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São Paulo confirma primeiro caso de reinfecção por covid-19 no estado

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A Secretaria estadual de Saúde de São Paulo confirmou nessa quarta-feira (16) o primeiro caso de reinfecção pelo novo coronavírus no estado. A confirmação foi feita pelo Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, referência nacional e vinculado à pasta estadual, após o sequenciamento genético de duas amostras clínicas de um caso suspeito, identificadas pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE). 

A paciente é uma mulher de 41 anos, que mora em Fernandópolis, na região de São José do Rio Preto. Ela desenvolveu a doença em junho, com resultado positivo em exame laboratorial. Se curou e teve nova detecção em novembro, 145 dias após o primeiro diagnóstico. O caso apresentou todos os critérios estabelecidos em nota técnica do Ministério da Saúde para confirmação de reinfecção. 

Os dois exames foram analisados pelo laboratório regional do Instituto Adolfo Lutz de São José do Rio Preto. O Laboratório Estratégico do Instituto Central, localizado na capital, fez o sequenciamento do genoma completo e identificou que se tratam de duas linhagens distintas do vírus, o que pode justificar a reinfecção. 

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Uma delas foi constatada exclusivamente no Brasil, e a outra já identificada tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Austrália e no Chile, conforme sequências comparadas com o banco de dados online e mundial Gisaid (Global Initiative on Sharing All Influenza Data) – Iniciativa Global de Compartilhamento de Todos os Dados sobre Influenza.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Além do ânus, veja outras regiões do corpo pouco seguras para tatuar

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A cantora Anitta viralizou na web após decidir tatuar uma região inusitada, com riscos de infecção. Especialista alerta sobre cuidados

Reprodução/Instagram

Na última semana, a cantora Anitta causou frisson na web ao anunciar uma tatuagem em uma região bastante incomum: o ânus. O fato acendeu um sinal de alerta para os dermatologistas, que avisaram sobre os riscos de infecções em locais inapropriados para o desenho.

Para esclarecer sobre o assunto, o Metrópoles convocou a dermatologista Natália Souza Medeiros, do hospital Santa Lúcia e membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

“São locais em que naturalmente temos uma colonização de bactérias, e a tatuagem pode atuar como facilitadora para que esse agente entre no nosso organismo e cause algum tipo de infecção”, explica.

Segundo a médica, se o procedimento foi realizado em regiões da pele em que já existe uma colonização de bactérias, apesar de todos os cuidados de limpeza, ainda existe o risco de penetração de agentes infecciosos. Com isso, é possível que se desenvolva um processo de adoecimento que, se não tratado, pode evoluir para quadros graves, incluindo infecção generalizada.

Do ponto de vista estético, a sugestão da profissional é que o paciente não escolha áreas com flacidez, para não se frustrar com relação ao resultado do desenho. “A minha recomendação é fazer em áreas que não sejam de mucosa, por motivos de saúde, e locais que não apresentam excesso de pele nem são propensas a isso no futuro”, aconselha.

Além das preocupações com a região tatuada, o processo exige cautela com o procedimento e a cicatrização da pele. É também essencial garantir que o profissional está realizando o procedimento em um local com as condições de higiene recomendadas, além de utilizar material descartável.

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E, como quem tem tatuagem sabe, as preocupações não terminam ao deixar a mesa do tatuador. Uma cicatrização bem feita é uma etapa fundamental e exige muitos cuidados, desde evitar exposição solar a não irritar a região, mesmo que a coceira fale mais alto.

Fonte: Metropoles
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