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Secretário demitido por Witzel é nomeado em nova função

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Edmar Santos vai ocupar cargo de secretário extraordinário para acompanhar ações contra Covid-19
Edmar Santos Foto: Reprodução

O ex-secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Edmar Santos, não passou sequer 48 horas sem emprego e já está de volta ao trabalho e, por ironia, o novo empregador é o mesmo que o demitiu.

Edmar, que até domingo (18) ocupava a chefia da pasta de Saúde, foi nomeado na segunda-feira (19), por Witzel, para o cargo de Secretário Extraordinário de Acompanhamento das Ações Governamentais Integradas da Covid-19.

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A escolha é, no mínimo, irônica, se levarmos em conta que o próprio governador justificou a saída de Edmar exatamente por “falhas na gestão de infraestrutura dos hospitais de campanha para atender as vítimas da Covid-19”. Quem aproveitou para também ironizar a nova admissão de Edmar foi o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ).

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– Isso me lembra o Capitão Nascimento em Tropa de Elite 2: “Eu não caí pra baixo, parceiro. Eu caí pra cima.” – escreveu.

O Ministério Público do Rio de Janeiro e a Polícia Civil já havia prendido membros da gestão de Edmar como o ex-subsecretário estadual de Saúde, Grabriell Neves, e mais três pessoas por suspeita de fraude na compra de respiradores.

Para a gestão da Saúde no governo do Rio de Janeiro foi designado o médico Fernando Ferry, que atuava como diretor-geral do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle.

Fonte: Pleno News
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Delegacias aplicarão questionário para traçar o grau de risco das vítimas de violência doméstica e familiar

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (6), a sanção da Lei 14.149, que institui o Formulário Nacional de Avaliação de Risco. A norma representa um avanço no atendimento e na proteção à mulher vítima de violência doméstica e familiar. No primeiro atendimento às vítimas das agressões nas delegacias de polícia, as autoridades deverão aplicar um questionário que permitirá traçar o grau de risco a que a pessoa está exposta.

A senadora Leila Barros (PSB-DF), que relatou a proposição que deu origem à Lei, comemorou a sanção sem vetos. “O formulário tem o potencial de agilizar a adoção das medidas protetivas. Além disso, padronizará o recebimento da denúncia. A implantação do questionário garantirá que elas contem suas histórias e recebam o amparo que precisam, evitando assim a sua revitimização, dessa vez em ambiente institucional”, explicou a primeira senadora eleita pelo Distrito Federal.

O questionário toma por base a experiência de países como Portugal, Austrália, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos e foi concebido por meio de parcerias entre importantes instituições atuantes no enfrentamento à violência contra a mulher, contando com o apoio técnico da União Europeia e do Ministério Público. São ao todo 19 perguntas objetivas e 10 abertas. Após as respostas, será possível determinar o grau de gravidade de risco e avaliar as condições físicas e emocionais da mulher.

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O Formulário já foi aprovado inclusive em ato normativo conjunto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), cujo objetivo é mensurar o potencial de agravamento da violência doméstica. Com a Lei 14.149, que altera a Lei Maria Penha para tornar obrigatória a aplicação das perguntas nas delegacias, outros órgãos e entidades públicas ou privadas que atuem na área de prevenção e de enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher poderão também aplicar o questionário.

Fonte: Assessoria Sen Leila

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