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Chineses, o Brasil não está à venda

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Tramita no Congresso, já com aprovação no Senado, o Projeto de Lei (PL) 2.963/19, de autoria do Senador Irajá Silvestre (PSD-TO), que permite a compra de terras rurais por estrangeiros, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. O projeto limita essa aquisição em até 25% do território do município. O PL derruba a Lei 5.709 de 1971, que prevê uma série de restrições para aquisição de terras por estrangeiros.

Segundo o Senador, “isso permitirá a compra de terras por investidores internacionais pode atrair investimentos ao país de cerca de R$ 50 bilhões por ano, gerando empregos.”

Mentira! O que há por trás disso é um grande lobby internacional sendo capitaneado pelo seu principal interessado, a China. Vamos entender o caso?

Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), é necessária uma área de 0,22 hectare (aproximadamente 2.200 m²) para alimentar uma pessoa por ano. A China só possui 0,086 hectare (860 m²) de área cultivável por habitante e por essa razão a conta não fecha — e a segurança alimentar do país está seriamente ameaçada. Além disso, a renda chinesa cresceu, e com ela houve uma demanda maior por alimentos.

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A China é de longe o maior comprador da soja brasileira. Só que com a possibilidade de venda das terras, há um enorme risco de o Brasil virar uma horta chinesa e a preço de banana. Para que você entenda a extensão do risco, vale a pena lembrar o fato ocorrido em 2013, quando alegando atraso na entrega do produto, a China cancelou a compra de 33 navios carregados de soja, (2 milhões de toneladas) derrubando drasticamente o preço do farelo e do óleo e quebrando muitos dos produtores que ficaram extremamente endividados com fornecedores de sementes, insumos e etc. Foi um verdadeiro desastre. Esse jogo de “compra e cancela” a China fez também com os EUA e chegou a afetar a Bolsa de Chicago em 2019.

A tentativa dos chineses de entrarem no Brasil comprando tido é antiga.

A entrada de chineses ou não nas terras brasileiras estava travada por conta de um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), de 2010, ano em que a empresa Chongqing Grain Group, da China, chegou a anunciar planos para aplicar US$ 300 milhões na compra de 100 mil hectares no oeste da Bahia, para produzir soja.

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Essa situação, inédita na política nacional, colocou o Presidente e a oposição no mesmo lado. Enquanto alguns parlamentares da própria base governista inexplicavelmente se manifestaram favoráveis ao PL, a oposição foi quem gritou, e Bolsonaro, com razão, fez coro aos oposicionistas e afirmou que vai vetar esse PL infame que entrega nossas terras de mão beijada aos chineses. Incrivelmente o PT e outros partidos de oposição, junto com entidades como o Greenpeace se declaram contra a aprovação do PL, e estão apoiando o Presidente em sua decisão. Parece que o mundo político está louco.

O Presidente declarou:

“Não pode acontecer isso no Brasil. Passou no Senado… vai para a Câmara, se a Câmara aprovar tem o veto meu. Aí o Congresso vai derrubar ou não o veto. Falta patriotismo para nós. Não podemos permitir que o Brasil seja comprado”.

Bolsonaro também chama a atenção para outro risco: A prospecção das nossas riquezas minerais. Segundo o Presidente, “Ele vai comprar terras e municípios que ele sabe de uma forma ou de outra o que tem no subsolo”.

Não queremos os chineses tomando conta do nosso território. A consciência e o voto de alguns parlamentares podem estar à venda, mas não o Brasil.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

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OPINIÃO

Esqueceram onde estávamos há apenas 6 anos?

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Em 2014, fomos às ruas para tentar derrubar a tresloucada Dilma…votando no Aécio. Sim, o Aécio, o cara que era chefe de quase todo o esquema de corrupção, traficante e drogado, mancomunado com o PT e com todo o lixo que nos governou durante os últimos 30 anos. Um cara que havia tirado foto com Fidel Castro 30 anos antes.

Nós éramos completamente cegos e ignorantes. Éramos escravos do sistema e nem sabíamos que havia um sistema!

Para nós, Olavo de Carvalho era um desconhecido, Eneas Carneiro era um louco, e Bolsonaro era um deputado nervosinho. Confiávamos na Rede Globo e batíamos palmas para artistas sem talento comprarem apartamento em Paris, com nosso dinheiro.

Em apenas 6 anos (6 e não 60):

– tiramos uma débil mental e ex-terrorista do poder
– prendemos um semi-analfabeto corrupto e seu bando
– elegemos o primeiro Presidente de direita dos 500 anos do Brasil
– aprendemos a saber mais de política do que de futebol
– esvaziamos as plateias de artistas comunistas e sem talento
– nosso Paulo Guedes foi eleito o melhor Ministro da Fazenda do mundo de 2019
– demos uma banana para Cuba e Venezuela e nos aliamos a EUA e Israel
– quebramos a espinha dorsal de um sistema de ensino que criava zumbis esquerdistas
– boicotamos uma das mais influentes emissoras de TV do mundo
– identificamos quem são Maia e Alcolumbre
– identificamos um juiz infiltrado, vaidoso e traidor
– tivemos o prazer de aprender com um ministro da Educacao que os 11 do STF não passam de bandidos com toga.

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Você acha que enterraremos um sistema todo em 6 anos???

Claro que não! Mas estamos mais fortes e mais lúcidos do que nunca estivemos.

Se for para desanimar, então desanime sozinho e não me chame.

Desistir, nunca! Render-se, jamais!

Por tudo o que passou (e passa) Bolsonaro, apostando até sua vida por nós, o mínimo que devemos fazer é ter a decência de lutar com toda a força e coragem que tivermos.

Bolsonaro é um paranóico?
Eu também sou.

Só os paranóicos sobrevivem.

F. DGM

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