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Prédio em construção desaba em Washington, nos EUA

Bombeiros em local onde houve desabamento em obra em Washington DC, na quinta-feira (1º) — Foto: Reprodução/Twitter/DC Fire and EMS

Um edifício em construção em Washington, capital dos Estados Unidos, desabou nesta quinta-feira (1º). Veja o VÍDEO abaixo.

De acordo com os bombeiros, uma pessoa ficou presa nos escombros e várias outras — as autoridades não especificaram quantas — feriram-se.

Local de desabamento em obra em Washington DC, na quinta-feira (1º) — Foto: Reprodução/Twitter/DC Fire and EMS

As operações de resgate estavam ainda em andamento até a última atualização desta reportagem. Não foi divulgado ainda o estado de saúde das pessoas que se feriram. Também não se sabe o que poderia ter provocado esse desabamento.

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Estado Islâmico no Afeganistão pode atacar EUA em seis meses, diz alto funcionário do Pentágono

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Vista aérea do Pentágono, nos EUA, de 3 de junho de 2011 — Foto: Charles Dharapak/Arquivo/AP Photo

A comunidade de inteligência americana avaliou que o Estado Islâmico no Afeganistão (EI-K) poderia ter a capacidade de atacar os Estados Unidos em apenas seis meses, e tem a intenção de fazer isso, disse um alto funcionário do Pentágono ao Congresso em Washington nesta terça-feira (26).

Colin Kahl, subsecretário para Políticas de Defesa, disse que ainda não estava claro se o Talibã – inimigo do EI-K– tem a capacidade de lutar de maneira eficaz contra o grupo terrorista após a retirada das tropas americanas em agosto.

“Se entende, atualmente, que EI-K e al Qaeda têm a intenção de conduzir operações externas, incluindo contra os EUA, mas nenhuma delas têm a capacidade, neste momento, de fazê-lo”, disse Kahl.

“Nós acreditamos que o EI-K consiga atingir essa capacidade entre 6 e 12 meses”, afirmou o subsecretário que disse também que al Qaeda deve precisar de “um ou dois anos”.

Ainda com a presença americana em território afegão, um atentado do EI-K deixou mais de 180 pessoas morreram, incluindo 13 militares americanos, no aeroporto internacional de Cabul.

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Mulheres feridas chegam a um hospital para tratamento após duas explosões no aeroporto de Cabul, no Afeganistão, nesta quinta (26) — Foto: Wakil Kohsar/AFP

Após a partida dos estrangeiros, foram registrados atentados a bomba contra alvos da comunidade xiita, minoritária no país, e até mesmo a decapitação de um soldado talibã em Jalalabad.

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“É nossa análise que os talibãs e o EI-K são inimigos mortais. Portanto, o Talibã está altamente motivado a ir atrás do EI-K. Sua capacidade de fazer isso, eu acho, deve ser firme”, afirmou Kahl.

Em setembro, o Talibã afirmou que não iria permitir que o território afegão fosse usado para planejar ataques contra outros países.

“Não vamos permitir que ninguém nem qualquer grupo que use nosso solo contra outros países”, disse o ministro das Relações Exteriores do regime, Amir Khan Muttaqi, que tem um papel de negociador do grupo islamita com outros países.

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O assunto foi colocado em questão na semana seguinte às homenagens dos 20 anos dos ataques de 11 de setembro de 2001. Naquela época, o Talibã controlava o território afegão e abrigava organizações terroristas como o braço da al Qaeda liderado por Osama bin Laden.

A recusa em entregar bin Laden, entre outras coisas, levou os Estados Unidos a iniciarem um conflito com o Afeganistão, em uma guerra que durou quase duas décadas.

G1

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