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Com Selic em alta, renda fixa ganha 1,5 milhão de investidores em um ano, aponta B3

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A dispara da Selic – que passou de de 2% no início de 2021 para os atuais 12,75% – impulsionou a entrada dos investidores pessoa física na renda fixa, segundo dados antecipados ao g1 pela B3. A renda fixa costuma se tornar mais atraente para os investidores em momentos de juros elevados – em especial os investimentos atrelados à própria Selic.

Em 12 meses, esse segmento de investimentos ganhou 1,5 milhão de novos investidores pessoa física, uma alta de 17%, para 10,3 milhões de CPFs. Com a entrada desses investidores, o valor em custódia (valor investido) nesses produtos cresceu 38%, para R$ 1,182 trilhão.

A ‘corrida’ pela renda fixa, no entanto, não tirou investidores da renda variável. Pelo contrário: este último segmento cresceu 44% em número de CPFs na comparação entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022, para 4,3 milhões. O valor em custódia, no entanto, teve uma alta bem mais modesta, de 8%, enquanto o volume diário negociado pelas pessoas físicas caiu 34%.

Segundo aponta o estudo feito pela bolsa, uma das conclusões dos dados é que o investidor tem buscado a diversificação do seu portfólio – mais do que ‘fugido’ da renda variável.

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“A diversificação dos investimentos tem se intensificado, mesmo durante esse ciclo de alta da taxa de juros”, afirma em nota Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3.

Produtos de renda fixa

 

Entre os produtos de renda fixa, a quantidade de investidores do Tesouro Direto cresceu 28% entre abril de 2021 e março de 2022, para 1,9 milhão. O valor total em custódia subiu 27% – mas o saldo mediano (saldo por CPF) caiu 13%, para R$ 2,3 mil.

Houve altas expressivas também nos números de investidores em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), de 20%; Certificados de Operações Estruturadas (COEs), de 34%; e de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), de 39%.

“Mas os grandes destaques foram as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), que dispararam 111% na quantidade de CPFs e 104% no volume investido”, apontou a B3.

Número de investidores em BDR disparou 532%

 

Para quem busca a renda variável, no entanto (considerada um investimento de risco maior), os BDRs (sigla para Brazilian Depositary Receipts) têm se mostrado atrativos. Esses papeis, que são recibos de ações de empresas estrangeiras que podem ser adquiridos no Brasil, ganharam 1,2 milhão de novos investidores em 12 meses – quase a totalidade dos 1,3 milhão de novos investidores da renda variável no período, e um crescimento de 532% frente a um ano antes.

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No mesmo período, que vai de abril de 2021 a março de 2022, o valor em custódia subiu 76%, para R$ 7,6 bilhões. Mas o saldo mediano investido levou um tombo: passou de R$ 1.893 para R$ 95.

Renda fixa domina entre pessoas físicas

 

De dezembro de 2020 a março deste ano, o número total de investidores pessoa física cresceu 26%, para 13,3 milhões. Destes, no entanto, 62% possuem apenas títulos de renda fixa – menos, no entanto, que os 68% de 2020.

Fonte: G1

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Despacho gratuito de bagagem: o que foi aprovado no Congresso

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Depois de aprovada no Senado, a volta do despacho gratuito de bagagens em voos operados no Brasil também passou na Câmara dos Deputados. A proposta agora precisa ser sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro e só então será considerada válida. O governo já indicou ser contra.

Se for sancionada, a nova regra permitirá:

 

  • despacho gratuito de bagagem de até 23 kg em voos nacionais;
  • despacho gratuito de bagagem de até 30 kg em voos internacionais;
  • o Código de Defesa do Consumidor classificar como prática abusiva esta cobrança por parte das companhias aéreas.

 

Como é hoje:

 

  • Em 2016, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou uma resolução que dá ao passageiro o direito de levar na cabine uma bagagem de mão de até 10 kg e autoriza as aéreas a cobrarem por bagagens despachadas. Ela começou a ser praticada em 2017.
  • Atualmente, bagagens de até 23 kg em voos nacionais e 32 kg nos voos internacionais são cobradas à parte, com um valor adicional ao da passagem. Cada empresa estabelece o critério de cobrança e as dimensões das malas.
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Seis meses depois da regra começar a valer, o preço médio dos bilhetes ficou praticamente estável, de acordo com levantamento da própria agência.

Atualmente, os preços das passagens vêm subindo por conta do custo da querosene, acompanhando a alta do petróleo.

Fonte: G1

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