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Prefeito fez videochamada para mostrar partes íntimas a adolescente: “Quer ver?”

Prefeito fez videochamada para mostrar partes íntimas a adolescente: “Quer ver?”

Garoto de 15 anos gravou conversas que teve com chefe do Executivo de interior de Goiás, que foi preso após pedido do MPGO

Prefeito preso São Simao Goias

Reprodução/ WhatsApp

Goiânia – O prefeito Francisco de Assis Peixoto (PSDB) fez videochamada para mostrar partes íntimas a adolescente de 15 anos, em São Simão, no sudoeste goiano. A informação é da própria mãe do garoto, que denunciou o caso.

Assis Peixoto acabou preso de forma preventiva na tarde de quarta-feira (28/7), após pedido do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO). Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. A operação foi batizada de Paideia.

Em entrevista à TV Anhanguera/Globo, a mãe do adolescente, que não foi identificada, conta que o prefeito se aproximou de seu filho por mensagem no WhatsApp. O mandatário teria se identificado como Assis. Quando a vítima perguntou se era o prefeito, o assediador teria confirmado.

Prefeito mostrou partes íntimas para adolscente Reprodução WhatsApp

Prefeito preso São Simão

Rosto do prefeito aparece durante videochamada com adolescente de 15 anosReprodução/WhatsApp1

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“Quer ver”?

Uma cópia de uma das conversas pelo aplicativo mostra que o suspeito diz: “Quer ver?”. O adolescente então responde: “Vou ligar e você mostra”. Em seguida, o assediador diz: “E você também”.

O prefeito então exibiu suas partes íntimas para o adolescente durante a videochamada. As imagens foram gravadas. Um trecho do vídeo mostra o rosto de Assis Peixoto.

A redação tenta localizar a defesa do prefeito, que estava em Goiânia no momento da prisão. Como o processo é sigiloso, não é possível ver sua descrição no site do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).

Alô Valparaíso/*Com as informações do Metrópoles

 

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Mãe e padrasto são presos após espancamento e morte de bebê

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Se condenado, casal pode pegar até 16 anos de prisão Foto: Polícia Civil de Goiás

Menina só foi levada ao hospital um dia após as agressões

Nesta quarta-feira (15), a Polícia Civil de Goiás (PC-GO) prendeu a mãe e o padrasto de uma criança de três anos, pelo espancamento e pela morte dela. A vítima dos maus-tratos era uma menina, que morreu na madrugada da última terça-feira (14) em Trindade, região metropolitana de Goiás.

De acordo com os investigadores, a mãe da criança tem 23 anos e espancava a filha com o consentimento do padrasto, de 27 anos.

A delegada Silvana Nunes informou que a menina foi agredida a socos no último domingo (12), sofreu hemorragia interna e só foi levada para o médico na noite de segunda-feira (13), após alerta do padrasto.

A menina foi levada para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Trindade II, onde o casal alegou que ela teria caído em um parquinho. Mas um dos médicos que atendeu a criança apontou que as lesões no corpo da menina não condiziam com as de uma queda, ao que o casal mudou a versão e passou a dizer que o irmão da vítima, de seis anos, a teria agredido.

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O médico acionou a Polícia Militar após a criança morrer, já durante a madrugada, devido a uma insuficiência respiratória. Ela chegou a ser intubada, mas não resistiu. O casal foi encaminhado para a delegacia de Trindade, onde a mãe confessou o espancamento.

– Ao final da entrevista com o casal, a mãe acabou por confessar que, no domingo, espancou a menina. Ela confessou que deu murros no abdome e nas costas na criança de três anos, alegando que estava corrigindo a menina porque era muito teimosa – relatou a delegada.

Silvana disse ainda que havia lesões antigas e recentes no corpo da criança, típico de casos em que há maus-tratos frequentes. A necrópsia revelou que lesões contundentes na região abdominal da menina provocaram o rompimento de veias intestinais. Também foram encontradas lesões no braço e na cabeça da vítima.

A mãe e o padrasto da criança estão presos, acusados de tortura qualificada resultando em morte e devem passar por audiência de custódia. Se condenados, poderão pegar de 8 a 16 anos.

Após o caso, o Conselho Tutelar ouviu o irmão da menina, que o casal citou como agressor da vítima, ao mudar a versão contada na UPA. O menino também possui lesões no braço e na cabeça e disse que apanhava sempre por ser “um menino teimoso”. Ele irá passar por atendimento psicológico, e o Conselho está a procura de um familiar que possa acolhê-lo.

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Fonte: Pleno.News

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