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Tadeu Filippelli de volta às articulações do governo, muito por vir ainda, aguardem.

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Sedf, SGG e Semob-DF montam GT para plano de subsídio para o transporte público no Entorno

Grupo de Trabalho entre os governos está responsável por gerir a proposta até o acordo

Os Governo de Goiás e do Distrito Federal estão elaborando um plano de trabalho para desenvolver a proposta de subsídio do transporte no Entorno.

Nesta quinta-feira (01/09), a titular da Secretaria goiana do Entorno do DF (Sedfgo), Caroline Fleury, mediou na sede da Pasta, em Brasília, encontro entre representantes da Secretaria Geral de Governo (SGG), de Goiás, Flávio Murilo, o secretário de Transporte e Mobilidade do DF (Semob-DF) com sua equipe e o Ex-vice governador do DF Tadeu Filippelli.

“Agora que a União abriu a possibilidade de apoio financeiro e técnico, montamos esse grupo de trabalho para detalhar o plano e por na mesa de negociação. Ainda falta o mais importante, que é o estudo de impacto financeiro, que está sendo feito pela empresa do governo federal, a Infra S.A.” relatou a titular da Sedfgo.

Além do secretário, da Semob participaram os subsecretários, Márcio Antônio de Jesus (de Operações) e Mauro Fatureto (de Arrecadação, Gestão e Controle de Gratuidades), por parte da SGG presentes, a equipe responsável pelos estudos na região: Miguel Angelo Pricinote (subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte), o superintendente Ricardo Ferreira (da Região Metropolitana de Goiânia), as gerentes Flávia Nascimento (de Políticas de Transporte do Entorno do DF) e Maria de Fátima Abreu (de Políticas e Programas do Entorno), e o líder de área, Wesley de Oliveira. De acordo com Caroline Fleury as tratativas, por meio desse GT, continuam nas próximas semanas com órgãos e autoridades envolvidas.

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Comunicação Setorial – Secretaria do Entorno do Distrito Federal de Goiás

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Médicos da Maternidade Célia Câmara iniciam paralisação; Paço rebate

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Segundo a SMS, somente no mês de novembro, foram depositados para a fundação um total de R$ 8.330.236,52

Eduardo Pinheiro

Médicos que trabalham no Hospital e Maternidade Célia Câmara, em Goiânia, iniciaram na manhã desta quarta-feira (22), paralisação até a “contemplação integral das reivindicações” dos profissionais da unidades. Eles cobram o pagamento das remunerações do mês de setembro.

Médicos reforçam que paralisação atinge apenas atendimentos eletivos

O Sindicato dos Médicos do Estado de Goiás (Simego) diz que os médicos paralisaram os atendimentos eletivos nesta manhã, aderindo à greve, portanto. Assim, os profissionais só realizam os atendimentos de urgência e emergência, com 100% da capacidade.

Prefeitura nega paralisação

A prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), diz que as maternidades municipais, geridas pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundach), “seguem oferecendo assistência humanizada e de qualidade aos pacientes, não há paralisação”.

“O repasse de recursos para a Fundach vem ocorrendo regularmente, conforme cronograma acordado com a instituição. A secretaria reforça que tem mantido diálogo constante com a diretoria da fundação e que a revisão dos contratos pactuados continua sendo realizada”, diz em nota.

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Mais Goiás procurou a Fundach e aguarda manifestação.

Crise das maternidades

Em setembro houve o auge da crise das maternidades em Goiânia. A Fundach, que gere três maternidades de Goiânia, restringiu atendimentos. A entidade alegou sucessivos atrasos em repasses por parte do Paço Municipal, o que deixou as unidades em situação crítica. Com a restrição, houve a suspensão dos procedimentos e serviços não emergenciais do Hospital e Maternidade Dona Íris, Maternidade Nascer Cidadão e Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara.

A Fundação apontou, na ocasião, que não houve o repasse previsto em convênio para os serviços, que somavam R$ 43.312.902,20. Já no final de setembro houve regularização dos atendimentos após repasse à Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (Fundahc/UFG), fundação sem fins lucrativos responsável pela gestão do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC), do Hospital e Maternidade Dona Íris (HMDI) e da Maternidade Nascer Cidadão (MNC).
Fonte: Mais Goiás
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