BRASÍLIA

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Marcilene Lima, a candidata do CDDF a prefeita de Padre Bernardo

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Nascida e crescida em Padre Bernardo. Filha de agricultores e neta do Zé Moreira, da Grota do Boi. Desde cedo, aprendeu que o trabalho era a melhor forma de vencer na vida.

Família de 8 irmãos e todos com muito orgulho de sua criação. As dificuldades que enfrentaram e preconceitos que superaram a fizeram uma mulher forte e destemida. Marcilene e seus irmãos, mesmo com toda dificuldade, conseguiram estudar e trabalhar. Como diz Marcilene:

“Não foi fácil, eu garanto, mas em 2002, consegui minha primeira graduação. Meu diploma em Recursos Humanos teve o peso de um troféu”.

Sempre acreditou que educação de qualidade e a informação são as grandes armas para transformar o mundo em um lugar melhor e, por isso, foi atrás de mais. Estudou e, graças a Deus, formou-se pela segunda vez: agora em Direito. Como toda mulher, também sempre sonhou em ter uma família. Hoje, com seu esposo e filho, percebe o quanto Deus foi generoso e o quanto devemos olhar para o próximo.

QUEM É
MARCILENE LIMA?

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Atualmente, trabalho na Superintendência da Região Oeste, dentro do Conselho de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (CDDF), que abrange as cidades de Brazlândia, Samambaia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Ceilândia, Águas Claras, Arniqueira/Areal/ADE, Vicente Pires e Taguatinga. CDDF é uma organização da sociedade civil e do Terceiro Setor. Sou muito feliz com o que faço, mas sei que posso e quero fazer muito mais.

Por causa da minha história de vida, das dificuldades que enfrentei desde pequena, da falta de oportunidades e, às vezes, até de comida, comecei a olhar para as pessoas e nossa cidade de forma diferente. Há anos faço trabalhos voluntários em causas sociais, mas chegou a hora de fazer mais.

Eu estudei, me preparei e me qualifiquei para fazer mais por PADRE BERNARDO. Hoje, sou candidata a prefeita pelo Cidadania, partido que me acolheu e que me deu possibilidades e liberdade para trabalhar em prol de melhorias para a população de nossa cidade. O vice-governador de Goiás, Lincoln Tejota, tem me apoiado e, agora, preciso do apoio de vocês também.

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O que eu mais quero, é ouvir a população, pois sei que para trabalhar pelas mudanças que Padre Bernardo precisa, precisamos seguir juntos. Se você acredita que nossa cidade pode mudar e avançar, te convido a vir comigo.

Eu sou Marcilene Lima, e o meu número é o 23.
Vamos juntos, fazer de nossa cidade, um lugar melhor para todos.

“Amigos e Conselheiros de Padre Bernardo o dia 15 de novembro está próximo. Por isso peço aos amigos para compartilhar com amigos e parentes a votarem Marcilene Lima 23 para prefeita. Vamos multiplicar para elegermos esta guerreira que representara muito bem e com dignidade o CDDF e a todos os eleitores de Padre Bernardo, na Prefeitura”, Eugênio Piedade, presidente do CDDF.

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

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MANCHETES

A ética da responsabilidade como atributo do estadista

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Salin Siddartha

Cabe aos governantes do Distrito Federal ser a voz da razão para afirmar Brasília como espaço de liberdade responsável pelo seu desenvolvimento econômico e social. O grau de racionalidade das políticas sociais deve ser adaptável às vocações das Regiões Administrativas do DF como um todo, bem como precisa estar sintonizado com certos aspectos irracionais do comportamento dos agentes políticos a fim de compensá-los com ajustes de previsão, percepção e resolução, já que nem tudo é sempre racional e a forma como as escolhas são estruturadas se torna importante para a tomada de decisões políticas.

Uma coisa é certa: a defasagem entre aquilo que os quadros políticos do governo sabem e aquilo que pensam que sabem é sempre perigosamente elevada. Dessa forma, aquilo que não se sabe é mais relevante do que aquilo que se sabe. Todavia o governante tem mais responsabilidade pelos resultados dos seus atos do que os outros cidadãos, pois a ética da responsabilidade é um atributo do estadista.

É claro que muitos problemas são imperceptíveis, principalmente quando os governantes se mantêm a distância das comunidades, sem observar in loco o que está acontecendo. Sendo assim, é de bom alvitre o contato permanente com a comunidade e o funcionamento deveras participativo da população no poder local.

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A tendência lenta, embora gradual, com que um problema começa a manifestar-se pode ser assaz imperceptível para que se possa prever o desastre que ele possa causar – como no caso da formação de ilhas de calor em nossas áreas urbanas e diversos problemas ambientais que, devagar, mas constantemente, foram espraiando-se pelo Distrito Federal e continuam a ameaçar, cada vez mais, nossa sustentabilidade ambiental. São normalidades deslizantes ocultas por trás de flutuações confusas que não só foram mas também vão deteriorando, aos poucos, a cidade, tornando difícil perceber um futuro que pode ser dramático para a sociedade brasiliense.

A incapacidade de resolver um problema, mesmo após ter sido previsto e percebido dá-se, em muitas ocasiões, pela atitude egoísta, em benefício próprio das oligarquias locais, mesmo que por intermédio de um comportamento nocivo à sociedade. É um sintoma imoral motivado pela perspectiva gananciosa de auferir maiores ganhos financeiros e patrimoniais à custa de perdas irreparáveis à Capital da República.

Note-se o mal que a especulação imobiliária fez em Águas Claras com relação à sustentabilidade do DF em questões como caos urbano, atravancamento do sistema de transporte, congestionamentos, falta de mobilidade e acessibilidade, prejuízos ao meio ambiente. A falta de comedimento leva a própria população a invadir áreas públicas sob o pretexto de que “o vizinho o fez, então eu também irei fazê-lo!”; o pior é que objetivos eleitoreiros conduzem maus políticos a regularizarem tais invasões, para prejuízo e destruição do bem comum das gerações futuras.

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É comum não se tentar resolver problemas já percebidos pelo simples fato de que a manutenção de tais problemas é boa para uma parte das elites poderosas desta cidade. É preciso que se abandonem valores arraigados na cultura e na história da população quando eles passam a ser incompatíveis com a sobrevivência coletiva. Os problemas que aqui apontamos devem servir de alerta também para outras cidades do País. São posturas assim que fazem com que certas sociedades sejam bem sucedidas e sobrevivam felizes pela história adentro, enquanto outras, por efetuarem escolhas erradas, fracassam e deixam de existir.

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

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