BRASÍLIA

ECONOMIA

Caixa confirma quatro meses de pausa em pagamento de prestação habitacional

Publicados

em

Presidente do banco informou, ao lado de Jair Bolsonaro, que o alívio a quem tem financiamento imobiliário será ampliado

Presidente da CEF, Pedro GuimarãesFOTO: ANDRE BORGES/ESP. METRÓPOLES

 

O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, afirmou, na noite desta quinta-feira (14/05), em transmissão ao vivo ao lado do presidente Jair Bolsonaro, que o banco ampliará de três para quatro meses a interrupção de cobrança das parcelas do financiamento habitacional.

“Ao estender a pausa na prestação do contrato habitacional para quatro meses, o banco oferece às pessoas e empresas a oportunidade de reprogramar seu orçamento diante das dificuldades que vêm enfrentando nesse período”, declarou Pedro Guimarães.

Em 27 de março, Guimarães havia anunciado que clientes com financiamento imobiliário poderiam solicitar um adiamento de até três meses no pagamento das prestações.

Ao conversar com jornalistas na porta do Palácio da Alvorada, o presidente defendeu a retomada da economia para que as pessoas tenham condições de voltar a pagar as prestações.

“Não adianta apenas prorrogar. Se o elemento perdeu o emprego e teve o salário reduzido, não tem como pagar as prestações da casa própria”, disse.

Postagem: http://temporarioegnews.com.br

Fonte: Metropoles

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

ECONOMIA

PIB do Brasil teve o 3º melhor desempenho entre as 10 maiores economias

Publicados

em

Apenas China, que cresceu 2,3%, único com resultado positivo, e os EUA, com -2,3%, foram melhores

O resultado do PIB brasileiro calou os economistas do apocalipse como o FMI, que previu contração de 9%. Apesar da covid, a queda de 4,1% é o terceiro melhor desempenho entre as 10 maiores economias do mundo antes da pandemia.

Apenas China, que cresceu 2,3% e foi a única com resultado positivo, e os EUA, com -2,3%, obtiveram resultados melhores em meio ao distanciamento social, lockdowns e demissões inevitáveis. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Atrás do Brasil estão Japão (-4,8%), Canadá (-5,1%), Alemanha (-5,3%), Índia (-7,7%), França (-8,3%), Itália (-8,8%) e o Reino Unido (-9,9%).

Ações como orçamento de guerra e auxílio emergencial foram decisivos para reação da economia, que cresceu 3,2% no último trimestre de 2020.

Apesar do relativamente bom desempenho na pandemia, o Brasil sofreu com a alta do dólar, que disparou 29,33% em 2020 e 8,1% este ano.

Fonte: Diário do Poder
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Goudim Carneiro agora é MDB
Continue lendo

DISTRITO FEDERAL

FALA BOLSONARO

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA