pontos base a taxa de juros a 2,75%, diante de um “cenário macroeconômico que aumentou os riscos para a convergência da inflação para a meta (oficial) de 3%”.

O aumento da taxa, o maior desde 2001, ocorre após uma elevação de 1,2% do índice dos preços ao consumidor (IPC) em setembro, o maior número mensal em 13 anos, acumulando uma inflação de 4,4% em 2021 e de 5,3% em doze meses.

A inflação se explica por uma maior liquidez após três saques de 10% das pensões, que o Congresso aprovou em setembro de 2020 para mitigar a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

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O instituto emissor sustentou que as perspectivas para os próximos meses têm sido elevadas “em um contexto em que as expectativas de inflação com dois anos de prazo se situam acima da meta de 3%”.

A trajetória da alta será avaliada no próximo Relatório de Política Monetária, “tendo presente a necessidade de evitar que ocorra um aumento mais persistente da inflação”, destacou o Banco Central.

O Chile encerrou 2020 com inflação de 3%, mas vários especialistas alertaram para um “reaquecimento da economia” e riscos inflacionários se for aprovado um quarto saque dos fundos de pensões, em discussão atualmente no Congresso.

G1 – GLOBO

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Microsoft tem receita trimestral acima do esperado

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Sede da Microsoft em Issy-les-Moulineaux, perto de Paris, na França, em 18 de abril de 2016 — Foto: REUTERS/Charles Platiau

A Microsoft superou as expectativas de Wall Street para receita trimestral, segundo dados divulgados nesta terça-feira (26), com o aumento da demanda por serviços baseados em computação em nuvem.

A Microsoft disse que a receita do segmento “Intelligent Cloud” cresceu 31%, para US$ 17 bilhões. Analistas esperavam um valor de US$ 16,58 bilhões, de acordo com dados da Refinitiv.

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O crescimento da receita do Azure, o principal negócio de computação em nuvem da empresa, ficou em 48%, superando as estimativas dos analistas de 47,5%, de acordo com dados do Visible Alpha.

A taxa de crescimento do Azure é a melhor medida direta da competição com rivais como AWS, da Amazon, e Google Cloud, da Alphabet, uma vez que a Microsoft não quebra a receita da unidade de computação em nuvem.

“Entregamos um forte início de ano fiscal com nosso Microsoft Cloud gerando US$ 20,7 bilhões em receita no trimestre, um aumento de 36% ano a ano”, disse Amy Hood, vice-presidente executiva e diretora financeira da Microsoft.

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No geral, a receita subiu para US$ 45,32 bilhões no primeiro trimestre fiscal encerrado em 30 de setembro, de US$ 37,15 bilhões um ano antes, superando as expectativas de cerca de US$ 43,97 bilhões.

O lucro líquido subiu para US$ 20,51 bilhões, ou US$ 2,71 por ação, de US$ 13,89 bilhões, ou US$ 1,82 por papel, um ano antes. A empresa disse que seus resultados incluíram um benefício de imposto de renda líquido de US$ 3,3 bilhões.

G1 – GLOBO

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