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John Kerry diz que compromisso de Bolsonaro contra desmatamento ilegal é importante

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Ex-senador e enviado especial para o Clima do governo dos EUA espera que “o anúncio tenha resultados tangíveis”

John Kerry, ex-senador norte-americano e atual enviado especial para o Clima do gabinete do presidente Joe Biden, se manifestou hoje (16) sobre a carta enviada pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que trata do compromisso em cessar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030.

Em redes sociais, Kerry afirmou que o compromisso de Bolsonaro contra o desmatamento ilegal é importante, e que os Estados Unidos aguardam “ações imediatas e engajadas com a população indígena e com a sociedade civil para que o anúncio tenha resultados tangíveis.”

A carta do presidente Jair Bolsonaro foi enviada na quarta-feira (14), e definiu metas e compromissos brasileiros em relação ao meio ambiente, bioeconomia, regularização fundiária, zonas ecológico-econômicas e pagamentos por serviços ambientais.

Para o presidente, é preciso criar alternativas econômicas que reduzam o apelo das atividades ilegais e dar condições para que os 25 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia possam prosperar materialmente por seus próprios esforços. Nesse sentido, segundo ele, não é possível combater o desmatamento apenas com medidas de fiscalização ou “jamais alcançaremos resultados duradouros no domínio ambiental.”

“Queremos reafirmar neste ato, em inequívoco apoio aos esforços empreendidos por V. Excelência, o nosso compromisso em eliminar o desmatamento ilegal no Brasil até 2030”, escreveu Bolsonaro na ocasião. (ABr)

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Fonte: Diário do Poder

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Atirador mata ao menos sete em escola na Rússia

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Policiais e ambulâncias diante da escola de Kazan que foi cenário de um tiroteio – AFP

AFP

Ao menos sete alunos morreram nesta terça-feira (11) em um tiroteio em uma escola de Kazan, cidade na região central da Rússia, onde as forças de segurança prenderam um jovem de 19 anos apontado como o atirador. Outras 20 pessoas, 18 crianças e dois adultos, foram hospitalizadas, informaram as autoridades regionais à AFP. “Seis menores de idade se encontram em estado grave e na UTI”, disse o porta-voz do governo local, Lazat Jaydarov.

Imagens divulgadas por testemunhas nas redes sociais mostram crianças e adolescentes pulando pelas janelas do edifício de três andares para fugir do tiroteio. Outras imagens mostram pessoas ensanguentadas recebendo atendimento médico. O número de vítimas fatais oscila entre sete e 11, de acordo com as fontes.

O Comitê Nacional Antiterrorista anunciou sete mortes e a prefeitura de Kazan mencionou oito óbitos. Os serviços de emergência, citados pelas agências TASS e Ria Novosti, afirmaram que 11 pessoas morreram – nove alunos – e 32 ficaram feridas.

“O agressor foi detido e sua identidade foi estabelecida. É um morador local, nascido em 2001”, afirmou o Comitê de Investigação da Rússia em um comunicado. Uma investigação foi iniciada por “assassinato e as autoridades descartam no momento uma motivação de natureza “terrorista”, destaca a nota. O presidente russo, Vladimir Putin, expressou pêsames às famílias das vítimas e ordenou uma revisão às regras de porte de armas no país, informou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

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O jovem iniciou o ataque às 9H30 (3H30 de Brasília). Ele abriu fogo contra os alunos da escola N° 175, que, segundo informações oficiais, tem 1.049 estudantes e 57 funcionários. De acordo com as agências Interfax, Ria Novosti e TASS, um segundo criminoso foi morto, mas o Comitê Nacional Antiterrorista e as autoridades locais não mencionaram outro suspeito. “Ouvimos uma explosão dentro da escola e observamos muita fumaça”, disse uma testemunha, citada pela Ria Novosti. “Estava na aula, ouvi uma explosão e depois tiros”, disse uma professora. Kazan, cidade de mais de 1,2 milhão de habitantes, fica 700 quilômetros ao leste de Moscou.

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– Casos precedentes –

O tiroteio recorda o de outubro de 2018, quando um estudante do Ensino Médio matou 19 pessoas antes de cometer suicídio em uma escola de Kerch, cidade da outrora península ucraniana da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

Na época, Putin atribuiu o massacre à “globalização”, ao afirmar que o fenômeno dos tiroteios em escolas tem origem nos Estados Unidos.

As autoridades também afirmaram ter frustrado nos últimos anos dezenas de planos para atacar escolas, casos que geralmente envolvem adolescentes. Em fevereiro de 2020, o Serviço Federal de Segurança (FSB) prendeu dois jovens, nascidos em 2005 e de nacionalidade russa, que postavam em vários sites textos que defendiam os assassinatos e suicídios.

De acordo com os investigadores, os dois planejavam atacar uma escola em Saratov, no Volga. Outros tiroteios abalaram em Rússia, vários em instalações militares. Em novembro de 2020, três soldados foram assassinados por um colega na região de Voronezh (oeste). Um ano antes, oito pessoas foram assassinadas por um colega em uma base militar siberiana. Outro caso aconteceu em dezembro de 2019, quando um homem atacou a tiros a sede do FSB em Moscou e matou dois agentes.

Fonte: IstoÉ

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