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Em viagem à América do Sul que exclui Brasil, enviados de Biden visitam Colômbia

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O diretor sênior para assuntos do Hemisfério Ocidental no Conselho de Segurança Nacional, Juan Gonzalez, também participou da reunião em Bogotá

Autoridades dos Estados Unidos realizaram uma visita oficial à Colômbia nesta segunda-feira, 12. Os enviados especiais do presidente americano, Joe Biden, à América do Sul também irão à Argentina e ao Uruguai nesta semana. O Brasil não foi incluído no itinerário. “Valorizamos nossa estreita cooperação com Iván Duque e o governo colombiano e continuamos trabalhando juntos para restaurar a democracia na Venezuela”, escreveu no Twitter a secretária-adjunta interina para Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado americano, Julie Chung. O diretor sênior para assuntos do Hemisfério Ocidental no Conselho de Segurança Nacional, Juan Gonzalez, também participou da reunião em Bogotá.

A Casa Branca anunciou a viagem no sábado, 10, por meio de um comunicado. O documento destacava que os representantes dos EUA discutiriam na Colômbia a recuperação econômica, a segurança e o desenvolvimento rural do país. Além disso, debateriam a crise migratória da Venezuela. Na Argentina e no Uruguai, de acordo com a nota, Chung e Gonzalez abordarão os desafios impostos pela pandemia de covid-19, as mudanças climáticas e as ameaças à democracia na região.

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Em sua conta no Twitter, o presidente da Colômbia, Iván Duque, escreveu que a reunião de hoje foi “muito produtiva”. “Discutimos, entre outras coisas, a reativação segura da economia, o trabalho coordenado contra o narcotráfico e o crime transnacional, bem como a preservação do meio ambiente”, informou o mandatário. Julie Chung, por sua vez, disse que Washington e Bogotá são “parceiros na paz e na prosperidade”.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Atirador mata ao menos sete em escola na Rússia

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Policiais e ambulâncias diante da escola de Kazan que foi cenário de um tiroteio – AFP

AFP

Ao menos sete alunos morreram nesta terça-feira (11) em um tiroteio em uma escola de Kazan, cidade na região central da Rússia, onde as forças de segurança prenderam um jovem de 19 anos apontado como o atirador. Outras 20 pessoas, 18 crianças e dois adultos, foram hospitalizadas, informaram as autoridades regionais à AFP. “Seis menores de idade se encontram em estado grave e na UTI”, disse o porta-voz do governo local, Lazat Jaydarov.

Imagens divulgadas por testemunhas nas redes sociais mostram crianças e adolescentes pulando pelas janelas do edifício de três andares para fugir do tiroteio. Outras imagens mostram pessoas ensanguentadas recebendo atendimento médico. O número de vítimas fatais oscila entre sete e 11, de acordo com as fontes.

O Comitê Nacional Antiterrorista anunciou sete mortes e a prefeitura de Kazan mencionou oito óbitos. Os serviços de emergência, citados pelas agências TASS e Ria Novosti, afirmaram que 11 pessoas morreram – nove alunos – e 32 ficaram feridas.

“O agressor foi detido e sua identidade foi estabelecida. É um morador local, nascido em 2001”, afirmou o Comitê de Investigação da Rússia em um comunicado. Uma investigação foi iniciada por “assassinato e as autoridades descartam no momento uma motivação de natureza “terrorista”, destaca a nota. O presidente russo, Vladimir Putin, expressou pêsames às famílias das vítimas e ordenou uma revisão às regras de porte de armas no país, informou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

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O jovem iniciou o ataque às 9H30 (3H30 de Brasília). Ele abriu fogo contra os alunos da escola N° 175, que, segundo informações oficiais, tem 1.049 estudantes e 57 funcionários. De acordo com as agências Interfax, Ria Novosti e TASS, um segundo criminoso foi morto, mas o Comitê Nacional Antiterrorista e as autoridades locais não mencionaram outro suspeito. “Ouvimos uma explosão dentro da escola e observamos muita fumaça”, disse uma testemunha, citada pela Ria Novosti. “Estava na aula, ouvi uma explosão e depois tiros”, disse uma professora. Kazan, cidade de mais de 1,2 milhão de habitantes, fica 700 quilômetros ao leste de Moscou.

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– Casos precedentes –

O tiroteio recorda o de outubro de 2018, quando um estudante do Ensino Médio matou 19 pessoas antes de cometer suicídio em uma escola de Kerch, cidade da outrora península ucraniana da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

Na época, Putin atribuiu o massacre à “globalização”, ao afirmar que o fenômeno dos tiroteios em escolas tem origem nos Estados Unidos.

As autoridades também afirmaram ter frustrado nos últimos anos dezenas de planos para atacar escolas, casos que geralmente envolvem adolescentes. Em fevereiro de 2020, o Serviço Federal de Segurança (FSB) prendeu dois jovens, nascidos em 2005 e de nacionalidade russa, que postavam em vários sites textos que defendiam os assassinatos e suicídios.

De acordo com os investigadores, os dois planejavam atacar uma escola em Saratov, no Volga. Outros tiroteios abalaram em Rússia, vários em instalações militares. Em novembro de 2020, três soldados foram assassinados por um colega na região de Voronezh (oeste). Um ano antes, oito pessoas foram assassinadas por um colega em uma base militar siberiana. Outro caso aconteceu em dezembro de 2019, quando um homem atacou a tiros a sede do FSB em Moscou e matou dois agentes.

Fonte: IstoÉ

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