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Tóquio 2020: Wallace e Lucarelli analisam próximo desafio contra a Rússia

Lucarelli: “Sabemos que os erros que cometemos são possíveis de evitar” (Foto: Divulgação/FIVB)

O Brasil está na semifinal dos Jogos Olímpicos de Tóquio. A seleção masculina de vôlei, comandada pelo técnico Renan, bateu o Japão na madrugada desta terça-feira (03), por 3 sets a 0 (25/20, 25/22 e 25/20) e garantiu a classificação para a próxima fase. O resultado eliminou os donos da casa na partida disputada na Ariake Arena.

Na semifinal, o time verde e amarelo terá o Comitê Olímpico Russo como adversário. Os russos eliminaram o Canadá, vencendo também por 3 a 0. O confronto será na próxima quinta-feira (05), à 01h, e terá transmissão ao vivo da TV Globo e do SporTV. Os russos foram justamente os responsáveis pela única derrota da seleção brasileira até então.

A outra semifinal entre França e Argentina também acontece no quinta, às 09h.

Na fase de grupos, o Brasil venceu a Tunísia, Argentina, Estados Unidos e França, passou por um resultado negativo, para o Comitê Olímpico da Rússia.

Logo depois do jogo, Wallace falou sobre o desempenho da sua equipe. “Já sabíamos que o jogo seria assim, que eles iriam defender, com volume de quadra muito grande e nós tivemos paciência para passar pelos momentos de dificuldade, de não rifar a bola, nem tomar bloqueio direto. Conseguimos fazer o que estava planejado, agredindo bastante no saque e isso dificultou para o lado deles”, avaliou o oposto da seleção brasileira.

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Wallace ainda falou sobre o que espera diante do Comitê Olímpico Russo. “No outro jogo contra os russos faltou a questão da cobertura. Isso fez uma boa diferença. O passe não saiu tão bem, o bloqueio dos caras é grande e nós não podemos enfrentar. Então, a cobertura vai ser primordial para jogar contra eles. Além disso, também temos que bombardear o time eles no saque”, deu a dica o oposto campeão olímpico.

Destaque da seleção brasileira em Tóquio, Lucarelli sabe que o grupo ainda tem o que crescer dentro da competição. “Sabemos que os erros que cometemos são possíveis de evitar. Temos que caprichar algumas coisas e fazer as escolhas certas em tudo. Também dá para aumentar a concentração em alguns momentos. Sempre falamos que não vamos chegar na perfeição, mas o objetivo é chegar o mais perto possível como time”, concluiu Lucarelli.

O Brasil busca sua quinta final olímpica consecutiva. Em Atenas-04, o Brasil foi ouro, em Pequim-08 e Londres-12, a seleção masculina ficou com a medalha de prata, e no Rio-2016, o grupo brasileiro subiu ao degrau mais alto do pódio.

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Usuários de lentes de contato sofrem em tempo de seca

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Devido à baixa umidade, acessório pode causar coceira, irritação e até lesões corneanas

 Comum na região Centro-Oeste nesta época do ano, a seca vem castigando os brasilienses. Além de aumentar o caso de alergias, causar mal-estar e ressecamento da pele, também gera desconfortos na visão, causando aumento de pacientes com síndrome do olho seco. O problema, entretanto, ficou ainda mais acentuado neste período de pandemia, quando muitos usuários de óculos trocaram esse acessório por um outro: a lente de contato, mais prática neste tempo indispensável do uso das máscaras de proteção facial.

Para quem se adapta bem, as lentes são uma ótima opção pois permitem uma visão total, já que acompanham o direcionamento olhos, proporcionando mais liberdade de movimento. Porém, durante este período do inverno aqui de Brasília, as lentes de contato podem ser uma fonte de irritação. Isso porque a baixa umidade do ar acarreta uma maior evaporação da lágrima, o que aumenta o atrito das lentes com a superfície ocular, o que pode provocar coceira, deixar os olhos constantemente vermelhos e causar, inclusive, lesões corneanas. “O incômodo é tamanho que muitos pacientes sequer conseguem usá-las. Alguns precisam de medicamentos para ajudá-los a aumentar a lubrificação dos olhos”, explica o Dr. José Geraldo Pereira, especialista em Estrabismo, Pterígio e Lentes de Contato Grupo Inob, uma empresa do Opty.

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O especialista ressalta que para aliviar o desconforto, existem colírios apropriados: os vasoconstritores, com corticóides ou mesmo os lubrificantes. Mas é preciso ficar atento, apesar de serem facilmente adquiridos nas farmácias, colírios são remédios e só podem ser utilizados com indicação de um médico.  “Muita gente tem o hábito de pedir a indicação de um amigo ou mesmo usar o colírio que um familiar já está utilizando. Cuidado! Isso pode  outros problemas. Até mesmo aqueles lubrificantes, vendidos sem a necessidade de receita, só podem ser usados à vontade caso não tenham conservantes e o oftalmologista é quem vai orientar seu uso”, assegura.

Apesar da praticidade, as lentes de contato demandam cuidados especiais. Por estar em contato direto com o olho, elas podem provocar uma infecção, caso não sejam manuseadas de forma segura. Mais da metade dos casos de contaminação de córnea no mundo são causados pelo uso de lentes fora da validade, má higienização ou armazenamento incorreto. “É fundamental ter uma solução de limpeza específica e um estojo apropriado para armazená-las. Também é recomendado lavar as mãos com um sabonete bactericida antes de pegá-las. Nada de soro fisiológico, que não possui agentes de limpeza adequados para lubrificar e desinfetar as lentes, e nunca cuspa ou use água corrente na lente ou no estojo, pois ao invés de limpá-los você pode contaminá-los ainda mais. Outra recomendação é não dormir com as lentes, pois isso diminui a chegada do oxigênio por meio da lágrima, castigando muito a córnea”, avisa. “É importante frisar que a adaptação de lentes de contato é um ato médico. Só o especialista, no caso o oftalmologista vai indicar a melhor maneira de evitar este desconforto e usar suas lentes com toda segurança”, completa.

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O Dr. José Geraldo ressalta que, no início da pandemia, o recomendado era abandonar as lentes de contato e usar os óculos. Isso porque imaginava-se que o processo de colocar e tirar a lente dos olhos poderia facilitar a transmissão da Covid-19, já que a doença também é propagada pelo contato com as mãos. Porém, o especialista assegura que não há evidências que atestem que o uso das lentes favoreça o contágio do novo coronavírus. “O asseio é fundamental para afastar o risco de contaminação, seja pelo coronavírus ou por partículas estranhas. Reforçando que com ou sem lentes, no dia a dia, devemos evitar o contato das mãos não higienizadas nos olhos. O segredo para manter seus olhos saudáveis é um só: higiene”, finaliza.

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