Ricardo Vale aparece em 6º lugar em pesquisa para eleição de Deputado Distrital
"É uma honra ser lembrado espontaneamente pelos eleitores entre os mais bem posicionados para a disputa de deputado distrital. Tenho um mandato construído no diálogo com a população. Confio no julgamento popular." Ricardo Vale
Eleições no DF: Mais da metade dos eleitores ainda não escolheram candidato a deputado distrital
Cenário aberto: Levantamento espontâneo a quatro meses do pleito mostra que quase 75% da população não tem um nome ou pretende votar em branco/nulo; Chico Vigilante (PT) lidera com 2,9%.
Uma pesquisa de intenção de voto divulgada recentemente acendeu o sinal de alerta para os partidos políticos e pré-candidatos à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). No levantamento espontâneo — aquele em que nenhum nome é apresentado ao entrevistado —, 51,3% dos eleitores afirmaram que ainda não escolheram seu candidato a deputado distrital.
O índice de desinteresse ou descontentamento fica ainda mais evidente quando somado aos 23,4% que declaram que não votariam em ninguém, branco ou nulo. Juntos, os dois grupos somam 74,7% — praticamente três quartos do eleitorado do Distrito Federal que, no momento, estão fora do radar dos prefeituráveis ao legislativo local.
Com o eleitorado majoritariamente indefinido, os candidatos que já possuem mandato e buscam a reeleição levam vantagem natural pelo conhecimento de seus nomes. É o caso do deputado distrital Chico Vigilante (PT), que aparece na liderança do levantamento espontâneo, embora com um percentual pulverizado de 2,9% das intenções de voto.
Outro nome governista que pontuou entre os primeiros colocados foi o também pré-candidato à reeleição Ricardo Vale (PT). Ele aparece na 6ª posição, empatado com outros dois concorrentes.
Em nota sobre o resultado, Vale destacou a importância de ser lembrado de forma orgânica pela população neste estágio do processo eleitoral:

O parlamentar, que tem concentrado suas pautas em frentes prioritárias como o Esporte, a causa Pet e o fortalecimento das Feiras Livres no DF, aposta na entrega do atual mandato para consolidar e expandir seus votos nos próximos meses.

Cientistas políticos e coordenadores de campanha avaliam que um levantamento realizado a quatro meses da eleição tem um papel muito específico. Mais do que prever o resultado das urnas, a pesquisa espontânea serve como um termômetro para medir:
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Nível de conhecimento: Quem o eleitor realmente lembra sem estímulo visual ou de lista.
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Potencial de crescimento: O tamanho do "oceano" de indecisos (neste caso, gigantesco) que os candidatos podem conquistar.
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Teto eleitoral: O limite de rejeição e aceitação inicial de cada figura pública.
Com a imensa maioria dos votos ainda em disputa, a verdadeira campanha para a CLDF deve ganhar tração nas próximas semanas, quando as convenções partidárias homologarem as candidaturas e o horário eleitoral começar a desenhar as opções para o cidadão do Distrito Federal.
EG NEWS