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Caminho mais curto entre Taguatinga e Vicente Pires

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Morador de Vicente Pires, Tuza Mendes, 53 anos, nasceu e trabalha em Taguatinga. Por causa do trânsito pesado e maçante que acessa uma das primeiras cidades do DF, tanto pelo Pistão Norte ou via EPTG, enfrenta um martírio diário. Desistiu de contabilizar o tempo perdido longe da família. “Dependendo do horário fica bem tumultuado em qualquer uma dessas duas saídas, tem dias que perdemos mais de uma hora”, lamenta.

Foto: Renato Alves/Agência Brasília
Com 100% da estrutura da ponte concluída, os trabalhos agora giram em torno dos detalhes de acabamento da passagem, que possui quase 14 metros de largura | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Essa rotina de agonia está com os dias contados. Isso porque um caminho mais rápido entre as duas cidades está prestes a ser inaugurado. Construída sobre o Córrego Samambaia, a ponte liga a Rua 4 de Vicente Pires até a Avenida da Misericórdia, no bairro Colônia Agrícola Samambaia, próximo ao Taguapark. A obra – orçada em R$ 2,3 milhões – vai melhorar e muito o fluxo de carros entre as duas regiões, beneficiando cerca de 20 mil motoristas. São 82 metros de extensão que vão proporcionar um grande alívio ao trânsito.

Depois do gramado plantado na lateral da via, calçadas finalizadas e alambrado colocado, o passo final é a pintura horizontal das faixas da lateral e do meio da pista

“Com essa obra a gente faz o destravamento da cidade, dando mais comodidade à comunidade. É qualidade de vida ao morador, que vai chegar mais cedo em casa”, ressalta o administrador de Vicente Pires, Daniel de Castro. “A previsão é que se gaste sete minutos, no máximo, até Taguatinga, com esse acesso pela ponte da Rua 4”, projeta o gestor.

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Acabamento

Com 100% da estrutura da ponte concluída, os trabalhos agora giram em torno dos detalhes de acabamento da passagem, que possui quase 14 metros de largura. Depois do gramado plantado na lateral da via, calçadas finalizadas e alambrado colocado, o passo final é a pintura horizontal das faixas da lateral e do meio da pista.

Na semana passada foram feitas as marcações no asfalto para o recebimento da tinta. Ao todo, foram gastos no projeto quase 140 toneladas em aço, cerca de 630 metros cúbicos de concreto e mais de 500 toneladas de massa asfáltica, empregando 175 operários ao longo de toda a obra.

Há seis meses proprietário de uma oficina mecânica na Rua 4, quase em frente à entrada que dará acesso à ponte que levará até à Avenida da Misericórdia, Silas Ferreira da Costa, 58 anos, está empolgado com a finalização da obra. “Até essa ponte chegar a gente tinha apenas duas saídas de acesso a Taguatinga, os dois caminhos são uma volta danada. Com esse trecho vamos ganhar tempo e vai melhorar o fluxo dos carros”, torce. “Graças ao governador Ibaneis transformamos Vicente Pires em uma cidade com infraestrutura, drenagem, asfalto, calçadas, boca de lobos e obras de artes como essa ponte da Rua 4. Obras essenciais para o conforto da comunidade”, sintetiza o administrador Daniel de Castro.

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(R)Projeto ‘Arquitetando o Mundo’ reforma unidade de acolhimento

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Luna Catrina, de 22 anos, pediu uns dias de folga no trabalho, na Asa Norte, para ajudar na revitalização do Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica). Localizada no Recanto das Emas, a unidade abriga crianças e adolescentes que perderam os vínculos familiares ou, por algum motivo, não estão com a família. Estudante de arquitetura do 9º semestre da Universidade de Brasília (UnB), Luna é uma das voluntárias do Arquitetando o Mundo, projeto do casal paulista Ariadne Pereira e Valter Strunk.

Apesar de ainda faltar um equipamento ou outro, o casal responsável pelo Arquitetando o Mundo acredita que consegue entregar a reforma nos próximos dias | Foto: Ádamo Dan/Sedes

A psicóloga e o arquiteto venderam tudo o que tinham e rodam pelos estados brasileiros numa van em busca de parceiros para reformarem abrigos. No Distrito Federal há três semanas, a dupla escolheu justamente essa unidade no Recanto das Emas, onde moram oito meninas e meninos acolhidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

Apesar de a revitalização estar adiantada, o Arquitetando o Mundo ainda precisa de apoio para terminar o serviço, como alguns ajustes na cozinha, na sala de atendimento e nos banheiros

“Já conseguimos tinta, verniz, ferramentas, parte da iluminação e até um sofá novo doado por um senhor de fora do Brasil”, comemora Valter, ao dizer que saíram de porta em porta pelas ruas do DF em busca de apoio para a empreitada. “A Sedes nos forneceu muito material, mas certas coisas muito específicas não tinham no depósito da secretaria, então precisamos pagar alguns produtos do nosso próprio bolso”, complementa Ariadne.

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Entre as apoiadoras do projeto está a arquiteta Silvana Albuquerque, que atualmente expõe no espaço Café da Casa Cor e a empresa RV Digital.

Apesar de ainda faltar um equipamento ou outro, eles acreditam que conseguem entregar a reforma nos próximos dias. “Graças ao apoio também da equipe de trabalho daqui”, enfatiza o arquiteto, ao citar que um dos cuidadores sociais, Patrício Sá Filho, tem ido trabalhar na obra mesmo fora de seus plantões. “Aqui também é minha casa”, comenta o servidor, que há mais de 20 anos trabalha na Sedes.

Assim como ele, a chefia da unidade tem feito articulação junto à comunidade e à administração local em busca de urbanização da região, para a realização de serviços como roçagem e capina do mato, por exemplo.

Apesar de a revitalização estar adiantada, o Arquitetando o Mundo ainda precisa de apoio para terminar o serviço, como alguns ajustes na cozinha, na sala de atendimento e nos banheiros. Quem tiver interesse em colaborar de alguma forma, pode entrar em contato pelo telefone (11) 95300-0059, ou pelo telefone da Sedes (61) 3773-7236 (de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h). Ou, ainda, pelo site apoia.se/arquitetandoomundo.

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*Com informações da Sedes

Agência Brasília

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