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Caravana FCO para empresários registra mais destinação de recursos para o DF

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Coordenadora-geral do FCO diz que o aumento significativo do orçamento específico é resultado de políticas de incentivo que o GDF tem feito com a Sudeco

AGÊNCIA BRASÍLIA *
| Foto: Divulgação / Secretaria de Fazenda

O Fundo de Financiamento Constitucional do Centro-Oeste (FCO) apresentou crescimento de 208% no número de empresas do Distrito Federal que contrataram recursos no mês de junho. Foram firmados 757 contratos no FCO Empresarial, no valor total de R$ 215,4 milhões. É um aumento de 112% sobre o valor contratado no mesmo período do ano passado, quando foram aprovados 246 contratos que totalizaram R$ 101,7 milhões.

Os dados foram apresentados na Caravana FCO para empresários, realizada nesta terça-feira (30/7), na sede da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). O evento, organizado pela Secretaria de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão (SEFP) e pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), em parceria com o Sistema Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Banco Regional de Brasília (BRB) e outras instituições financeiras teve foco em novas empresas que estão se instalando no DF.

De acordo com a coordenadora-geral do FCO, Luciana Barros, o aumento significativo é resultado das políticas de incentivo que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem feito com a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco). Uma dessas iniciativas é a Caravana Itinerante do FCO, eventos em que os empresários locais são orientados na elaboração de projetos para recebimento dos recursos do Fundo. Com a maior divulgação promovida pelo GDF, as caravanas têm impulsionado a captação de recursos por parte de empresários.

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Para a Caravana desta terça-feira foram convidados empresários da região com potencial de desenvolvimento de empresas no DF. Na ocasião, os empresários foram incentivados a investir na região, utilizando recursos que estão disponíveis com condições financeiras diferenciadas. “O objetivo do Fundo é financiar os setores produtivos para desenvolver a região tanto economicamente quanto socialmente com foco na geração de emprego e renda”, destacou Luciana Barros.

O superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), Antônio Xará, destacou a melhoria observada na destinação de recursos para pequenos e microempresários. Ressaltou que o capital de giro é essencial para a economia dos lojistas e a importância do FCO nessa função. Empresários presentes representaram as empresas Frescatto, Hospital Dia, Novo Mundo, Cervejaria Petrópolis, Porto Seco, Siqueira Campos e Tecmed. Também estiveram presentes representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Sebrae, BRB e Banco do Brasil.

O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) foi criado pela Lei n.º 7.827, de 27.09.1989, que regulamentou o artigo 159, inciso I, alínea “c”, da Constituição Federal. Os recursos contribuem para o desenvolvimento econômico e social da Região, mediante a execução de programas de financiamento aos setores produtivos. Desde a sua implantação, o FCO já injetou mais de R$ 84 bilhões na economia do Centro-Oeste. As principais vantagens do fundo, além das taxas de financiamento atrativas, são limites financiáveis que podem chegar a até 100% do valor total do projeto e prazos de pagamento e carência mais atrativos.

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Podem solicitar empréstimos: produtores rurais, firmas individuais, pessoas jurídicas, associações e cooperativas de produção – que desenvolvam atividades nos setores agropecuários, mineral, industrial, agroindustrial, turístico, de infraestrutura, comercial e de serviços.

* Com informações da Secretaria de Fazenda.

Fonte: Agência Brasilia

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A ética da responsabilidade como atributo do estadista

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Salin Siddartha

Cabe aos governantes do Distrito Federal ser a voz da razão para afirmar Brasília como espaço de liberdade responsável pelo seu desenvolvimento econômico e social. O grau de racionalidade das políticas sociais deve ser adaptável às vocações das Regiões Administrativas do DF como um todo, bem como precisa estar sintonizado com certos aspectos irracionais do comportamento dos agentes políticos a fim de compensá-los com ajustes de previsão, percepção e resolução, já que nem tudo é sempre racional e a forma como as escolhas são estruturadas se torna importante para a tomada de decisões políticas.

Uma coisa é certa: a defasagem entre aquilo que os quadros políticos do governo sabem e aquilo que pensam que sabem é sempre perigosamente elevada. Dessa forma, aquilo que não se sabe é mais relevante do que aquilo que se sabe. Todavia o governante tem mais responsabilidade pelos resultados dos seus atos do que os outros cidadãos, pois a ética da responsabilidade é um atributo do estadista.

É claro que muitos problemas são imperceptíveis, principalmente quando os governantes se mantêm a distância das comunidades, sem observar in loco o que está acontecendo. Sendo assim, é de bom alvitre o contato permanente com a comunidade e o funcionamento deveras participativo da população no poder local.

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A tendência lenta, embora gradual, com que um problema começa a manifestar-se pode ser assaz imperceptível para que se possa prever o desastre que ele possa causar – como no caso da formação de ilhas de calor em nossas áreas urbanas e diversos problemas ambientais que, devagar, mas constantemente, foram espraiando-se pelo Distrito Federal e continuam a ameaçar, cada vez mais, nossa sustentabilidade ambiental. São normalidades deslizantes ocultas por trás de flutuações confusas que não só foram mas também vão deteriorando, aos poucos, a cidade, tornando difícil perceber um futuro que pode ser dramático para a sociedade brasiliense.

A incapacidade de resolver um problema, mesmo após ter sido previsto e percebido dá-se, em muitas ocasiões, pela atitude egoísta, em benefício próprio das oligarquias locais, mesmo que por intermédio de um comportamento nocivo à sociedade. É um sintoma imoral motivado pela perspectiva gananciosa de auferir maiores ganhos financeiros e patrimoniais à custa de perdas irreparáveis à Capital da República.

Note-se o mal que a especulação imobiliária fez em Águas Claras com relação à sustentabilidade do DF em questões como caos urbano, atravancamento do sistema de transporte, congestionamentos, falta de mobilidade e acessibilidade, prejuízos ao meio ambiente. A falta de comedimento leva a própria população a invadir áreas públicas sob o pretexto de que “o vizinho o fez, então eu também irei fazê-lo!”; o pior é que objetivos eleitoreiros conduzem maus políticos a regularizarem tais invasões, para prejuízo e destruição do bem comum das gerações futuras.

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É comum não se tentar resolver problemas já percebidos pelo simples fato de que a manutenção de tais problemas é boa para uma parte das elites poderosas desta cidade. É preciso que se abandonem valores arraigados na cultura e na história da população quando eles passam a ser incompatíveis com a sobrevivência coletiva. Os problemas que aqui apontamos devem servir de alerta também para outras cidades do País. São posturas assim que fazem com que certas sociedades sejam bem sucedidas e sobrevivam felizes pela história adentro, enquanto outras, por efetuarem escolhas erradas, fracassam e deixam de existir.

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

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