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Com 100 milhões de totalmente imunizados, Brasil é 4º que mais vacinou em termos absolutos, mas figura em 60º em ranking proporcional

O Brasil atingiu, nesta quarta-feira (13), a marca de 100 milhões pessoas totalmente vacinadas contra a Covid-19, segundo o balanço do consórcio de veículos de imprensa.

Com o avanço, o país figura o 4º lugar no mundo entre os que mais completaram a vacinação, em números absolutos, segundo a plataforma Our World in Data, ligada à Universidade de Oxford:

  • China (1,05 bilhão)
  • Índia (272,6 milhões)
  • Estados Unidos (187,7 milhões)
  • Brasil (99,6 milhões*)
  • Japão (82,9 milhões)

* A plataforma Our World In Data ainda não registra o Brasil com mais de 100 milhões completamente vacinados porque contabiliza os dados com um dia de atraso.

No entanto, segundo o ranking proporcional dos países que aplicaram mais doses por habitante (veja mais abaixo), o Brasil ocupa a 60ª posição, atrás de várias nações latino-americanas, como Argentina, Equador, Chile, Uruguai e até El Salvador e Cuba.

O Brasil entrou para o “top 10” da vacinação em 30 de janeiro e chegou ao 4º lugar em 25 de maio, quando ultrapassou o Reino Unido (veja no vídeo abaixo).

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Os países que mais vacinaram contra Covid

Os países que mais vacinaram contra Covid

Com o avanço da imunização, o Brasil tem 70% da população vacinada com ao menos uma dose e 47% totalmente imunizada.

A taxa de transmissão (Rt) do coronavírus no Brasil alcançou, nesta semana, o menor índice desde abril de 2020, quando começou a ser medida: 0,60, segundo o Imperial College de Londres.

Na prática, isso quer dizer que cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus para outras 60. O “ritmo de contágio” é um número que traduz o potencial de propagação de uma doença.

60º país no ranking proporcional

Mas, no ranking proporcional, que leva em consideração o número de doses aplicadas em relação à população, o Brasil é o 60º país do mundo, com 116 doses aplicadas a cada 100 habitantes.

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O país, que ocupava a 59ª posição, foi ultrapassado na quinta-feira (7) pela Nova Zelândia, que até agora vacinou 122 pessoas a cada 100 habitantes.

Em termos relativos, estamos atrás de diversos países latino-americanos, como Cuba (203), Uruguai (184), Chile (173), El Salvador (123), Panamá (120), Equador (118) e Argentina (118).

Quando atingiu a marca de 500 mil mortes por Covid-19, em junho, o Brasil era o 67º no ranking da vacinação proporcional, um patamar similar ao de Argentina e El Salvador e também Tuvalu e Guiana na época.

G1

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Estado Islâmico no Afeganistão pode atacar EUA em seis meses, diz alto funcionário do Pentágono

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Vista aérea do Pentágono, nos EUA, de 3 de junho de 2011 — Foto: Charles Dharapak/Arquivo/AP Photo

A comunidade de inteligência americana avaliou que o Estado Islâmico no Afeganistão (EI-K) poderia ter a capacidade de atacar os Estados Unidos em apenas seis meses, e tem a intenção de fazer isso, disse um alto funcionário do Pentágono ao Congresso em Washington nesta terça-feira (26).

Colin Kahl, subsecretário para Políticas de Defesa, disse que ainda não estava claro se o Talibã – inimigo do EI-K– tem a capacidade de lutar de maneira eficaz contra o grupo terrorista após a retirada das tropas americanas em agosto.

“Se entende, atualmente, que EI-K e al Qaeda têm a intenção de conduzir operações externas, incluindo contra os EUA, mas nenhuma delas têm a capacidade, neste momento, de fazê-lo”, disse Kahl.

“Nós acreditamos que o EI-K consiga atingir essa capacidade entre 6 e 12 meses”, afirmou o subsecretário que disse também que al Qaeda deve precisar de “um ou dois anos”.

Ainda com a presença americana em território afegão, um atentado do EI-K deixou mais de 180 pessoas morreram, incluindo 13 militares americanos, no aeroporto internacional de Cabul.

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Mulheres feridas chegam a um hospital para tratamento após duas explosões no aeroporto de Cabul, no Afeganistão, nesta quinta (26) — Foto: Wakil Kohsar/AFP

Após a partida dos estrangeiros, foram registrados atentados a bomba contra alvos da comunidade xiita, minoritária no país, e até mesmo a decapitação de um soldado talibã em Jalalabad.

Explosão em mesquita xiita deixa mais de 100 mortos no Afeganistão

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“É nossa análise que os talibãs e o EI-K são inimigos mortais. Portanto, o Talibã está altamente motivado a ir atrás do EI-K. Sua capacidade de fazer isso, eu acho, deve ser firme”, afirmou Kahl.

Em setembro, o Talibã afirmou que não iria permitir que o território afegão fosse usado para planejar ataques contra outros países.

“Não vamos permitir que ninguém nem qualquer grupo que use nosso solo contra outros países”, disse o ministro das Relações Exteriores do regime, Amir Khan Muttaqi, que tem um papel de negociador do grupo islamita com outros países.

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O assunto foi colocado em questão na semana seguinte às homenagens dos 20 anos dos ataques de 11 de setembro de 2001. Naquela época, o Talibã controlava o território afegão e abrigava organizações terroristas como o braço da al Qaeda liderado por Osama bin Laden.

A recusa em entregar bin Laden, entre outras coisas, levou os Estados Unidos a iniciarem um conflito com o Afeganistão, em uma guerra que durou quase duas décadas.

G1

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