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Bebê morreu asfixiada em creche, conclui laudo

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Foto: Agência Brasil

Amariah Noleto foi deixada na creche em Planaltina e, quando o pai voltou pegá-la, a menina já estava sem vida

Segundo o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a bebê de 6 meses que morreu em uma creche irregular em Planaltina, sofreu asfixia de causa indeterminada.

O caso ocorreu em outubro do ano passado, quando Amariah Noleto foi deixada na creche e, quando o pai voltou pegá-la, a menina já estava sem vida. Ela chegou a ser levada ao Hospital Regional de Planaltina (HRP), mas já era tarde. De acordo com as funcionárias do local, a menina havia se engasgado quando estava sendo alimentada.

Ainda segundo o laudo, os indícios encontrados no corpo de Amariah após a necropsia são semelhantes aos encontrados em mortes por asfixia, como secreção mucosa ou serosa nas narinas; edema dos pulmões; sangue líquido no coração; bexiga vazia e edema cerebral.

Ainda assim, não há sinais de traumas na face da menina, o que não dá indícios sobre a causa da asfixia, “tais como intoxicações exógenas, broncoaspiração, alterações cardíacas macro e microscópicas ou outras doenças”.

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Dessa forma, o laudo aponta que a asfixia pode ter ocorrido por sufocação direta, já que ela foi encontrada deitada de bruços no berço, com nariz e bocas obstruídos. Segundo o texto, o colchão, o travesseiro ou até mesmo um “pano que cobria a cabeça da criança” pode ter causado a morte.

“Quando a superfície contra a qual a face é pressionada é de consistência mole, macia, não existem vestígios específicos que possam ser encontrados na necropsia. No caso em questão, pode ter sido por tempo prolongado, já que, pelos relatos, Amariah teria ficado todo o período da tarde no quarto sem supervisão”, continua.

Ainda assim, o IML não descarta a possibilidade de morte súbita, a chamada síndrome da morte súbita infantil, que tem causa desconhecida. “Trata-se de uma forma de morte súbita não violenta, com características de morte asfíxica.” Não foram encontrados outros ferimentos, internos ou externos, no corpo de Amariah.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Filho desaparecido há 4 meses reencontra a mãe no Creas de Planaltina

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Daniel, entre a avó e a mãe, Maria: finalmente, o reencontro | Foto: Divulgação/Sedes

Mas um reencontro inesperado transformou o último dia 7 em um momento especial para toda equipe da unidade

Essa é uma história com grandes emoções. Era uma tarde de trabalho de sexta-feira como qualquer outra no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Planaltina. Mas um reencontro inesperado transformou o último dia 7 em um momento especial para toda equipe da unidade.

Após uma peregrinação por várias unidades socioassistenciais no DF, Maria Alves Pereira, que procurava há quatro meses pelo filho Daniel, de 37 anos, finalmente o encontrou.

Maria Alves saiu de Arinos, em Minas Gerais, e percorreu vários cantos do DF com uma foto do filho nas mãos. A esperança dela era de que o rapaz tivesse passado por alguma abordagem social para pessoas em situação de rua.

E ela não estava errada. Uma servidora da unidade de Planaltina (a última parada de Maria) guardou o retrato e anotou o contato da mãe.

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E não demorou para que o telefone tocasse. Algum tempo depois que Maria deixou o Creas, Daniel entrou para pedir ajuda.

A funcionária da unidade ligou imediatamente para a mãe, que escutou a notícia que mais queria: o filho estava lá.

A gerente do Creas, Rosalva Aparecida da Silva, disse ter sido uma das histórias mais emocionantes a que presenciou. “Não houve uma pessoa que não chorasse de emoção com aquele reencontro”, contou.

O trabalho da equipe do Creas não terminou ali naquele reencontro. Daniel foi encaminhado para atendimento especializado, e a mãe voltou para Arinos com a certeza de que não vai mais perder contato com o filho e que ele está sendo devidamente atendido pela política socioassistencial do GDF.

  • Com informações da Agência Brasília
  • Fonte: Jornal de Brasilia
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