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Distrito Federal fecha semana com 663 oportunidades de emprego

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Interessados devem procurar uma das unidades da Agência do Trabalhador de segunda a sexta, entre 8h e 17h

Duas vagas para cabeleireiro e cinco para manicure são algumas das 633 oportunidades abertas nesta sexta-feira (8), em 63 profissões diferentes, nas unidades da Agência do Trabalhador. Os salários podem chegar a R$ 2,5 mil, mais benefícios, com espaço para contratação de pessoas com ou sem experiência, em todos os níveis de escolaridade.

Completam a lista de oportunidades as vagas para o setor de serviços – uma para caseiro, cinco para costureira e uma para cuidador de idosos, a única que exige nível médio de escolaridade. As remunerações vão de R$ 1.045 a R$ 1,4 mil, mais benefícios.

Confira a lista de vagas

Mecânicos também estão com chances de contratação. São 15 vagas oferecidas e, para concorrer a uma delas, não é preciso ter experiência. Todas exigem apenas que o candidato tenha nível fundamental de escolaridade. Os salários variam entre R$ 1,1 mil e R$ 2 mil, mais benefícios.

A área de vendas ainda é a que mais contrata. São 92 vagas para vendedor de comércio varejista, de consórcio e pracista, mais 178 para consultor de vendas e 66 para representante comercial autônomo. Para essas profissões, as remunerações vão de R$ 21,31 ao dia a até R$ 2,5 mil mensais, mais benefícios.

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Para se candidatar a qualquer uma das vagas, o interessado precisa ir a uma das agências do trabalhador, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

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Após anunciar demissão, Ford chama trabalhadores de volta para produzir peças de reposição

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Os funcionários resistem porque as entidades são contra a volta dos funcionários, até que a multinacional negocie indenizações e um plano de saída do país.

Enquanto a decisão não sai, o Governo Federal já avalia um “Plano B” para as fábricas da montadora.

“A Ford está mandando comunicados, mas a adesão está zero. Está tudo parado. Ninguém está indo (trabalhar). A fábrica precisou alugar um galpão porque na região de Simões Filho (BA) não tinha gente para descarregar mercadorias de 90 caminhoneiros aqui, em Camaçari”, afirma Júlio Bonfim, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari.

Segundo Bonfim, a multinacional ainda não negociou como será o processo de demissão dos empregados, nem reuniu, formalmente, com os sindicatos para discutir as rescisões e indenizações.

“Ninguém voltou (ao trabalho) porque o que a Ford fez foi um ‘tapa na cara’: não negociou nada com a gente e pede para a gente retornar ao trabalho? Não dá”, disparou Júlio Bonfim.

A empresa mantinha no país uma fábrica de motores e de transmissão, em Taubaté (SP), e uma planta montadora, em Camaçari (BA), que já interromperam a produção. Além de uma unidade da marca Troller, em Horizonte (CE), que está prevista para encerrar as atividades, final do ano.

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A Ford não se manifestou sobre a convocação aos trabalhadores, nem sobre eventual negociação com sindicatos.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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