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De volta à Bolívia, Evo Morales assume presidência do partido governista

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Ex-presidente foi recebido por multidão após cruzar fronteira com a Argentina, onde estava exilado

ex-presidente da Bolívia Evo Morales (2006-2019) assumiu a liderança do Movimento para o Socialismo (MAS), partido do governo de La Paz e do  atual mandatário, Luis Arce, na noite desta terça-feira (17). O anúncio foi feito cerca de uma semana depois de Morales voltar ao seu país natal.

“Dirigentes nacionais e dos departamentos [estados] do MAS e de movimentos sociais decidiram, por unanimidade, que eu devo assumir de maneira ativa a presidência do instrumento político mais importante da Bolívia “, escreveu em sua conta no Twitter.

Ainda durante sua fala, Morales anunciou a convocação de uma reunião para o próximo dia 21 de novembro onde serão “lançadas as bases para a eleição dos candidatos das subnacionais”.

Morales voltou à Bolívia após passar cerca de um ano vivendo no exílio no México e na Argentina após ser forçado a renunciar em novembro do ano passado. À época, ele havia vencido as eleições presidenciais para seu quarto mandato, mas sob denúncias de fraudes – que nunca foram comprovadas – e sob pressão dos militares, ele renunciou.

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Desde então, o país viveu sob a presidência interina de Jeanine Añez. Porém, em 18 de outubro, o  ex-ministro de Economia de Morales Luis Arce foi eleito em primeiro turno com mais de 55% dos votos, tendo tomado posse em 8 de novembro. 

Fonte: IG Mundo

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Índia põe países vizinhos à frente do Brasil na fila para vender vacina

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A partir desta quarta-feira (20), Butão, Ilhas Maldivas, Bangladesh, Nepal, Mianmar e Seychelles começam a receber os imunizantes

A Índia elegeu países vizinhos como os primeiros a receberem as primeiras exportações de vacinas para o combate à covid-19, segundo comunicado oficial divulgado nesta terça-feira (19).

A partir de amanhã, Butão, Ilhas Maldivas, Bangladesh, Nepal, Mianmar e Seychelles, um pequeno arquipélago no Oceano Índico, passam a importar o imunizante do país asiático.

O Brasil está numa fila para receber o imunizante de Oxford, fabricado pela AstraZeneca na Índia. O país, porém, sequer é citado na declaração oficial indiana e permanece sem previsão de receber os 2 milhões de doses solicitadas.

“O programa de imunização está sendo implementado na Índia, como em outros países, de maneira gradual para cobrir os profissionais de saúde, os trabalhadores da linha de frente e os mais vulneráveis. Tendo em vista as necessidades domésticas da implementação em fases, a Índia continuará a fornecer vacinas contra a covid-19 aos países parceiros nas próximas semanas e meses de forma faseada. Será garantido que os fabricantes nacionais terão estoques adequados para atender às necessidades domésticas enquanto fornecem no exterior”, diz a nota.

  • Fluxo de doses de vacina é novo desafio para manter campanha

A informação já havia sido antecipada pelo jornal local Times of India na segunda-feira (18). O governo indiano está priorizando a própria imunização e começou a “maior campanha de vacinação do mundo” no final de semana. A Índia tem mais de 1,3 bilhão de habitantes.

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Entregando as vacinas primeiro para os países vizinhos, a Índia tenta aumentar o poder e influência na região, que também é disputado pela China. Uma das vacinas aprovadas no Brasil, a CoronaVac, é de um laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan, e pode ter a fabricação atrasada porque o gigante asiático não está conseguindo exportar os insumos. 

O Brasil tem pressionado o governo indiano para conseguir as doses da vacina e chegou a tentar enviar um avião para buscá-las, mas a aeronave teve que voltar, já que o governo de Narendra Modi não havia liberado as vacinas.

Fonte: R7
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