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Rainha Elizabeth passa a noite em hospital em Londres

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A rainha Elizabeth II, da Grã-Bretanha, acena após participar de sessão no Parlamento Galês, em Cardiff, no País de Gales, em 14 de outubro de 2021 — Foto: Jacob King/Pool via AFP

A rainha Elizabeth II passou a noite em um hospital em Londres, mas voltou para casa na manhã desta quinta-feira (21), segundo o Palácio de Buckingham. A monarca, de 95 anos, esteve no local apenas para a realização de exames.

A permanência durante a noite teria sido por “questões práticas”, já que o King Edward VII’s Hospital fica a 32 quilômetros da residência da rainha, em Windsor.

A visita ao hospital aconteceu no mesmo dia em que o palácio informou que a rainha aceitou relutantemente uma orientação médica para descansar “por alguns dias” e cancelou uma viagem que faria à Irlanda do Norte.

O palácio não ofereceu detalhes sobre a decisão, mas disse que “Sua Majestade está de bom humor e desapontada por não poder mais visitar a Irlanda do Norte, onde deveria realizar uma série de compromissos hoje e amanhã”.

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O comunicado acrescentou que a rainha britânica “envia seus mais calorosos votos ao povo da Irlanda do Norte e espera visitá-la no futuro”.

Nesta quinta-feira, mais uma vez o Palácio de Buckingham repetiu que Elizabeth II está bem.

“Seguindo o conselho médico para descansar por alguns dias, a Rainha foi ao hospital na quarta-feira à tarde para algumas investigações preliminares, retornando ao Castelo de Windsor na hora do almoço hoje, e permanece de bom humor”, diz um comunicado oficial.

Oficialmente, esta é a primeira vez que Elizabeth II passa uma noite em um hospital desde 2013, quando teve um problema estomacal.

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Anvisa reforça pedido ao governo para restringir voos e exigir vacinação completa de viajantes

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou nesta quarta-feira (1º) um novo parecer à Casa Civil do governo Jair Bolsonaro para pedir a adoção de medidas mais rígidas no acesso de viajantes ao país. A intenção é evitar o aumento dos casos de Covid-19 após a descoberta da variante ômicron.

No documento, a Anvisa reitera a necessidade de:

“Diante das restrições estabelecidas de forma global pelos demais países, a inexistência de uma política de cobrança dos certificados de vacinação pode propiciar que o Brasil se torne um dos países de escolha para os turistas e viajantes não vacinados, o que é indesejado do ponto de vista do risco que esse grupo representa para a população brasileira e para o Sistema Único de Saúde”, diz a nota da Anvisa (veja íntegra abaixo).

Avisos repetidos

No ofício, a Anvisa destaca que a apresentação do comprovante de vacinação “é um importante requisito para ingresso ao país e ainda mais necessário diante da identificação da variante ômicron em território nacional e do consequente esforço para a sua contenção”.

Segundo a agência reguladora, a medida foi sugerida ao governo em 12 de novembro, mas afirma que o comitê interministerial responsável por decidir sobre a adoção da exigência ainda não avaliou a recomendação da agência.

“Diante das restrições estabelecidas de forma global pelos demais países, a inexistência de uma política de cobrança dos certificados de vacinação pode propiciar que o Brasil se torne um dos países de escolha para os turistas e viajantes não vacinados, o que é indesejado do ponto de vista do risco que esse grupo representa para a população brasileira e para o Sistema Único de Saúde”, diz comunicado da Anvisa.

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Na nota técnica, a Anvisa enumera as medidas tomadas por 35 países para impedir que a variante Ômicron se espalhe.

A agência afirma ainda que há mais de um ano tem “reiteradamente recomendado” a adoção da quarentena ou auto quarentena para viajantes que entrem em território nacional.

“Se cumprida de acordo com as orientações das autoridades de saúde, acrescida de outras medidas sanitárias, [a quarentena] permite a contenção da disseminação da doença pela interrupção da cadeia de transmissão de variantes do vírus, já que visa evitar o contato do viajante com outras pessoas suscetíveis”, afirmou o órgão.

Leia abaixo a íntegra da nota à imprensa divulgada pela Anvisa nesta quarta:

A Anvisa enviou à Casa Civil ofício assinado pelos cinco diretores acompanhado da Nota Técnica 208/2021 na qual ratifica as orientações pela adoção de medidas restritivas que impeçam, temporariamente, voos com destino ao Brasil oriundos dos seguintes países: República de Angola, República do Malawi, República de Moçambique e República da Zâmbia.

No mesmo ofício, a Agência reiterou as Notas Técnicas 112 e 113 nas quais recomenda a exigência do certificado de vacinação completa contra a COVID-19 para a entrada de viajantes no Brasil. O ofício destaca que este é um importante requisito para ingresso ao país e ainda mais necessário diante da identificação da variante ômicron em território nacional e do consequente esforço para a sua contenção.

A medida foi sugerida no dia 12 de novembro de 2021 pela Agência, mas ainda não foi avaliada pelo Comitê Interministerial responsável pela tomada de decisão.

Diante das restrições estabelecidas de forma global pelos demais países, a inexistência de uma política de cobrança dos certificados de vacinação pode propiciar que o Brasil se torne um dos países de escolha para os turistas e viajantes não vacinados, o que é indesejado do ponto de vista do risco que esse grupo representa para a população brasileira e para o Sistema Único de Saúde.

A Agência destaca que há mais de um ano a Anvisa tem reiteradamente recomendado ao Comitê Interministerial a adoção da medida de quarentena ou auto quarentena no ingresso de viajantes em território nacional, que se cumprida de acordo com as orientações das autoridades de saúde, acrescida de outras medidas sanitárias, permite a contenção da disseminação da doença pela interrupção da cadeia de transmissão de variantes do vírus, já que visa evitar o contato do viajante com outras pessoas suscetíveis.

A primeira recomendação da Anvisa relativa à quarentena ou auto quarentena ocorreu em novembro de 2020 por meio da Nota Técnica 238/2020/SEI/GIMTV/DIRE5/ANVISA. Essa recomendação foi reiterada, durante o ano de 2021, em outras seis Notas Técnicas da Anvisa.

G1

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