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Novacap libera parcialmente espaços na obra da Rodoviária

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Arte: Novacap

Medida vale para o estacionamento em frente ao Setor de Diversão Sul e para a calçada entre Conjunto Nacional e o Conic

AGÊNCIA BRASÍLIA *

Após estudos dos trabalhos emergenciais em andamento na Rodoviária, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) irá liberar parcialmente, nesta sexta-feira (26/7), o estacionamento em frente ao Setor de Diversão Sul (SDS). O mesmo vale para a calçada entre o Conjunto Nacional e o Conic para passagem de pedestres.

O diretor de Edificações da Novacap, Francisco Ramos, informa que os serviços de escoramento ainda estão sendo realizados na plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto. Mas é possível liberar um espaço a mais em frente ao Conic, no estacionamento e no acesso a pedestres na calçada entre os dois empreendimentos comerciais.

Os trabalhos emergenciais na Rodoviária foram iniciados no dia 10 de julho deste ano e devem durar 90 dias com investimento de R$ 1,192 milhão.

Reaproveitamento

O material da demolição da Rodoviária do Plano Piloto está sendo reaproveitado pela Novacap para confecção de meios-fios que serão distribuídos em obras de todas as regiões administrativas. A produção é realizada na fábrica de argamassa da Novacap.

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A estimativa é que sejam reaproveitadas 40 toneladas de entulho. “Com esse reaproveitamento, a Novacap diminui o descarte desse material no meio ambiente e ainda ajuda em obras nas regiões do DF”, diz Ramos.

C0m informações da Novacap

Fonte: Agência Brasilia

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A ética da responsabilidade como atributo do estadista

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Salin Siddartha

Cabe aos governantes do Distrito Federal ser a voz da razão para afirmar Brasília como espaço de liberdade responsável pelo seu desenvolvimento econômico e social. O grau de racionalidade das políticas sociais deve ser adaptável às vocações das Regiões Administrativas do DF como um todo, bem como precisa estar sintonizado com certos aspectos irracionais do comportamento dos agentes políticos a fim de compensá-los com ajustes de previsão, percepção e resolução, já que nem tudo é sempre racional e a forma como as escolhas são estruturadas se torna importante para a tomada de decisões políticas.

Uma coisa é certa: a defasagem entre aquilo que os quadros políticos do governo sabem e aquilo que pensam que sabem é sempre perigosamente elevada. Dessa forma, aquilo que não se sabe é mais relevante do que aquilo que se sabe. Todavia o governante tem mais responsabilidade pelos resultados dos seus atos do que os outros cidadãos, pois a ética da responsabilidade é um atributo do estadista.

É claro que muitos problemas são imperceptíveis, principalmente quando os governantes se mantêm a distância das comunidades, sem observar in loco o que está acontecendo. Sendo assim, é de bom alvitre o contato permanente com a comunidade e o funcionamento deveras participativo da população no poder local.

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A tendência lenta, embora gradual, com que um problema começa a manifestar-se pode ser assaz imperceptível para que se possa prever o desastre que ele possa causar – como no caso da formação de ilhas de calor em nossas áreas urbanas e diversos problemas ambientais que, devagar, mas constantemente, foram espraiando-se pelo Distrito Federal e continuam a ameaçar, cada vez mais, nossa sustentabilidade ambiental. São normalidades deslizantes ocultas por trás de flutuações confusas que não só foram mas também vão deteriorando, aos poucos, a cidade, tornando difícil perceber um futuro que pode ser dramático para a sociedade brasiliense.

A incapacidade de resolver um problema, mesmo após ter sido previsto e percebido dá-se, em muitas ocasiões, pela atitude egoísta, em benefício próprio das oligarquias locais, mesmo que por intermédio de um comportamento nocivo à sociedade. É um sintoma imoral motivado pela perspectiva gananciosa de auferir maiores ganhos financeiros e patrimoniais à custa de perdas irreparáveis à Capital da República.

Note-se o mal que a especulação imobiliária fez em Águas Claras com relação à sustentabilidade do DF em questões como caos urbano, atravancamento do sistema de transporte, congestionamentos, falta de mobilidade e acessibilidade, prejuízos ao meio ambiente. A falta de comedimento leva a própria população a invadir áreas públicas sob o pretexto de que “o vizinho o fez, então eu também irei fazê-lo!”; o pior é que objetivos eleitoreiros conduzem maus políticos a regularizarem tais invasões, para prejuízo e destruição do bem comum das gerações futuras.

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É comum não se tentar resolver problemas já percebidos pelo simples fato de que a manutenção de tais problemas é boa para uma parte das elites poderosas desta cidade. É preciso que se abandonem valores arraigados na cultura e na história da população quando eles passam a ser incompatíveis com a sobrevivência coletiva. Os problemas que aqui apontamos devem servir de alerta também para outras cidades do País. São posturas assim que fazem com que certas sociedades sejam bem sucedidas e sobrevivam felizes pela história adentro, enquanto outras, por efetuarem escolhas erradas, fracassam e deixam de existir.

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

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