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Kim Jong-un diz que os EUA são o ‘maior inimigo’ da Coreia do Norte

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Foto divulgada em 5 de janeiro de 2021 pela agência estatal KCNA mostra o dirigente norte-coreano Kim Jong Un na abertura do congresso do partido – KCNA VIA KNS/AFP

O líder norte-coreano Kim Jong-un disse que os Estados Unidos são o “maior inimigo” de sua nação – que possui armas nucleares -, noticiou a mídia estatal neste sábado (noite de sexta, 8, no Brasil).

A declaração ocorre a menos de duas semanas da posse de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos e depois de uma relação turbulenta entre Kim e Donald Trump, que está prestes a deixar o cargo.

Kim e Trump primeiro se envolveram em uma guerra de palavras e ameaças mútuas, até que surgiu um extraordinário “bromance” diplomático que incluiu cúpulas que ganharam as manchetes e declarações de amor do presidente americano.

Porém, nenhum progresso substancial aconteceu, com o processo paralisado depois que uma reunião em Hanói resultou em um impasse sobre o alívio de sanções e o que a Coreia do Norte estaria disposta a abrir mão em contrapartida.

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Pyongyang “deve se concentrar e ser desenvolvido em subverter os EUA, o maior obstáculo para nossa revolução e nosso maior inimigo”, disse Kim no congresso quinquenal do partido no poder, segundo a agência oficial de notícias KCNA.

“Não importa quem está no poder, a verdadeira natureza de sua política contra a Coreia do Norte nunca mudará”, afirmou ele em alusão aos Estados Unidos, sem mencionar o nome de Biden.

Pyongyang investiu grandes quantidades de recursos no desenvolvimento de suas armas nucleares e mísseis balísticos, que afirma serem necessários para a defesa contra uma possível invasão dos EUA.

Os programas nucleares avançaram rapidamente sob o comando de Kim, incluindo sua explosão nuclear mais poderosa até agora e mísseis capazes de atingir todo o território dos Estados Unidos, ao custo de sanções internacionais cada vez mais severas.

O país concluiu os planos para um submarino de propulsão nuclear, disse Kim, algo que mudaria o equilíbrio estratégico.

“Uma nova pesquisa de planejamento para um submarino com propulsão nuclear foi concluída e deve entrar no processo de exame final”, explicou ele no congresso.

Os comentários estão no relatório de trabalho da reunião, que durou nove horas distribuídas por três dias e foi relatada em detalhes pela KCNA pela primeira vez.

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Fonte: IstoÉ

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Pelosi diz ter falado com líder militar para impedir que Trump use códigos nucleares

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A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse nesta sexta-feira (8) ter conversado com um líder militar de alto nível para garantir que Donald Trump não use códigos nucleares e alertou que o Congresso agirá se o presidente não renunciar voluntariamente.

“Esta manhã falei com o presidente do Estado-Maior Conjunto, Mark Milley, para discutir as precauções disponíveis para evitar que um presidente instável inicie hostilidades militares ou acesse códigos de lançamento e ordene um ataque nuclear”, disse Pelosi em um texto ao seu colegas democratas no Congresso.

O presidente deve transmitir o poder a Joe Biden em 20 de janeiro, mas a tensão – em meio à recusa de Trump em reconhecer sua derrota e a violência recente de seus apoiadores no Congresso – ficou mais do que clara na conversa entre Pelosi e o líder militar.

O porta-voz de Milley, coronel Dave Butler, confirmou à AFP a ligação de Pelosi a seu chefe, mas não deu detalhes sobre o que foi discutido entre eles. Ele simplesmente disse que Milley havia “respondido às suas perguntas sobre a cadeia de comando nuclear”.

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“A situação com este presidente desequilibrado não poderia ser mais perigosa”, continuou Pelosi, prometendo que o Congresso tomará “medidas” se Trump “não deixar o cargo iminente e voluntariamente” ou se o vice-presidente Mike Pence não iniciar o processo que permite ao gabinete remover o presidente.

Artigos para eventual impeachment já foram redigidos, mas ainda não foram submetidos.

No entanto, o líder da minoria republicana na Câmara dos Representantes, Kevin McCarthy, rejeitou um eventual impeachment contra Trump, dizendo que isso “apenas dividirá ainda mais” o país.

McCarthy, um dos mais poderosos legisladores leais a Trump, disse em uma declaração que procurou o presidente eleito Biden na sexta-feira para “falar com ele sobre como devemos trabalhar juntos para acalmar as coisas e unir o país para resolver os desafios dos Estados Unidos”.

Fonte: IstoÉ

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