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DF tem 144 vagas de emprego nesta terça, com salário de até R$ 3.250

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Maior vencimento será pago a gerente de produção e operações agropecuárias. Também há chance de R$ 2,5 mil para gerente de serviços e peças

Rafaela Felicciano/Metrópoles

As agências do Trabalhador do Distrito Federal oferecem 144 vagas de emprego nesta terça-feira (9/3). Profissões como carpinteiro (38 vagas), armador de ferros (20), técnico de enfermagem (15) e pedagogo (10) são as que apresentam o maior número de oportunidades. Os salários variam entre R$ 32, ao dia, e R$ 1.738 mensais, mais benefícios.

Além disso, há uma vaga para cada uma destas profissões: biomédico, cabeleireiro, esteticista corporal, maquiador, massagista e técnico em saúde bucal. As remunerações variam entre R$ 1,3 mil e R$ 1,5 mil, mais benefícios.

Para se candidatar a qualquer uma das ofertas de emprego, basta ir a uma das 15 agências do trabalhador em funcionamento no DF, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Elas estão abertas durante o lockdown decretado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).

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No entanto, a Secretaria do Trabalho orienta quanto ao uso do serviço remoto para todos os cidadãos e, em especial, para pessoas do grupo de risco, não havendo a necessidade de um atendimento presencial. As vagas de emprego poderão ser acessadas pelo aplicativo do Sine Fácil.

Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do Trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível utilizar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria do Trabalho e preencher o formulário na aba “Empregador”.

Confira aqui as vagas disponíveis.

Fonte: Metropoles
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economia

PIB do Brasil teve o 3º melhor desempenho entre as 10 maiores economias

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Apenas China, que cresceu 2,3%, único com resultado positivo, e os EUA, com -2,3%, foram melhores

O resultado do PIB brasileiro calou os economistas do apocalipse como o FMI, que previu contração de 9%. Apesar da covid, a queda de 4,1% é o terceiro melhor desempenho entre as 10 maiores economias do mundo antes da pandemia.

Apenas China, que cresceu 2,3% e foi a única com resultado positivo, e os EUA, com -2,3%, obtiveram resultados melhores em meio ao distanciamento social, lockdowns e demissões inevitáveis. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Atrás do Brasil estão Japão (-4,8%), Canadá (-5,1%), Alemanha (-5,3%), Índia (-7,7%), França (-8,3%), Itália (-8,8%) e o Reino Unido (-9,9%).

Ações como orçamento de guerra e auxílio emergencial foram decisivos para reação da economia, que cresceu 3,2% no último trimestre de 2020.

Apesar do relativamente bom desempenho na pandemia, o Brasil sofreu com a alta do dólar, que disparou 29,33% em 2020 e 8,1% este ano.

Fonte: Diário do Poder
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