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Gigante chinesa Evergrande anuncia pequeno acordo para dar breve alívio ao mercado

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A gigante imobiliária chinesa Evergrande, que está à beira da falência, anunciou nesta quarta-feira (22) um pequeno acordo com um credor local, para evitar o calote dos juros de um título, e que deve aliviar a tensão na economia global. A situação do grupo, com uma dívida acumulada de mais de US$ 300 bilhões, ainda mantém os mercados internacionais em suspense.

Em comunicado à Bolsa de Valores de Shenzhen (sul da China), sua subsidiária Hengda afirmou ter negociado um plano para pagar os juros de um título vencido, estimado em US$ 35,9 milhões.

O comunicado, no entanto, não menciona o pagamento dos juros de outro título que vence nesta quinta (23).

Este pacto representa um breve descanso para a incorporadora imobiliária, que emprega 200.000 pessoas, está presente em mais de 280 cidades e afirma gerar 3,8 milhões de empregos indiretos na China.

Analistas indicam que a ação representa um alívio momentâneo para os mercados.

Fundada na década de 1990, Evergrande experimentou um crescimento frenético alimentado por um grande endividamento que agora ultrapassa US$ 300 bilhões.

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Na semana passada, o grupo admitiu estar “sob tremenda pressão” e reconheceu a possibilidade de não conseguir cumprir suas obrigações.

A situação de Evergrande, com cerca de 1,4 milhão de casas em construção para serem entregues, gerou protestos de clientes, fornecedores e investidores temerosos de perder dinheiro.

Seu presidente e fundador, Xu Jiayin, disse a sua equipe esta semana que o grupo “pode sair de seu momento mais sombrio em breve”.

A empresa contratou especialistas para tentar evitar o colapso e, segundo informações da Bloomberg, os reguladores estaduais também enviaram uma equipe de assessores para ajudar o grupo.

G1 – GLOBO

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FipeZap: Preços dos imóveis têm alta de 0,53% em novembro; veja cidades com metro quadrado mais caro

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Imóveis novos na capital paulista — Foto: Ardilhes Moreira/ G1

O preço de venda dos imóveis residenciais registrou um novo aumento de 0,53% em novembro, segundo o Índice FipeZap divulgado nesta quarta-feira (1). No mês passado, a alta foi de 0,43%.

A alta apurada pelo Índice FipeZap em novembro deve ficar abaixo do avanço projetado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o boletim Focus, do Banco Central, a inflação deve ter subido 1,03% no mês passado.

No acumulado do ano, os preços dos imóveis residenciais avançaram 4,78%, também abaixo da inflação esperada para o período (9,35%).

Em novembro, a maioria das capitais monitoradas pelo Índice FipeZap tiveram alta no preço médio de venda dos imóveis. A exceção foi Salvador (BA), com queda de 0,11%. Os maiores aumentos foram observados em Maceió (1,63%), Brasília (1,46%) e Curitiba (1,45%).

No acumulado em 12 meses, o Índice FipeZap tem alta de 5,27%, enquanto a expectativa para a inflação é de 10,83%.

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Metro quadrado

Entre as capitais, o levantamento mostrou que o preço do metro quadrado foi mais caro em São Paulo (R$ 9.673), Rio de Janeiro (R$ 9.631) e Brasília (R$ 8.743).

Os valores mais baixos, por outro lado, foram observados em Campo Grande (R$ 4.530), João Pessoa (R$ 4.849) e Goiânia (R$ 5.057).

G1 – GLOBO

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