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Brasília e Pirenópolis assinam acordo para programa de Turismo Cívico Pedagógico

Secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça. apresenta o Projeto do Turismo Cívico Pedagógico. Foto Ascom-RJ
Assim como estudantes de Cláudio (MG), São Luís (MA), Recife (PE), Vassouras e Casemiro de Abreu (RJ), alunos da vizinha cidade histórica de Goiás poderão vir à Capital para aprender a história do Brasil enquanto visitam monumentos criados por Oscar Niemeyer.

Na próxima segunda-feira (13/09), Brasília e Pirenópolis (GO) vão estabelecer mais um importante marco na relação turística entre os dois municípios. A secretária de Turismo do Distrito Federal, Vanessa Mendonça, e o prefeito de Pirenópolis, Nivaldo Melo, vão assinar um Termo de Cooperação Técnica para a implantação do Programa de Turismo Cívico e Pedagógico, que irá proporcionar aos estudantes da rede pública de ensino daquela cidade, visitar monumentos de Brasília para obter, in loco, fora das salas de aula, ensinamentos de História do Brasil. O documento será firmado durante a programação do Encontro Regional de Secretários e dirigentes de Turismo do Centro-Oeste, promovido pela Associação Nacionalde Secretários e Dirigentes de Turismo (Anseditur).

 

“Este programa é um case da nossa capital, que é única e somente aqui pode surgir uma programação assim. Brasília é a capital de todos os brasileiros e fazer com que as crianças, alunos principalmente do ensino fundamental, conheçam a capital do país e possam, fora da sala de aula e por meio de uma rota turística, ir além dos monumentos, aprendendo sobre a história do Brasil. Essa atividade favorece a criação de um cidadão com mais amor à pátria e exemplo para as gerações futuras, de como unir a educação com a atividade econômica do turismo e alavancar uma plataforma de desenvolvimento que é realidade nos Estados Unidos, na França, na Espanha, na Alemanha e no Japão”, justifica Vanessa Mendonça.

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O projeto do Turismo Cívico Pedagógico consiste em ressignificar o monumento e dar a ele a importância histórica de sua existência. “E nós temos um grande exemplo desta transformação. Antes de assumirmos a Secretaria de Turismo, a Troca da Bandeira era um evento praticamente restrito às forças militares que organizam a substituição do Pavilhão Nacional a cada primeiro domingo do mês. Cercade 200 pessoas costumavam prestigiar a Troca da Bandeira na Praça dos Três Poderes. Na última edição do evento, antes da pandemia, conseguimos levar 7mil pessoas àquela cerimônia. Isso é turismo cívico, turismo pedagógico, turismo cidadão”, define a Secretária.

 

O Programa do Turismo Cívico Pedagógico já é considerado um Case de Brasília em todo o país e está sendo exportado rapidamente para os demais estados e municípios. Desde a realização do Fórum de Secretários de Turismo no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, há dois meses, Brasília já firmou acordos de cooperação técnica com várias cidades, entre elas São Luís (MA), Recife (PE), Vassouras e Casemiro de Abreu (RJ), Cláudio (MG) e agora Pirenópolis.

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“Essas parcerias são fundamentais para a manutenção e a garantia de um futuro público para o turismo brasileiro. Brasília é muito mais que um gabinete político e oferece uma experiência única. Temos o maior museu a céu aberto com obras de Oscar Niemeyer e paisagismo de Burle Marx. Além dos ministérios, de todos os monumentos e da sua história, na esplanada também estão o Teatro Nacional, o Museu da República, a Biblioteca Nacional e a Catedral Metropolitana. Assim, todos os alunos e todos os brasileiros devem conhecer a capital do país, a capital de todos os brasileiros”, declarou a secretária Vanessa Mendonça.

 

“E isso só é possível pelo trabalho diuturno e a visão empreendedora do governador Ibaneis Rocha, que nos permite trabalhar com um novo olharsobre o turismo”, finalizou a dirigente da Setur-DF

Fonte: Agência Brasilia

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Mãe e padrasto são presos após espancamento e morte de bebê

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Se condenado, casal pode pegar até 16 anos de prisão Foto: Polícia Civil de Goiás

Menina só foi levada ao hospital um dia após as agressões

Nesta quarta-feira (15), a Polícia Civil de Goiás (PC-GO) prendeu a mãe e o padrasto de uma criança de três anos, pelo espancamento e pela morte dela. A vítima dos maus-tratos era uma menina, que morreu na madrugada da última terça-feira (14) em Trindade, região metropolitana de Goiás.

De acordo com os investigadores, a mãe da criança tem 23 anos e espancava a filha com o consentimento do padrasto, de 27 anos.

A delegada Silvana Nunes informou que a menina foi agredida a socos no último domingo (12), sofreu hemorragia interna e só foi levada para o médico na noite de segunda-feira (13), após alerta do padrasto.

A menina foi levada para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Trindade II, onde o casal alegou que ela teria caído em um parquinho. Mas um dos médicos que atendeu a criança apontou que as lesões no corpo da menina não condiziam com as de uma queda, ao que o casal mudou a versão e passou a dizer que o irmão da vítima, de seis anos, a teria agredido.

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O médico acionou a Polícia Militar após a criança morrer, já durante a madrugada, devido a uma insuficiência respiratória. Ela chegou a ser intubada, mas não resistiu. O casal foi encaminhado para a delegacia de Trindade, onde a mãe confessou o espancamento.

– Ao final da entrevista com o casal, a mãe acabou por confessar que, no domingo, espancou a menina. Ela confessou que deu murros no abdome e nas costas na criança de três anos, alegando que estava corrigindo a menina porque era muito teimosa – relatou a delegada.

Silvana disse ainda que havia lesões antigas e recentes no corpo da criança, típico de casos em que há maus-tratos frequentes. A necrópsia revelou que lesões contundentes na região abdominal da menina provocaram o rompimento de veias intestinais. Também foram encontradas lesões no braço e na cabeça da vítima.

A mãe e o padrasto da criança estão presos, acusados de tortura qualificada resultando em morte e devem passar por audiência de custódia. Se condenados, poderão pegar de 8 a 16 anos.

Após o caso, o Conselho Tutelar ouviu o irmão da menina, que o casal citou como agressor da vítima, ao mudar a versão contada na UPA. O menino também possui lesões no braço e na cabeça e disse que apanhava sempre por ser “um menino teimoso”. Ele irá passar por atendimento psicológico, e o Conselho está a procura de um familiar que possa acolhê-lo.

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Fonte: Pleno.News

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