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Prefeitura do Rio proíbe festas e eventos em quiosques da orla

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Depois de suspender a festa oficial de réveillon da cidade, a prefeitura do Rio de Janeiro anunciou hoje (17) a proibição de festas privadas, cercadinhos, shows ou qualquer evento com cobrança de ingressos nos quiosques ao longo da orla. A medida vale tanto para a areia da praia quanto para o calçadão.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, afirmou, em nota, que a cidade passa por um momento de atenção redobrada à proteção das pessoas.

O número de pacientes com covid-19 internados em unidades de terapia intensiva (UTI) do Sistema Único de Saúde na capital fluminense continua a subir e chegou ontem a 618, em um aumento de mais de 10% desde o início do mês. A taxa de ocupação de leitos de UTI para covid-19 nas redes municipal, estadual e federal era de 89% no balanço de ontem, e 188 pessoas esperavam vagas.

O presidente da empresa municipal Riotur, Fabricio Villa Flor, classificou a proibição dos eventos privados como fundamental. “Seguimos para uma virada do ano com responsabilidade social.

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O anúncio da medida ocorre dois dias depois do cancelamento da festa oficial da cidade, que estava sendo programada para ocorrer em seis palcos cercados, sem a presença de público. As apresentações seriam transmitidas pela TV e internet e não haveria a tradicional queima de fogos da Praia de Copacabana. Mesmo assim, a prefeitura considerou que o cancelamento era necessário para a proteção de todos.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Além do ânus, veja outras regiões do corpo pouco seguras para tatuar

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A cantora Anitta viralizou na web após decidir tatuar uma região inusitada, com riscos de infecção. Especialista alerta sobre cuidados

Reprodução/Instagram

Na última semana, a cantora Anitta causou frisson na web ao anunciar uma tatuagem em uma região bastante incomum: o ânus. O fato acendeu um sinal de alerta para os dermatologistas, que avisaram sobre os riscos de infecções em locais inapropriados para o desenho.

Para esclarecer sobre o assunto, o Metrópoles convocou a dermatologista Natália Souza Medeiros, do hospital Santa Lúcia e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

“São locais em que naturalmente temos uma colonização de bactérias, e a tatuagem pode atuar como facilitadora para que esse agente entre no nosso organismo e cause algum tipo de infecção”, explica.

Segundo a médica, se o procedimento foi realizado em regiões da pele em que já existe uma colonização de bactérias, apesar de todos os cuidados de limpeza, ainda existe o risco de penetração de agentes infecciosos. Com isso, é possível que se desenvolva um processo de adoecimento que, se não tratado, pode evoluir para quadros graves, incluindo infecção generalizada.

Do ponto de vista estético, a sugestão da profissional é que o paciente não escolha áreas com flacidez, para não se frustrar com relação ao resultado do desenho. “A minha recomendação é fazer em áreas que não sejam de mucosa, por motivos de saúde, e locais que não apresentam excesso de pele nem são propensas a isso no futuro”, aconselha.

Além das preocupações com a região tatuada, o processo exige cautela com o procedimento e a cicatrização da pele. É também essencial garantir que o profissional está realizando o procedimento em um local com as condições de higiene recomendadas, além de utilizar material descartável.

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E, como quem tem tatuagem sabe, as preocupações não terminam ao deixar a mesa do tatuador. Uma cicatrização bem feita é uma etapa fundamental e exige muitos cuidados, desde evitar exposição solar a não irritar a região, mesmo que a coceira fale mais alto.

Fonte: Metropoles
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