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Bilionário chinês ‘desaparece’ após fazer críticas ao governo

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Jack Ma não é visto em público há dois meses

Bilionário Jack Ma ‘desapareceu’ após fazer críticas à China Foto: Reprodução

O “sumiço” de um dos homens mais ricos do planeta, o chinês Jack Ma, gerou questionamentos pelo mundo. Fundador do site Alibaba, Jack Ma não foi mais visto em público após fazer críticas contra o governo da China há dois meses.

O episódio mais emblemático diz respeito a um show de talentos na África. Jack Ma era um dos jurados da atração, mas teve sua foto excluída do site e de um vídeo promocional sobre o último episódio do programa. O episódio do Heróis de Negócios da África foi gravado em outubro.

Uma porta-voz do Alibaba informou à agência Reuters que a ausência ocorreu devido a um conflito de agenda.

Na última vez que o bilionário apareceu em público, ele criticou o sistema regulatório da China e disse que os bancos chineses são responsáveis por desacelerar o processo de inovação de empresas.

As declarações custaram caro a Jack Ma. O presidente chinês, Xi Jinping, ordenou a suspensão da oferta pública de ações (IPO, em inglês) do Ant Group, de propriedade do empresário.

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Jack Ma é o segundo homem mais rico da China e possui uma fortuna avaliada em 50 bilhões de dólares.

Fonte: Pleno.News

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Atirador mata ao menos sete em escola na Rússia

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Policiais e ambulâncias diante da escola de Kazan que foi cenário de um tiroteio – AFP

AFP

Ao menos sete alunos morreram nesta terça-feira (11) em um tiroteio em uma escola de Kazan, cidade na região central da Rússia, onde as forças de segurança prenderam um jovem de 19 anos apontado como o atirador. Outras 20 pessoas, 18 crianças e dois adultos, foram hospitalizadas, informaram as autoridades regionais à AFP. “Seis menores de idade se encontram em estado grave e na UTI”, disse o porta-voz do governo local, Lazat Jaydarov.

Imagens divulgadas por testemunhas nas redes sociais mostram crianças e adolescentes pulando pelas janelas do edifício de três andares para fugir do tiroteio. Outras imagens mostram pessoas ensanguentadas recebendo atendimento médico. O número de vítimas fatais oscila entre sete e 11, de acordo com as fontes.

O Comitê Nacional Antiterrorista anunciou sete mortes e a prefeitura de Kazan mencionou oito óbitos. Os serviços de emergência, citados pelas agências TASS e Ria Novosti, afirmaram que 11 pessoas morreram – nove alunos – e 32 ficaram feridas.

“O agressor foi detido e sua identidade foi estabelecida. É um morador local, nascido em 2001”, afirmou o Comitê de Investigação da Rússia em um comunicado. Uma investigação foi iniciada por “assassinato e as autoridades descartam no momento uma motivação de natureza “terrorista”, destaca a nota. O presidente russo, Vladimir Putin, expressou pêsames às famílias das vítimas e ordenou uma revisão às regras de porte de armas no país, informou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

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O jovem iniciou o ataque às 9H30 (3H30 de Brasília). Ele abriu fogo contra os alunos da escola N° 175, que, segundo informações oficiais, tem 1.049 estudantes e 57 funcionários. De acordo com as agências Interfax, Ria Novosti e TASS, um segundo criminoso foi morto, mas o Comitê Nacional Antiterrorista e as autoridades locais não mencionaram outro suspeito. “Ouvimos uma explosão dentro da escola e observamos muita fumaça”, disse uma testemunha, citada pela Ria Novosti. “Estava na aula, ouvi uma explosão e depois tiros”, disse uma professora. Kazan, cidade de mais de 1,2 milhão de habitantes, fica 700 quilômetros ao leste de Moscou.

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– Casos precedentes –

O tiroteio recorda o de outubro de 2018, quando um estudante do Ensino Médio matou 19 pessoas antes de cometer suicídio em uma escola de Kerch, cidade da outrora península ucraniana da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

Na época, Putin atribuiu o massacre à “globalização”, ao afirmar que o fenômeno dos tiroteios em escolas tem origem nos Estados Unidos.

As autoridades também afirmaram ter frustrado nos últimos anos dezenas de planos para atacar escolas, casos que geralmente envolvem adolescentes. Em fevereiro de 2020, o Serviço Federal de Segurança (FSB) prendeu dois jovens, nascidos em 2005 e de nacionalidade russa, que postavam em vários sites textos que defendiam os assassinatos e suicídios.

De acordo com os investigadores, os dois planejavam atacar uma escola em Saratov, no Volga. Outros tiroteios abalaram em Rússia, vários em instalações militares. Em novembro de 2020, três soldados foram assassinados por um colega na região de Voronezh (oeste). Um ano antes, oito pessoas foram assassinadas por um colega em uma base militar siberiana. Outro caso aconteceu em dezembro de 2019, quando um homem atacou a tiros a sede do FSB em Moscou e matou dois agentes.

Fonte: IstoÉ

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