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FipeZap: Preços dos imóveis têm alta de 0,53% em novembro; veja cidades com metro quadrado mais caro

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Imóveis novos na capital paulista — Foto: Ardilhes Moreira/ G1

O preço de venda dos imóveis residenciais registrou um novo aumento de 0,53% em novembro, segundo o Índice FipeZap divulgado nesta quarta-feira (1). No mês passado, a alta foi de 0,43%.

A alta apurada pelo Índice FipeZap em novembro deve ficar abaixo do avanço projetado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o boletim Focus, do Banco Central, a inflação deve ter subido 1,03% no mês passado.

No acumulado do ano, os preços dos imóveis residenciais avançaram 4,78%, também abaixo da inflação esperada para o período (9,35%).

Em novembro, a maioria das capitais monitoradas pelo Índice FipeZap tiveram alta no preço médio de venda dos imóveis. A exceção foi Salvador (BA), com queda de 0,11%. Os maiores aumentos foram observados em Maceió (1,63%), Brasília (1,46%) e Curitiba (1,45%).

No acumulado em 12 meses, o Índice FipeZap tem alta de 5,27%, enquanto a expectativa para a inflação é de 10,83%.

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Metro quadrado

Entre as capitais, o levantamento mostrou que o preço do metro quadrado foi mais caro em São Paulo (R$ 9.673), Rio de Janeiro (R$ 9.631) e Brasília (R$ 8.743).

Os valores mais baixos, por outro lado, foram observados em Campo Grande (R$ 4.530), João Pessoa (R$ 4.849) e Goiânia (R$ 5.057).

G1 – GLOBO

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Comitê define mais dois meses para empresa do Simples acertar débitos

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Adiamento do prazo de 31 de janeiro para 31 de março deve sair na próxima semana

Os negócios de pequeno porte e os microempreendedores individuais (MEI) poderão ganhar mais dois meses para regularizarem os débitos com o Simples Nacional – regime especial de tributação para micro e pequenas empresas. No dia 21, o Comitê Gestor do programa discutirá o adiamento do prazo de 31 de janeiro para 31 de março.

A regularização dos débitos é necessária para os micro e pequenos empresários e os profissionais autônomos continuarem no Simples Nacional. Em nota, a Receita Federal, que integra o Comitê Gestor, informou que a medida tem como objetivo ajudar os negócios afetados pela pandemia de covid-19.

“Neste momento de retomada da economia, a deliberação do Comitê Gestor do Simples Nacional visa propiciar aos contribuintes do Simples Nacional o fôlego necessário para que se reestruturem, regularizem suas pendências e retomem o desenvolvimento econômico afetado devido à pandemia da covid-19”, destacou o comunicado.

Apesar da prorrogação para o pagamento ou a renegociação de dívidas, o prazo de adesão ao Simples Nacional continua sendo 31 de janeiro. Segundo a Receita, essa data não pode ser prorrogada por estar estabelecida na Lei Complementar 123/2006, que criou o regime especial.

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Tradicionalmente, quem não pagou os débitos é retirado do Simples Nacional em 1º de janeiro de cada ano. As empresas excluídas, no entanto, têm até 31 de janeiro para pedir o regresso ao Simples Nacional, desde que resolvam as pendências até essa data.

O processo de regularização deve ser feito por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal (e-Cac), requerendo certificado digital ou código de acesso. O devedor pode pagar à vista, abater parte da dívida com créditos tributários (recursos que a empresa tem direito a receber do Fisco) ou parcelar os débitos em até cinco anos com o pagamento de juros e multa.

Essa é a segunda medida tomada pelo governo para compensar o veto à lei que criaria um programa especial de renegociação para os contribuintes do Simples. Na terça-feira (11), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional criou dois programas para renegociar débitos do Simples inscritos na dívida ativa, quando o contribuinte é negativado e passa a ser cobrado na Justiça <>.

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Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro vetou a renegociação de dívidas com o Simples Nacional. Na ocasião, o presidente alegou falta de medida de compensação (elevação de impostos ou corte de gastos) exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a proibição de concessão ou de vantagens em ano eleitoral.

O projeto vetado beneficiaria 16 milhões de micro e pequenas empresas e de microempreendedores individuais. A renegociação da dívida ativa abrangerá um público menor: 1,8 milhão de contribuintes, dos quais 1,64 são micro e pequenas empresas e 160 mil são MEI.

Criado em 2007, o Simples Nacional é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado por estados e pelo Distrito Federal, e do Imposto Sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Em vez de pagar uma alíquota para cada tributo, o micro e pequeno empresário recolhe, numa única guia, um percentual sobre o faturamento que é repassado para os três níveis de governo. Somente as empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano podem optar pelo regime. (ABr)

Fonte: Diário do Poder

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