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Instituto IMUNES arrecada 1.000 cestas básicas para Planaltina de Goiás

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Uma doação para atender 1.000 famílias planaltinenses atingidas nesta crise da pandemia

O Projeto Clube de Arrecadação Solidária do IMUNES, há dois meses, mantém uma campanha de alimentos e consegue arrecadar 30 mil kilos de alimentos não perecíveis doados pela  Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).

“Ninguém faz nada sozinho. Estamos cada vez mais sensibilizados e determinados a manter esta campanha em prol dos mais necessitados”, disse o Presidente do Instituto Mundo Novo de Economia Sustentável – IMUNES. “Algumas pessoas até pensaram que não ia dar em nada, mais com o auxílio e a parceria de alguns amigos e colaboradores o resultado foi o melhor do que esperado”, salientou o Presidente do IMUNES, Ítalo Felicidade.

“Quero agradecer ao Grande Arquiteto do Universo por estar sempre nos abençoando e, em especial, ao Governo do Estado do Goiás, na pessoa do Governador Ronaldo Caiado e a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), na pessoa de sua Presidente de Honra Gracinha Caiado. Também agradeço aos parceiros e amigos do  IMUNES, ao Conselho de Desenvolvimento do Distrito Federal (CDDF), a Plataforma Digital Musicalizar, ao Uni-Social da Igreja Universal, a Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Planaltina-GO (ACIAPLA), a Pastora Dayana, ao Time do Bem, a Imprensa local Brasilinha em Ação, e a todos aqueles que direta ou indiretamente auxiliaram para que esta ação acontecesse”.

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“Nós, do IMUNES, continuamos trabalhando em prol do desenvolvimento socioeconômico e ambiental, também buscamos cumprir com o nosso dever neste período de isolamento social e crise, viemos aqui mostrar que é possível fazer o Bem sem Olhar a Quem, e que somos capazes de colaborar para a realização de um mundo melhor. Podemos tudo, só depende do nosso querer” (Ítallo “Felicidade de Maria” Luis da Silva, Presidente do IMUNES).

Postagem: http://temporarioegnews.com.br

Fonte: BSB TIMES
Com informações do IMUNES

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MANCHETES

A ética da responsabilidade como atributo do estadista

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Salin Siddartha

Cabe aos governantes do Distrito Federal ser a voz da razão para afirmar Brasília como espaço de liberdade responsável pelo seu desenvolvimento econômico e social. O grau de racionalidade das políticas sociais deve ser adaptável às vocações das Regiões Administrativas do DF como um todo, bem como precisa estar sintonizado com certos aspectos irracionais do comportamento dos agentes políticos a fim de compensá-los com ajustes de previsão, percepção e resolução, já que nem tudo é sempre racional e a forma como as escolhas são estruturadas se torna importante para a tomada de decisões políticas.

Uma coisa é certa: a defasagem entre aquilo que os quadros políticos do governo sabem e aquilo que pensam que sabem é sempre perigosamente elevada. Dessa forma, aquilo que não se sabe é mais relevante do que aquilo que se sabe. Todavia o governante tem mais responsabilidade pelos resultados dos seus atos do que os outros cidadãos, pois a ética da responsabilidade é um atributo do estadista.

É claro que muitos problemas são imperceptíveis, principalmente quando os governantes se mantêm a distância das comunidades, sem observar in loco o que está acontecendo. Sendo assim, é de bom alvitre o contato permanente com a comunidade e o funcionamento deveras participativo da população no poder local.

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A tendência lenta, embora gradual, com que um problema começa a manifestar-se pode ser assaz imperceptível para que se possa prever o desastre que ele possa causar – como no caso da formação de ilhas de calor em nossas áreas urbanas e diversos problemas ambientais que, devagar, mas constantemente, foram espraiando-se pelo Distrito Federal e continuam a ameaçar, cada vez mais, nossa sustentabilidade ambiental. São normalidades deslizantes ocultas por trás de flutuações confusas que não só foram mas também vão deteriorando, aos poucos, a cidade, tornando difícil perceber um futuro que pode ser dramático para a sociedade brasiliense.

A incapacidade de resolver um problema, mesmo após ter sido previsto e percebido dá-se, em muitas ocasiões, pela atitude egoísta, em benefício próprio das oligarquias locais, mesmo que por intermédio de um comportamento nocivo à sociedade. É um sintoma imoral motivado pela perspectiva gananciosa de auferir maiores ganhos financeiros e patrimoniais à custa de perdas irreparáveis à Capital da República.

Note-se o mal que a especulação imobiliária fez em Águas Claras com relação à sustentabilidade do DF em questões como caos urbano, atravancamento do sistema de transporte, congestionamentos, falta de mobilidade e acessibilidade, prejuízos ao meio ambiente. A falta de comedimento leva a própria população a invadir áreas públicas sob o pretexto de que “o vizinho o fez, então eu também irei fazê-lo!”; o pior é que objetivos eleitoreiros conduzem maus políticos a regularizarem tais invasões, para prejuízo e destruição do bem comum das gerações futuras.

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É comum não se tentar resolver problemas já percebidos pelo simples fato de que a manutenção de tais problemas é boa para uma parte das elites poderosas desta cidade. É preciso que se abandonem valores arraigados na cultura e na história da população quando eles passam a ser incompatíveis com a sobrevivência coletiva. Os problemas que aqui apontamos devem servir de alerta também para outras cidades do País. São posturas assim que fazem com que certas sociedades sejam bem sucedidas e sobrevivam felizes pela história adentro, enquanto outras, por efetuarem escolhas erradas, fracassam e deixam de existir.

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

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