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PM desmonta escritório do tráfico em apartamento residencial no Paranoá

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Os policiais militares desativaram o escritório de drogas que funcionava em um apartamento na Quadra 10, no Paranoá. O vaivém de clientes chamou a atenção dos vizinhos. Nesta quarta-feira (23), os policiais prenderam uma mulher de 33 anos e apreenderam o adolescente de 15 anos que ela recrutou para ajudá-la na venda de drogas.

Eles foram detidos em flagrante com um tablete de crack, várias porções avulsas da mesma droga e uma porção de maconha. Além dos entorpecentes, os militares apreenderam R$ 3,7 mil em espécie.

A dupla traficava no segundo andar do prédio residencial. Eles não temiam ser descobertos nem denunciados pelos vizinhos. As janelas do apartamento ficavam abertas deixando à vista de todos a movimentação dentro do local.

O tráfico ocorria ininterruptamente até a ação da Polícia Militar. O adolescente foi levado para a Delegacia da Criança e do Adolescente, na Asa Norte. A mulher foi levada para a 6ª Delegacia de Polícia.

Fonte: PM DF

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Feminicídio: mulher morre após ser mordida e esfaqueada pelo marido

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Tatiane Pereira da Silva chegou a internada no Hospital Regional de Planaltina, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Agressor foi preso

Fachada da 6ª Delegacia de Polícia - ParanoáRafaela Felicciano/Metrópoles

Mais uma mulher morreu no Distrito Federal vítima de feminicídio. Tatiane Pereira da Silva chegou a ser internada no Hospital Regional de Planaltina na sexta-feira (9/4) após ser esfaqueada pelo marido. A vítima, de 41 anos, não resistiu e faleceu nessa segunda (12).

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a briga do casal começou por volta de 00h15 de sexta. Ricardo Viana, delegado-chefe da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), relata que o agressor mordeu e esfaqueou a mulher após uma discussão.

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Foram determinadas as seguintes medidas ao agressor:

  • Proibição de aproximação da vítima, familiares e testemunhas, restando fixado o limite mínimo de 300 metros de distância;
  • Proibição de contato com a vítima, familiares e testemunhas por qualquer meio de comunicação, tais como ligação telefônica, WhatsApp, e-mail, Facebook, Instagram e outros.
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Para o delegado, uma vez que Tatiane chegou a ficar internada em estado grave e faleceu dias depois, ela pode ter sido agredida novamente depois de prestar queixa na delegacia. Outra hipótese é que um dos ferimentos teria sido mais grave do que aparentava.

“Ela levou uma facada de raspão nas pernas e uma mordida no braço, mas pode ter tido mais lesões. A gente acredita que ela escondeu da família o resultado da briga e isso pode ter levado à morte dela”, pontuou Viana.

Conforme informações da PCDF, a vítima de feminicídio e o agressor viviam em união estável há cerca de 6 anos e criavam um filho de 3 anos. À polícia, Tatiane relatou que as agressões começaram no ano passado.

Na data da briga, o casal voltava para casa após sair de um bar na DF-250, no Núcleo Rural 06 do Paranoá. Manoel queria retornar ao estabelecimento e Tatiane não, o que gerou a discussão. Ele mordeu o braço dela e a esfaqueou na perna. Depois disso, ela teria ido à casa da mãe e, em seguida, procurado a polícia.

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Na segunda-feira, porém, a delegacia foi informada, por um familiar da mulher, que ela estava internada em estado grave e que precisaria passar por cirurgia, em decorrência das agressões sofridas. O quadro de saúde de Tatiane piorou e ela faleceu à tarde.

Fonte: Metropoles
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