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Projeto promove educação antirracista em Taguatinga

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Nesta quarta-feira (27) será lançado o projeto Cidade cor: educação antirracista em Taguatinga. O evento será realizado às 14h, no Centro Cultural Taguaparque, para estudantes de ensino médio de escolas convidadas.

A participação especial é da cantora Ellen Oléria, que promete uma tarde de muita música e bate-papo com os jovens.

“Vamos fazer parte de uma programação bem bacana, promovida pela regional de ensino. A gente vai falar sobre algo muito relevante para nós, com uma luta afirmativa e antirracista”, antecipa a cantora, que foi estudante do Centro Educacional 7, de Taguatinga.

A programação será contínua, compondo o projeto político-pedagógico de 34 escolas de Taguatinga que adotaram a proposta.

“Queremos que a prática seja interdisciplinar, que as escolas sejam mais acolhedoras e menos discriminatórias”Janaína Almeida, coordenadora do Cidade Cor

Entre as principais vivências do projeto estão o seminário de educação antirracista, a aquisição de livros com a temática para as bibliotecas, a entrega de um caderno de apoio para práticas pedagógicas, a produção de painéis com personalidades negras e o plantio de baobás com bate-papos, além de concurso de seleção das práticas pedagógicas desenvolvidas pelas unidades escolares, que resultará na produção de um e-book.

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Cidade cor é idealizado e coordenado pela professora Janaína Almeida, em parceria com suporte técnico-pedagógico dos professores Adeir Ferreira, Aldenora Macedo e Elna Dias.

“Nós pretendemos tratar das questões antirracistas durante todo o ano letivo, nas diversas disciplinas e diferentes áreas do conhecimento. Queremos que a prática seja interdisciplinar, que as escolas sejam mais acolhedoras e menos discriminatórias”, destaca a coordenadora do projeto.

*Com informações da Secretaria de Educação do DF

Agência Brasília

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(R)Projeto ‘Arquitetando o Mundo’ reforma unidade de acolhimento

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Luna Catrina, de 22 anos, pediu uns dias de folga no trabalho, na Asa Norte, para ajudar na revitalização do Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica). Localizada no Recanto das Emas, a unidade abriga crianças e adolescentes que perderam os vínculos familiares ou, por algum motivo, não estão com a família. Estudante de arquitetura do 9º semestre da Universidade de Brasília (UnB), Luna é uma das voluntárias do Arquitetando o Mundo, projeto do casal paulista Ariadne Pereira e Valter Strunk.

Apesar de ainda faltar um equipamento ou outro, o casal responsável pelo Arquitetando o Mundo acredita que consegue entregar a reforma nos próximos dias | Foto: Ádamo Dan/Sedes

A psicóloga e o arquiteto venderam tudo o que tinham e rodam pelos estados brasileiros numa van em busca de parceiros para reformarem abrigos. No Distrito Federal há três semanas, a dupla escolheu justamente essa unidade no Recanto das Emas, onde moram oito meninas e meninos acolhidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

Apesar de a revitalização estar adiantada, o Arquitetando o Mundo ainda precisa de apoio para terminar o serviço, como alguns ajustes na cozinha, na sala de atendimento e nos banheiros

“Já conseguimos tinta, verniz, ferramentas, parte da iluminação e até um sofá novo doado por um senhor de fora do Brasil”, comemora Valter, ao dizer que saíram de porta em porta pelas ruas do DF em busca de apoio para a empreitada. “A Sedes nos forneceu muito material, mas certas coisas muito específicas não tinham no depósito da secretaria, então precisamos pagar alguns produtos do nosso próprio bolso”, complementa Ariadne.

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Entre as apoiadoras do projeto está a arquiteta Silvana Albuquerque, que atualmente expõe no espaço Café da Casa Cor e a empresa RV Digital.

Apesar de ainda faltar um equipamento ou outro, eles acreditam que conseguem entregar a reforma nos próximos dias. “Graças ao apoio também da equipe de trabalho daqui”, enfatiza o arquiteto, ao citar que um dos cuidadores sociais, Patrício Sá Filho, tem ido trabalhar na obra mesmo fora de seus plantões. “Aqui também é minha casa”, comenta o servidor, que há mais de 20 anos trabalha na Sedes.

Assim como ele, a chefia da unidade tem feito articulação junto à comunidade e à administração local em busca de urbanização da região, para a realização de serviços como roçagem e capina do mato, por exemplo.

Apesar de a revitalização estar adiantada, o Arquitetando o Mundo ainda precisa de apoio para terminar o serviço, como alguns ajustes na cozinha, na sala de atendimento e nos banheiros. Quem tiver interesse em colaborar de alguma forma, pode entrar em contato pelo telefone (11) 95300-0059, ou pelo telefone da Sedes (61) 3773-7236 (de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h). Ou, ainda, pelo site apoia.se/arquitetandoomundo.

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*Com informações da Sedes

Agência Brasília

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