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João Fernandes detalha conversa com filho sobre morte de Mabel Calzolari: ‘Tristinho’

João Fernandes contou aos seus seguidores como falou sobre a morte de Mabel Calzolari ao filho do casal, Nicolas, de quase 2 anos de idade. “Quando a Mabel já estava no hospital e tinha sofrido as paradas cardíacas eu chamei o Nicolas pra conversar e expliquei mais ou menos o que estava acontecendo. Eu falei pra ele: ‘Cara, agora pode ser que seja só a gente‘”, contou. Visivelmente abalado, avisou: “Tô tentando não chorar, mas prometo explicar”.

João explicou que por causa da pouca idade o menino, que o acompanhou no velório e cremação da atriz, ainda não entende muito bem o que significa a morte. “Uns dois ou três dias depois ela faleceu. Quando eu fui contar pra ele, ele me abraçou e ficou uns 2 minutos abraçado, sem me soltar. Ele não costuma fazer isso, geralmente ele abraça e solta. Dessa vez ele ficou um tempão abraçado comigo“, revelou o ator. E frisou: “Ele não entende muito bem ainda, mas ele sente“.

Dono de duas tatuagens em homenagem a Mabel Calzolari, João Fernandes contou ainda o que ele tem feito para que o filho não esqueça da mãe. “A gente tem tentado dizer pra ele coisas como ‘lembra da mamãe?’, ‘eu gostava quando a mamãe fazia isso’… Porque ele não tem essa noção do que é a morte, de como essa pessoa que estava ali e não está mais. Mas a gente vai passar a vida inteira contando a história dela pro Nico. É o mínimo”, garantiu. E revelou: “Às vezes ele fica tristinho“.

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Mabel Calzolari morreu aos 21 anos de idade, vítima de uma doença rara na coluna, que se espalhou pela medula. Diagnosticada com aracnoitide pós-raqueanestesia, logo após o nascimento do filho, a artista passou por nove cirurgias diferentes e compartilhava o tratamento com os fãs, em sua rede social.

João Fernandes conta que filho sempre morou com ele

O ator explicou que nada mudou na rotina de Nicolas após a morte de Mabel, a quem ele homenageou publicamente após a morte. “Como ela sempre teve que ir e voltar do hospital, o Nicolas sempre morou comigo. Mas toda vez que ele podia, ele ia pra casa da mãe dele. Agora ele vai ficar aqui direto”, explicou.

João Fernandes contou, ainda, que apesar de ele e Mabel Calzolari já não estarem mais juntos como casal, eles mantinham uma união estável. “A gente nunca dissolveu [a união], pra caso eu pegasse algum trabalho ela ser minha dependente no plano [de saúde] e poder fazer todos os tipos de coisas relacionadas à saúde dela no particular”, justificou. Mas avisou: “A gente já tinha se separado há mais de 1 ano”.

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Gloria Pires, Patricia Pillar e mais famosos lamentam morte de Gilberto Braga: ‘Genialidade’

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Recorde a carreira do autor de novelas Gilberto Braga

Natural de Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro, e nascido em 1º de novembro de 1945, Gilberto Tumscitz Braga foi crítico de teatro/cinema no jornal “O Globo”, professor de francês e aluno da faculdade de Letras antes de chegar à TV, em 1972. A estreia foi com “A Dama das Camélias”, uma adaptação para o “Caso Especial”.

Dois anos depois, escreveu sua primeira novela, “Corrida do Ouro”, em parceria com Janete Clair e Lauro César Muniz. Já em 1975 adaptou “Helena” e “Senhora”, clássicos de Machado de Assis e José de Alencar, além de ter assumido a novela “Bravo!” após a saída de Janete.

O primeiro sucesso viria em 1976 com “Escrava Isaura”, uma das novelas mais vendidas pela emissora. Antes de outro marco, “Dancin’ Days” veio “Dona Xepa” (1977). Já em 1980, dividiu com Manoel Carlos a autoria de “Água Viva”. Na sequência, “Brilhante” (1981), “Louco Amor” (1983) e “Corpo a Corpo” (1984).

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Um dos maiores clássicos da novela brasileira veio em 1988 com “Vale Tudo”, estrelada por Regina Duarte, Gloria Pires, Reginaldo Faria e Beatriz Segall, morta em 2018. A partir dos anos 1990, passou a colaborar ou supervisionar novelas como “Lua Cheia de Amor” (naquele ano) e “Lado a Lado” (2012).

Outros trabalhos marcantes foram em “O Dono do Mundo” (1991), “Força de Um Desejo” (1999) e “Insensato Coração” (2011), além de minisséries como “Anos Dourados” (1986), “Anos Rebeldes” (1992) e “Labirinto” (1998). A morte de Gilberto Braga é mais uma perda para as artes brasileiras, que já haviam perdido Eva Wilma, Paulo José, Luis Gustavo e Orlando Drummond, entre outros.

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