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Produção industrial avança em 17 das 26 atividades em novembro ante outubro

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O avanço de 1,2% na produção industrial em novembro ante outubro foi resultado de altas em 17 dos 26 ramos pesquisados, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as atividades, a influência positiva mais relevante foi a de veículos automotores, reboques e carrocerias, com um aumento de 11,1% na produção. O setor acumulou uma alta de 1.203,2% em sete meses consecutivos de crescimento, superando em 0,7% o patamar de fevereiro, no pré-pandemia.

“Essa atividade praticamente paralisa seu processo produtivo nos meses de março e abril. A gente tem relato, inclusive, que algumas plantas industriais não produziram absolutamente nada. Claro que automóveis e caminhões são os itens de maior peso, contribuem positivamente, mas também as autopeças está avançando e dando contribuição positiva para esse segmento industrial. A atividade traz consigo outros ramos industriais, como o setor de outros químicos, metalurgia, borracha e plástico. Tem não só a importância da atividade em si, mas também a correlação com outros setores industriais”, apontou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

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Outras contribuições positivas relevantes para a média global da indústria foram de Outros produtos químicos (5,9%), Confecção de artigos do vestuário e acessórios (11,3%), Máquinas e equipamentos (4,1%), Impressão e reprodução de gravações (42,9%), Couro, artigos para viagem e calçados (7,9%), Bebidas (3,1%), Produtos de metal (3,0%), Outros equipamentos de transporte (12,8%) e Metalurgia (1,6%).

Na direção oposta, nove atividades tiveram queda, sendo os principais impactos negativos os segmentos de Produtos alimentícios (-3,1%), Indústrias extrativas (-2,4%) e Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-9,8%).

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Após anunciar demissão, Ford chama trabalhadores de volta para produzir peças de reposição

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Os funcionários resistem porque as entidades são contra a volta dos funcionários, até que a multinacional negocie indenizações e um plano de saída do país.

Enquanto a decisão não sai, o Governo Federal já avalia um “Plano B” para as fábricas da montadora.

“A Ford está mandando comunicados, mas a adesão está zero. Está tudo parado. Ninguém está indo (trabalhar). A fábrica precisou alugar um galpão porque na região de Simões Filho (BA) não tinha gente para descarregar mercadorias de 90 caminhoneiros aqui, em Camaçari”, afirma Júlio Bonfim, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari.

Segundo Bonfim, a multinacional ainda não negociou como será o processo de demissão dos empregados, nem reuniu, formalmente, com os sindicatos para discutir as rescisões e indenizações.

“Ninguém voltou (ao trabalho) porque o que a Ford fez foi um ‘tapa na cara’: não negociou nada com a gente e pede para a gente retornar ao trabalho? Não dá”, disparou Júlio Bonfim.

A empresa mantinha no país uma fábrica de motores e de transmissão, em Taubaté (SP), e uma planta montadora, em Camaçari (BA), que já interromperam a produção. Além de uma unidade da marca Troller, em Horizonte (CE), que está prevista para encerrar as atividades, final do ano.

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A Ford não se manifestou sobre a convocação aos trabalhadores, nem sobre eventual negociação com sindicatos.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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