Ao contrário do que vem sendo divulgado em bastidores políticos, a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) mantém firme sua intenção de disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026. Pessoas próximas à parlamentar afirmam que não existe imposição do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, para que ela concorra novamente à Câmara dos Deputados.
Fontes do partido no Distrito Federal classificam como especulativa a narrativa de que a direção nacional teria “obrigado” Bia Kicis a permanecer na disputa proporcional. Segundo essas lideranças, a decisão sobre o cargo a ser disputado cabe à própria parlamentar, que avalia o cenário político e eleitoral do DF com base em sua trajetória e capital político.
Bia Kicis, que preside o PL no Distrito Federal, é hoje um dos nomes mais conhecidos da legenda no estado, com forte presença nacional e desempenho eleitoral expressivo nas últimas eleições. Aliados destacam que seu nome aparece com competitividade em levantamentos internos para o Senado, o que reforça a viabilidade do projeto majoritário.
Segundo interlocutores do partido, esse tipo de notícia revela o desespero de candidatos concorrentes e funciona como um indicativo claro do crescimento de Bia Kicis nas pesquisas. Para essas fontes, a tentativa de desqualificar sua pré-candidatura ao Senado demonstra preocupação com o avanço do seu nome no cenário eleitoral do Distrito Federal.
Ainda de acordo com interlocutores, não procede a informação de que o PL já tenha definido de forma exclusiva uma única candidatura ao Senado no DF, tampouco que haja veto formal à postulação de Bia Kicis. O partido segue em fase de articulações, comuns em períodos pré-eleitorais, sem deliberações finais.
No comando do PL-DF, Bia Kicis tem reiterado que trabalha para fortalecer a legenda no Distrito Federal, seja no campo majoritário ou proporcional, e que qualquer decisão será tomada de forma estratégica, dialogada e no momento adequado.
Assim, a versão de que a deputada estaria “nadando contra a corrente” ou enfraquecendo o partido não encontra respaldo entre dirigentes e aliados, que veem em sua possível candidatura ao Senado uma oportunidade de ampliar a representação do PL no DF e no Congresso Nacional.