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MC usa homem como ‘escudo’, e os dois são mortos a tiros

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MC Irak e Cristiano da Silva Fotos: Reprodução/Instagram

Caso ocorreu em Pernambuco

A Polícia Civil confirmou nesta segunda-feira (3) a morte de dois homens em um condomínio no Cabo de Santo Agostinho, em Garapu, no Grande Recife, Pernambuco. Segundo testemunhas, um dos homens teria sido usado como escudo humano por MC Irak na tentativa de evitar seu assassinato.

O crime ocorreu por volta das 13h deste domingo (2), no Condomínio Novo Tempo IV. De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, testemunhas relataram que Ewerton Matheus da Silva, conhecido como MC Irak, teria usado Cristiano da Silva como escudo humano para evitar sua morte. Ambos acabaram baleados.

A Polícia Civil não informou se os disparos ocorreram durante um assalto ou se a intenção dos atiradores era executar o Mc. De acordo com a polícia, o funkeiro morreu no local. Já Cristiano foi socorrido e levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da Cohab, mas não resistiu.

Por meio de nota, a polícia informou que iniciou as investigações para apurar o crime.

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Fonte: Pleno.News

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Filho desaparecido há 4 meses reencontra a mãe no Creas de Planaltina

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Daniel, entre a avó e a mãe, Maria: finalmente, o reencontro | Foto: Divulgação/Sedes

Mas um reencontro inesperado transformou o último dia 7 em um momento especial para toda equipe da unidade

Essa é uma história com grandes emoções. Era uma tarde de trabalho de sexta-feira como qualquer outra no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Planaltina. Mas um reencontro inesperado transformou o último dia 7 em um momento especial para toda equipe da unidade.

Após uma peregrinação por várias unidades socioassistenciais no DF, Maria Alves Pereira, que procurava há quatro meses pelo filho Daniel, de 37 anos, finalmente o encontrou.

Maria Alves saiu de Arinos, em Minas Gerais, e percorreu vários cantos do DF com uma foto do filho nas mãos. A esperança dela era de que o rapaz tivesse passado por alguma abordagem social para pessoas em situação de rua.

E ela não estava errada. Uma servidora da unidade de Planaltina (a última parada de Maria) guardou o retrato e anotou o contato da mãe.

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E não demorou para que o telefone tocasse. Algum tempo depois que Maria deixou o Creas, Daniel entrou para pedir ajuda.

A funcionária da unidade ligou imediatamente para a mãe, que escutou a notícia que mais queria: o filho estava lá.

A gerente do Creas, Rosalva Aparecida da Silva, disse ter sido uma das histórias mais emocionantes a que presenciou. “Não houve uma pessoa que não chorasse de emoção com aquele reencontro”, contou.

O trabalho da equipe do Creas não terminou ali naquele reencontro. Daniel foi encaminhado para atendimento especializado, e a mãe voltou para Arinos com a certeza de que não vai mais perder contato com o filho e que ele está sendo devidamente atendido pela política socioassistencial do GDF.

  • Com informações da Agência Brasília
  • Fonte: Jornal de Brasilia
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