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Pelosi diz ter falado com líder militar para impedir que Trump use códigos nucleares

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A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse nesta sexta-feira (8) ter conversado com um líder militar de alto nível para garantir que Donald Trump não use códigos nucleares e alertou que o Congresso agirá se o presidente não renunciar voluntariamente.

“Esta manhã falei com o presidente do Estado-Maior Conjunto, Mark Milley, para discutir as precauções disponíveis para evitar que um presidente instável inicie hostilidades militares ou acesse códigos de lançamento e ordene um ataque nuclear”, disse Pelosi em um texto ao seu colegas democratas no Congresso.

O presidente deve transmitir o poder a Joe Biden em 20 de janeiro, mas a tensão – em meio à recusa de Trump em reconhecer sua derrota e a violência recente de seus apoiadores no Congresso – ficou mais do que clara na conversa entre Pelosi e o líder militar.

O porta-voz de Milley, coronel Dave Butler, confirmou à AFP a ligação de Pelosi a seu chefe, mas não deu detalhes sobre o que foi discutido entre eles. Ele simplesmente disse que Milley havia “respondido às suas perguntas sobre a cadeia de comando nuclear”.

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“A situação com este presidente desequilibrado não poderia ser mais perigosa”, continuou Pelosi, prometendo que o Congresso tomará “medidas” se Trump “não deixar o cargo iminente e voluntariamente” ou se o vice-presidente Mike Pence não iniciar o processo que permite ao gabinete remover o presidente.

Artigos para eventual impeachment já foram redigidos, mas ainda não foram submetidos.

No entanto, o líder da minoria republicana na Câmara dos Representantes, Kevin McCarthy, rejeitou um eventual impeachment contra Trump, dizendo que isso “apenas dividirá ainda mais” o país.

McCarthy, um dos mais poderosos legisladores leais a Trump, disse em uma declaração que procurou o presidente eleito Biden na sexta-feira para “falar com ele sobre como devemos trabalhar juntos para acalmar as coisas e unir o país para resolver os desafios dos Estados Unidos”.

Fonte: IstoÉ

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Marcelo é reeleito em Portugal na eleição em que a esquerda passa vergonha

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Em segundo lugar, socialista Ana Gomes empato em cerca de 12% com o direitista André Ventura

Com quase todas as urnas apuradas nas eleições presidenciais portuguesas, realizadas neste domingo (24), o atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa (PSD) foi reeleito em primeiro turno com cerca de 60% dos votos. Agora há pouco, ele deixou sua casa em Cascais dirigindo o próprio carro, sozinho, deslocando-se até a Faculdade de Direito de Lisboa, onde é professor, para fazer o tradicional discurso da vitória.

A apuração mostrou ainda um desempenho constrangedor da esquerda, que não devem passar dos 23%, segundo afirmou Rui Rio, principal líder do PSD, ao saudar a vitória do candidato do seu partido.

A principal candidata do campo de esquerda, Ana Gomes, do Partido Socialista (PS), está em 2º lugar na corrida e soma apenas 12,6%. Outro candidato de esquerda, na campanha, foi João Ferreira, do Partido Comunista Português (PSP), que não passa dos 4,2% do total. Marisa Matias, candidata do “Bloco de Esquerda”, teve só 2% do total.

A estratégia das esquerdas era levar a disputa para o segundo turno, quando, em hipotética aliança, tentariam derrotar Marcelo Rebelo de Sousa, mas o povo português derrotou essa pretensão.

A segunda posição da socialista Ana Gomes é ameaçada por André Ventura, candidato de direta ou “extrema direita”, como o rotulam na imprensa portuguesa, que tem 11,8%. Ventura se define como “liberal economicamente, nacionalista culturalmente e conservador em questões de costumes” e como um “político antissistema”.

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Fonte: Diário do Poder

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