BRASÍLIA

MANCHETES

As mentiras da mídia estão causando efeitos psicológicos nos policiais

Publicados

em

                                       

O canal Terça Livre, entrevistou, no sábado (7/9), a psicóloga Cris Godoy. Filha e parente de policiais militares, ela explicou os efeitos psicológicos que as mentiras da mídia causam nos policiais militares, que são tratados como bandidos pelos militantes e ativistas de esquerda.

Segundo o canal, esses fomentadores dessas mentiras ocupam redações da mídia e se apresentam como jornalistas, fazendo com que não só o povo seja engando, mas também os membros da Polícia Militar, que acabam precisando recorrer a tratamentos psicológicos muitas vezes, tanto pelas pressões do exercício da função, quanto pelo efeito das mentiras da mídia na sociedade, que passa a recriminá-los também.

Cris Godoy é psicóloga clínica da linhagem freudiana, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em psico-oncologia pela Fundação Antônio Prudente e Especialização em Psicopatologia e Saúde Pública pela USP, atua há 14 anos, é palestrante sobre prevenção de suicídio de policiais e desenvolve um trabalho junto à Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP).

O vídeo acima apresenta uma entrevista com a psicóloga, contando como é o trabalho que desenvolve com os policiais, quais pressões eles sofrem.

Leia Também:  Prefeito do PT e toda família são presos por corrupção - Até a mamãe foi

Fonte:

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

MANCHETES

A ética da responsabilidade como atributo do estadista

Publicados

em

 

Salin Siddartha

Cabe aos governantes do Distrito Federal ser a voz da razão para afirmar Brasília como espaço de liberdade responsável pelo seu desenvolvimento econômico e social. O grau de racionalidade das políticas sociais deve ser adaptável às vocações das Regiões Administrativas do DF como um todo, bem como precisa estar sintonizado com certos aspectos irracionais do comportamento dos agentes políticos a fim de compensá-los com ajustes de previsão, percepção e resolução, já que nem tudo é sempre racional e a forma como as escolhas são estruturadas se torna importante para a tomada de decisões políticas.

Uma coisa é certa: a defasagem entre aquilo que os quadros políticos do governo sabem e aquilo que pensam que sabem é sempre perigosamente elevada. Dessa forma, aquilo que não se sabe é mais relevante do que aquilo que se sabe. Todavia o governante tem mais responsabilidade pelos resultados dos seus atos do que os outros cidadãos, pois a ética da responsabilidade é um atributo do estadista.

É claro que muitos problemas são imperceptíveis, principalmente quando os governantes se mantêm a distância das comunidades, sem observar in loco o que está acontecendo. Sendo assim, é de bom alvitre o contato permanente com a comunidade e o funcionamento deveras participativo da população no poder local.

Leia Também:  Muito mais moradia para a população do Distrito Federal

A tendência lenta, embora gradual, com que um problema começa a manifestar-se pode ser assaz imperceptível para que se possa prever o desastre que ele possa causar – como no caso da formação de ilhas de calor em nossas áreas urbanas e diversos problemas ambientais que, devagar, mas constantemente, foram espraiando-se pelo Distrito Federal e continuam a ameaçar, cada vez mais, nossa sustentabilidade ambiental. São normalidades deslizantes ocultas por trás de flutuações confusas que não só foram mas também vão deteriorando, aos poucos, a cidade, tornando difícil perceber um futuro que pode ser dramático para a sociedade brasiliense.

A incapacidade de resolver um problema, mesmo após ter sido previsto e percebido dá-se, em muitas ocasiões, pela atitude egoísta, em benefício próprio das oligarquias locais, mesmo que por intermédio de um comportamento nocivo à sociedade. É um sintoma imoral motivado pela perspectiva gananciosa de auferir maiores ganhos financeiros e patrimoniais à custa de perdas irreparáveis à Capital da República.

Note-se o mal que a especulação imobiliária fez em Águas Claras com relação à sustentabilidade do DF em questões como caos urbano, atravancamento do sistema de transporte, congestionamentos, falta de mobilidade e acessibilidade, prejuízos ao meio ambiente. A falta de comedimento leva a própria população a invadir áreas públicas sob o pretexto de que “o vizinho o fez, então eu também irei fazê-lo!”; o pior é que objetivos eleitoreiros conduzem maus políticos a regularizarem tais invasões, para prejuízo e destruição do bem comum das gerações futuras.

Leia Também:  Contra o coronavírus, militares higienizam metrô no DF

É comum não se tentar resolver problemas já percebidos pelo simples fato de que a manutenção de tais problemas é boa para uma parte das elites poderosas desta cidade. É preciso que se abandonem valores arraigados na cultura e na história da população quando eles passam a ser incompatíveis com a sobrevivência coletiva. Os problemas que aqui apontamos devem servir de alerta também para outras cidades do País. São posturas assim que fazem com que certas sociedades sejam bem sucedidas e sobrevivam felizes pela história adentro, enquanto outras, por efetuarem escolhas erradas, fracassam e deixam de existir.

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

DISTRITO FEDERAL

FALA BOLSONARO

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA