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Praça da Criança leva diversão gratuita para meninos e meninas de Santa Maria

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Em comemoração ao Dia das Crianças, espetáculos de circo e teatro fazem a alegria da meninada no formato drive in nos dias 10, 11 e 12

Em comemoração ao Dia das Crianças, a Praça da Criança traz diversas atrações gratuitas para os pequenos nos dias 10, 11 e 12 de outubro, no Quadradão Cultural de Santa Maria. O Circo Khronos dá o tom da festa no formato drive in com apresentações tradicionais, dinossauros mecânicos e King Kong de onze metros de altura. A programação inclui espetáculos infantis de Frozen, Os Vingadores, Baby Shark, Patrulha Canina, Lol e Galinha Pintadinha. Sessões às 18h, às 19h50 e às 21h30 com ingressos limitados disponíveis pelo site www.Sympla.com.br ou aplicativo Sympla.

Durante aproximadamente 1h20, vinte artistas do circo se revezarão em shows de acrobacias, contorcionismos, equilibrismo, malabarismo, esquete de palhaços e globo de motos. Entre os destaques estão o mágico Lucas Rangel (Las Vegas/EUA) que desaparece do palco diante dos olhos do público e o malabarista peruano Luis Miguel Terry Velásquez (Cirque du Soleil), que promete tirar o fôlego da plateia com impressionante habilidade e concentração.

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O coordenador do Circo Khronos, Luciano Rangel, destaca que este é um espetáculo premiado em toda a América Latina e voltado para todas as idades, sendo uma ótima alternativa de lazer para a família neste final de semana. O evento obedecerá todos os protocolos de segurança sanitária, como distanciamento social, aferição de temperatura e uso de máscaras.

“Trouxemos o que há de melhor para Santa Maria, que é este espetáculo premiado, com atrações diferentes e vários artistas. E o melhor: a família vai assistir no conforto e segurança do seu carro, sem proximadade e contato com outras pessoas.”, afirma.

Ingressos e logística

Os ingressos devem ser retirados com antececdência pela plataforma Sympla e equivalem ao veículo, com até quatro pessoas por carro. A presença deve ser confirmada até 12 horas antes da sessão escolhida pelo whatsapp (61) 98344-1858.

A entrada será feita por ordem de chegada, por isso, é recomendável que o público chegue antes do horário do início da sessão, lembrando que veículos maiores deverão se posicionar atrás dos menores para garantir uma visão igualitária a todos. O áudio será liberado via rádio frequência FM e permanecerá em som ambiente no local do evento.

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O uso de máscara é obrigatório quando houver contato com o ambiente externo. Para ter acesso aos banheiros, será preciso aguardar na fila virtual. Em caso de emergências, o público deve acionar a produção através do pisca alerta.

A Praça da Criança é uma iniciativa da Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade (Artise), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e a Administração Regional de Santa Maria.

Serviço:
Praça da Criança
Data: 10, 11 e 12 de outubro de 2020
Horário: sessões às 18h, às 19h50 e às 21h30
Local: Quadradão Cultural de Santa Maria
Ingressos: www.sympla.com.br/praca-da-crianca—drive-in-show—de-10-a-12-de-outubro-no-quadradao-cultural-em-santa-maria-df__1011639 ou app Sympla
Confirmação de presença: (61) 98344-1858 whatsapp
Classificação livre
Informações: (61) 98424-8537 João Paulo
Instagram: @artiseoficial

Com informações de Clarice Gulyas

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

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COLUNISTAS

A ética da responsabilidade como atributo do estadista

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Salin Siddartha

Cabe aos governantes do Distrito Federal ser a voz da razão para afirmar Brasília como espaço de liberdade responsável pelo seu desenvolvimento econômico e social. O grau de racionalidade das políticas sociais deve ser adaptável às vocações das Regiões Administrativas do DF como um todo, bem como precisa estar sintonizado com certos aspectos irracionais do comportamento dos agentes políticos a fim de compensá-los com ajustes de previsão, percepção e resolução, já que nem tudo é sempre racional e a forma como as escolhas são estruturadas se torna importante para a tomada de decisões políticas.

Uma coisa é certa: a defasagem entre aquilo que os quadros políticos do governo sabem e aquilo que pensam que sabem é sempre perigosamente elevada. Dessa forma, aquilo que não se sabe é mais relevante do que aquilo que se sabe. Todavia o governante tem mais responsabilidade pelos resultados dos seus atos do que os outros cidadãos, pois a ética da responsabilidade é um atributo do estadista.

É claro que muitos problemas são imperceptíveis, principalmente quando os governantes se mantêm a distância das comunidades, sem observar in loco o que está acontecendo. Sendo assim, é de bom alvitre o contato permanente com a comunidade e o funcionamento deveras participativo da população no poder local.

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A tendência lenta, embora gradual, com que um problema começa a manifestar-se pode ser assaz imperceptível para que se possa prever o desastre que ele possa causar – como no caso da formação de ilhas de calor em nossas áreas urbanas e diversos problemas ambientais que, devagar, mas constantemente, foram espraiando-se pelo Distrito Federal e continuam a ameaçar, cada vez mais, nossa sustentabilidade ambiental. São normalidades deslizantes ocultas por trás de flutuações confusas que não só foram mas também vão deteriorando, aos poucos, a cidade, tornando difícil perceber um futuro que pode ser dramático para a sociedade brasiliense.

A incapacidade de resolver um problema, mesmo após ter sido previsto e percebido dá-se, em muitas ocasiões, pela atitude egoísta, em benefício próprio das oligarquias locais, mesmo que por intermédio de um comportamento nocivo à sociedade. É um sintoma imoral motivado pela perspectiva gananciosa de auferir maiores ganhos financeiros e patrimoniais à custa de perdas irreparáveis à Capital da República.

Note-se o mal que a especulação imobiliária fez em Águas Claras com relação à sustentabilidade do DF em questões como caos urbano, atravancamento do sistema de transporte, congestionamentos, falta de mobilidade e acessibilidade, prejuízos ao meio ambiente. A falta de comedimento leva a própria população a invadir áreas públicas sob o pretexto de que “o vizinho o fez, então eu também irei fazê-lo!”; o pior é que objetivos eleitoreiros conduzem maus políticos a regularizarem tais invasões, para prejuízo e destruição do bem comum das gerações futuras.

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É comum não se tentar resolver problemas já percebidos pelo simples fato de que a manutenção de tais problemas é boa para uma parte das elites poderosas desta cidade. É preciso que se abandonem valores arraigados na cultura e na história da população quando eles passam a ser incompatíveis com a sobrevivência coletiva. Os problemas que aqui apontamos devem servir de alerta também para outras cidades do País. São posturas assim que fazem com que certas sociedades sejam bem sucedidas e sobrevivam felizes pela história adentro, enquanto outras, por efetuarem escolhas erradas, fracassam e deixam de existir.

Fonte: http://temporarioegnews.com.br

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