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Globo estreia nova identidade visual

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Globo estreia nova identidade visual

Globo estreia nova identidade visual

A TV Globo estreia nesta quarta-feira (1º) uma nova identidade visual, mais conectada com o público e com o conteúdo que a gente produz.

Quem não conhece o plim plim da TV Globo? Ele continua o mesmo, mas ganhou roupas novas. Seis novas cores, que deixaram a nossa identidade visual ainda mais vibrante e com uma personalidade ainda mais humana, antenada, autêntica, companheira, criativa, popular.

Um trabalho de nove meses desses profissionais dispostos a traduzir o Brasil na marca que faz parte da história da TV no país. Agora, as cores saem do nosso símbolo e ocupam a tela inteira da sua TV. É uma forma de mostrar a você que queremos ser ainda mais próximos, ainda mais acessíveis, queremos sempre falar de igual para igual e celebrar o Brasil em toda a sua diversidade, com otimismo e credibilidade. Em todas as telas, em todos os lugares, onde você estiver.

Uma marca que representa a TV aberta em todos os sentidos, em sintonia com a sociedade e que participa da transformação do Brasil ao vivo, junto com você.

“Era muito importante manter o legado da marca Globo, uma marca super conhecida, forte, consistente. Então, esse legado deve ser preservado e homenageado. Então, a tradição da Globo em identidade visual, que começou com Hans Donner, está presente e continua. Nós estamos fazendo uma evolução da nossa identidade visual, trazendo novos atributos, novas características. Trazer esse futuro de alegria, futuro de novas cores, futuro de esperança. Então, acho que essa identidade visual traz um pouco isso. Fala com seu conteúdo, mas também olha para o futuro pensando numa coisa boa”, diz Ricardo Moyano, diretor de Criação.

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Pela primeira vez, a nova identidade visual da TV Globo é apresentada na nossa campanha de fim de ano. O recomeço nunca foi tão esperado.

“A gente fica feliz de reencontrar no teste de Covid”, diz a atriz Taís Araújo.

“Negativou, está negativa..”, diz atriz Jéssica Ellen.

O abraço nunca foi tão necessário.

“É emocionante a gente fazer isso aqui, ó (abraça a colega)”, afirma a atriz Isis Valverde.

O reencontro fez brotar a emoção natural, que não estava no script.

“E a gente esperava um momento como esse, para gente voltar aos estúdios. Então esse é um ganho para mim, para minha vida, na altura em que eu já estou na vida”, conta a atriz Fernanda Montenegro.

A gravação do filme, de três minutos, teve que se ser feita em pequenos grupos. E, por isso, com prioridade para talentos que estão na tela agora ou que estarão no ano que vem.

Uma mensagem que traz o desejo de um ano novo mais feliz e mais leve, mas também uma mensagem de respeito aos que se foram na pandemia.

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“Como toda família do Brasil, a família Globo chega no final do ano com uma esperança muito grande de novos tempos, de mais leveza, de mais alegria no coração, mas com enorme respeito por aqueles que se foram. E também, como todas as famílias do Brasil, a família Globo perdeu pessoas muito amadas. Então, nós fazemos um tributo a elas, mas a gente renova nossa esperança por novos dias, por novos tempos. Esta é a campanha de fim de ano da Globo. Pela primeira vez, a campanha de fim de ano traz uma segunda mensagem, que também está muito conectada com as famílias brasileiras: a TV Globo vai aproveitar a campanha de fim de ano para começar a mostrar sua nova cara no ar, suas novas cores. Vem aí uma TV Globo com uma roupa um pouco mais leve, um pouco mais colorida, bem de acordo com esse novo tempo que está chegando. E que é o que todo mundo quer, uma roupa mais colorida para um dia de sol, um dia fora de casa com segurança e esperança em dias melhores”, afirma Amauri Soares, diretor da TV Globo.

G1 – GLOBO

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Comitê define mais dois meses para empresa do Simples acertar débitos

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Adiamento do prazo de 31 de janeiro para 31 de março deve sair na próxima semana

Os negócios de pequeno porte e os microempreendedores individuais (MEI) poderão ganhar mais dois meses para regularizarem os débitos com o Simples Nacional – regime especial de tributação para micro e pequenas empresas. No dia 21, o Comitê Gestor do programa discutirá o adiamento do prazo de 31 de janeiro para 31 de março.

A regularização dos débitos é necessária para os micro e pequenos empresários e os profissionais autônomos continuarem no Simples Nacional. Em nota, a Receita Federal, que integra o Comitê Gestor, informou que a medida tem como objetivo ajudar os negócios afetados pela pandemia de covid-19.

“Neste momento de retomada da economia, a deliberação do Comitê Gestor do Simples Nacional visa propiciar aos contribuintes do Simples Nacional o fôlego necessário para que se reestruturem, regularizem suas pendências e retomem o desenvolvimento econômico afetado devido à pandemia da covid-19”, destacou o comunicado.

Apesar da prorrogação para o pagamento ou a renegociação de dívidas, o prazo de adesão ao Simples Nacional continua sendo 31 de janeiro. Segundo a Receita, essa data não pode ser prorrogada por estar estabelecida na Lei Complementar 123/2006, que criou o regime especial.

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Tradicionalmente, quem não pagou os débitos é retirado do Simples Nacional em 1º de janeiro de cada ano. As empresas excluídas, no entanto, têm até 31 de janeiro para pedir o regresso ao Simples Nacional, desde que resolvam as pendências até essa data.

O processo de regularização deve ser feito por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal (e-Cac), requerendo certificado digital ou código de acesso. O devedor pode pagar à vista, abater parte da dívida com créditos tributários (recursos que a empresa tem direito a receber do Fisco) ou parcelar os débitos em até cinco anos com o pagamento de juros e multa.

Essa é a segunda medida tomada pelo governo para compensar o veto à lei que criaria um programa especial de renegociação para os contribuintes do Simples. Na terça-feira (11), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional criou dois programas para renegociar débitos do Simples inscritos na dívida ativa, quando o contribuinte é negativado e passa a ser cobrado na Justiça <>.

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Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro vetou a renegociação de dívidas com o Simples Nacional. Na ocasião, o presidente alegou falta de medida de compensação (elevação de impostos ou corte de gastos) exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a proibição de concessão ou de vantagens em ano eleitoral.

O projeto vetado beneficiaria 16 milhões de micro e pequenas empresas e de microempreendedores individuais. A renegociação da dívida ativa abrangerá um público menor: 1,8 milhão de contribuintes, dos quais 1,64 são micro e pequenas empresas e 160 mil são MEI.

Criado em 2007, o Simples Nacional é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado por estados e pelo Distrito Federal, e do Imposto Sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Em vez de pagar uma alíquota para cada tributo, o micro e pequeno empresário recolhe, numa única guia, um percentual sobre o faturamento que é repassado para os três níveis de governo. Somente as empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano podem optar pelo regime. (ABr)

Fonte: Diário do Poder

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