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Pessimismo e crise pela pandemia não impedem crescimento de alguns setores

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Supermercados (5,4%) e farmácias e perfumarias (2,8%) devem faturar em 2020 mais que no ano de 2019

Apesar das previsões catastróficas de apenas alguns meses atrás, incluindo o chute criminoso de “1 milhão de mortos no Brasil” até este mês por covid-19, a economia tem apresentado sinais importantes de recuperação, mesmo com o cenário muito desfavorável para outros setores. Apesar da pandemia, supermercados (5,4%) e farmácias e perfumarias (2,8%) devem faturar em 2020 mais que no ano de 2019. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Ainda assim, das noves atividades do varejo pesquisadas pela Fecomercio-SP, sete devem encerrar o ano com baixa nas vendas.

Lojas de vestuário, tecidos e calçados lideram as perdas, com previsão de -25,2% no faturamento, em relação a 2019.

O setor de materiais de construção também deve apresentar queda no faturamento (-17,6%), mas já apresentou sinais de recuperação em julho.

Postagem: http://temporarioegnews.com.br

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Fonte: Diário do Poder

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ECONOMIA

Produção industrial avança em 17 das 26 atividades em novembro ante outubro

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O avanço de 1,2% na produção industrial em novembro ante outubro foi resultado de altas em 17 dos 26 ramos pesquisados, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as atividades, a influência positiva mais relevante foi a de veículos automotores, reboques e carrocerias, com um aumento de 11,1% na produção. O setor acumulou uma alta de 1.203,2% em sete meses consecutivos de crescimento, superando em 0,7% o patamar de fevereiro, no pré-pandemia.

“Essa atividade praticamente paralisa seu processo produtivo nos meses de março e abril. A gente tem relato, inclusive, que algumas plantas industriais não produziram absolutamente nada. Claro que automóveis e caminhões são os itens de maior peso, contribuem positivamente, mas também as autopeças está avançando e dando contribuição positiva para esse segmento industrial. A atividade traz consigo outros ramos industriais, como o setor de outros químicos, metalurgia, borracha e plástico. Tem não só a importância da atividade em si, mas também a correlação com outros setores industriais”, apontou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

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Outras contribuições positivas relevantes para a média global da indústria foram de Outros produtos químicos (5,9%), Confecção de artigos do vestuário e acessórios (11,3%), Máquinas e equipamentos (4,1%), Impressão e reprodução de gravações (42,9%), Couro, artigos para viagem e calçados (7,9%), Bebidas (3,1%), Produtos de metal (3,0%), Outros equipamentos de transporte (12,8%) e Metalurgia (1,6%).

Na direção oposta, nove atividades tiveram queda, sendo os principais impactos negativos os segmentos de Produtos alimentícios (-3,1%), Indústrias extrativas (-2,4%) e Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,8%).

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