O cuidado com a segurança do paciente é uma constante no Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Entre as diferentes ações para garantir que todos os funcionários estejam comprometidos com as condutas corretas no atendimento, a equipe do Núcleo de Segurança do Paciente acompanha de perto as áreas assistenciais, verifica o cumprimento das normas e realiza treinamentos periódicos. “Temos o Plano Institucional de Segurança do Paciente e prevemos ações voltadas a reforçar, junto aos funcionários, quais são as práticas adotadas para tornar o cuidado mais seguro”, explica a gerente de Qualidade e Segurança do Paciente do HCB, Laise Moreira.
Em março, um desses momentos educativos adotou uma abordagem lúdica para engajar a equipe. Ao longo de uma semana, um carrinho percorreu diferentes alas do hospital, levando peões, dados e a oportunidade de relembrar conhecimentos. Era o PitStop da Segurança do Paciente: uma parada obrigatória para reforçar normas do HCB relativas à higienização das mãos, identificação correta e medicação segura, entre outras. “Fizemos jogo de tabuleiro e campo minado; por meio deles, trouxemos perguntas para que o próprio funcionário consiga responder como se aplicam essas boas práticas. Conforme eles vão jogando e brincando, essas informações são reforçadas”, relata Moreira.
Organizado pelo Núcleo de Segurança do Paciente do HCB, o PitStop foi direcionado a toda a equipe envolvida no cuidado com as crianças. Ágil, permitiu a participação dos profissionais sem impactar a rotina de atendimentos. A metodologia escolhida estimulou a competição saudável, em que os times ajudavam uns aos outros, garantindo que os pacientes sejam sempre os maiores vencedores.
“Esse tipo de treinamento acrescenta muito para a gente, enquanto profissionais. É uma forma mais leve e gostosa de aprendermos”, afirma a enfermeira Karen Costa. Atuando como rotineira do transplante de medula óssea, ela destacou o fato de o campo minado trazer perguntas relativas a outros setores do hospital: “É importante, porque são áreas em que não tenho conhecimento tão aprofundado; com esse tipo de atividade, a gente revisita conteúdos que, há muito tempo, não vejo”.