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Cultura: Regina Duarte diz que uma “facção” quer tomar seu lugar

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Atriz afirmou que seus primeiros dias na Secretaria da Cultura foram para desfazer “intrigas e fake news” e lidar com ativismo político

Cerimônia de Posse da Secretária Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Regina Duarte

CAROLINA ANTUNES/PR

Recém-empossada como presidente da Secretaria Especial da Cultura, ligada ao Ministério do Turismo, a atriz Regina Duarte revelou, em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, que seus primeiros dias à frente do cargo foram para desfazer “intrigas e fake news” e lidar com ativismo político. “Há toda uma facção que quer ocupar esse lugar, que quer que eu me demita”, afirmou a atriz, reforçando que esse período foi de altos e baixos, com momentos em que se sentiu “muito viva” e outros “muitíssimo angustiantes”.

De acordo com ela, toda sua ocupação até o momento foi para apagar incêndios provocados pelas exonerações que ela realizou frente à pasta. “Exonerações são necessárias. Eu tenho que ter uma equipe na qual eu confie”, observou Regina, para dizer que aceitou o cargo por “patriotismo”.

Olavistas
Na semana passada, os ataques à atriz partiram principalmente do escritor Olavo de Carvalho, que foi às redes sociais para afirmar que ela não tem capacidade de exercer o cargo e pedir “perdão” ao presidente Jair Bolsonaro por ter apoiado a indicação dela.

Regina também promoveu demissões na pasta de pessoas declaradamente ligadas a Olavo. Nas redes sociais, a hashtag #foraRegina se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter.

A atriz foi chamada por internautas de comunista e que ela seria uma “traidora” num cargo de confiança.

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Regina ainda afirmou que, na Secretaria, encontrou muitas pessoas fazendo ativismo, preparando-se para disputar as eleições. “Eu e minha equipe queremos fazer cultura”, reiterou.

Classe artística

A nova chefe da pasta fez um aceno à classe política ao dizer que seria pouco inteligente e um tiro no pé se os artistas não aproveitassem a porta que, segundo ela, está sendo aberta no governo Bolsonaro. Ela ainda pediu desculpas a alguns artistas que ele expôs nas redes sociais como seus apoiadores.

Fundação Palmares
A atriz ainda deu a entender que vai exonerar o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo. “Ele é muito mais ativista do que gestor público”, observou, para depois dizer que está adiando esse problema porque ainda é uma “discussão muito aquecida”.

Postagem: http://temporarioegnews.com.br

Fonte: Metropoles

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

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Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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