O projeto Vivências da Música no Cognitivo (VMC) Escola Anticapacitista entra na fase final de circulação em instituições públicas do Gama, com apresentações previstas para esta quinta-feira (16), na Escola Classe 18. A iniciativa utiliza o rock, o circo e o grafite como ferramentas para discutir inclusão, combater o capacitismo e ampliar o protagonismo de artistas com deficiência no ambiente escolar.
Realizado pelo produtor Wellington Negrão, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto percorreu escolas da região entre março e abril deste ano, com público estimado em mais de mil alunos. A ação também marca os 20 anos de um trabalho iniciado por Sérgio Fonseca e ganha um significado adicional ao se conectar com a memória pessoal da artista Ayla Serena, que transforma o luto pela perda da mãe em expressão artística e celebração da vida.
O secretário de Cultura e Economia Criativa interino do DF, Fernando Modesto, destaca que projetos como o VMC Escola Anticapacitista reafirmam o compromisso da política cultural do Distrito Federal com a inclusão, a diversidade e o acesso à arte como direito. “Ao ocupar o ambiente escolar e valorizar o protagonismo de artistas com deficiência, a iniciativa contribui para a formação de uma sociedade mais consciente, empática e aberta às diferenças, fortalecendo o papel da cultura como instrumento de transformação social”, ressalta.