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Turistas são retirados do Vale da Lua após incêndio atingir parque

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, o fogo cercou cerca de 100 turistas no local e um deles teve queimaduras leves nos pés

Material Cedido ao Metrópoles
O Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CMBGO) combate um incêndio florestal no Vale da Lua, na Chapada dos Veadeiros, neste domingo (12/9). Segundo a corporação, equipes estão no local desde as 11h. Até a última atualização desta matéria o fogo ainda não havia sido controlado.

Equipes do CBMGO, ICMbio, PrevFogo e brigadistas voluntários atuam no combate às chamas e no resgate dos turistas. O Vale da Lua está fechado para visitação no momento, segundo o Corpo de Bombeiros.

“Todos os turistas foram resgatados e retirados do local com segurança. Após a evacuação, pôde-se iniciar o combate utilizando as aeronaves do ICBMbio”, diz a nota do Corpo de Bombeiros de Goiás.

Veja imagens:

Jéssica Germano, de 31 anos, é de Brasília, mas atualmente mora em Portugal. Ela estava com o marido na Chapada dos Veadeiros desde quinta-feira (9/9). Neste domingo, o casal estava no Vale da Lua quando foi surpreendido pelo incêndio.

“Eu tinha ido para a Chapada passar uns dias com o meu marido, que é português, para ele conhecer. Hoje era nosso último dia”, conta. “A gente chegou no Vale da Lua umas 9h, porque queríamos ficar só um pouco para voltar cedo para Brasília. Estávamos na piscina principal e aí começou a chegar mais gente. Demos um mergulho e começamos a levantar para ir embora. Foi quando, umas 10h, eu olhei para cima e já vi uma fumaça na direção da mata que ficava perto da trilha de entrada”, completa.

A turista relata que, em seguida, ela e o marido resolveram sair do local. “Vi o bombeiro passando o rádio para o pessoal lá de cima e a gente tentou logo ir subindo”, diz. “A orientação que os brigadistas davam era que a gente ficasse ali esperando passar, porque o fogo estava na trilha. Tinha muita fuligem. A gente ficou mais ou menos uma hora no sol, sentado nas pedras, porque era o único local seguro.”

Momentos depois, quando chegaram as equipes do CBMGO, o grupo de turistas que estava na região foi guiado por bombeiros para sair do local. “Nesse momento, o nosso receio era em relação aos carros, porque o fogo estava próximo da recepção, do início da trilha, e todos os carros estavam ali, tinha combustível. Estava queimando tudo muito rápido, então foi meio desesperador”, narra.

Metrópoles procurou a assessoria de imprensa da Chapada dos Veadeiros para obter mais informações sobre a interdição do parque durante a operação de combate ao incêndio florestal e aguardava retorno até a publicação deste texto.

Fonte: Metropoles
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Mãe e padrasto são presos após espancamento e morte de bebê

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Se condenado, casal pode pegar até 16 anos de prisão Foto: Polícia Civil de Goiás

Menina só foi levada ao hospital um dia após as agressões

Nesta quarta-feira (15), a Polícia Civil de Goiás (PC-GO) prendeu a mãe e o padrasto de uma criança de três anos, pelo espancamento e pela morte dela. A vítima dos maus-tratos era uma menina, que morreu na madrugada da última terça-feira (14) em Trindade, região metropolitana de Goiás.

De acordo com os investigadores, a mãe da criança tem 23 anos e espancava a filha com o consentimento do padrasto, de 27 anos.

A delegada Silvana Nunes informou que a menina foi agredida a socos no último domingo (12), sofreu hemorragia interna e só foi levada para o médico na noite de segunda-feira (13), após alerta do padrasto.

A menina foi levada para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Trindade II, onde o casal alegou que ela teria caído em um parquinho. Mas um dos médicos que atendeu a criança apontou que as lesões no corpo da menina não condiziam com as de uma queda, ao que o casal mudou a versão e passou a dizer que o irmão da vítima, de seis anos, a teria agredido.

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O médico acionou a Polícia Militar após a criança morrer, já durante a madrugada, devido a uma insuficiência respiratória. Ela chegou a ser intubada, mas não resistiu. O casal foi encaminhado para a delegacia de Trindade, onde a mãe confessou o espancamento.

– Ao final da entrevista com o casal, a mãe acabou por confessar que, no domingo, espancou a menina. Ela confessou que deu murros no abdome e nas costas na criança de três anos, alegando que estava corrigindo a menina porque era muito teimosa – relatou a delegada.

Silvana disse ainda que havia lesões antigas e recentes no corpo da criança, típico de casos em que há maus-tratos frequentes. A necrópsia revelou que lesões contundentes na região abdominal da menina provocaram o rompimento de veias intestinais. Também foram encontradas lesões no braço e na cabeça da vítima.

A mãe e o padrasto da criança estão presos, acusados de tortura qualificada resultando em morte e devem passar por audiência de custódia. Se condenados, poderão pegar de 8 a 16 anos.

Após o caso, o Conselho Tutelar ouviu o irmão da menina, que o casal citou como agressor da vítima, ao mudar a versão contada na UPA. O menino também possui lesões no braço e na cabeça e disse que apanhava sempre por ser “um menino teimoso”. Ele irá passar por atendimento psicológico, e o Conselho está a procura de um familiar que possa acolhê-lo.

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Fonte: Pleno.News

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